"O ADEUS ÀS VIRGENS" de Alexandre Pinheiro Torres - 1ª Edição de 1992
Preço: 10 €"O ADEUS ÀS VIRGENS" de Alexandre Pinheiro Torres - 1ª Edição de 1992
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
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Descrição
"O ADEUS ÀS VIRGENS"
de Alexandre Pinheiro Torres
1ª Edição de 1992
Editorial Caminho
Coleção O Campo da Palavra
348 Páginas
A 1ª edição do romance "O Adeus às Virgens" de Alexandre Pinheiro Torres foi publicada em abril de 1992 pela Editorial Caminho. Integrada na prestigiada Coleção O Campo da Palavra, a obra destaca-se como um marco irónico e crítico da literatura neo-realista portuguesa.
"Por que não volta Jonas Açucena ao Brasil e aos Estados Unidos, onde, ainda bastante novo, se encheu de dólares? Vem, de férias, em 1915, a Portugal, o tal país que o poveirinho Eça de Queirós apelidou de choldra. E que destino o leva à Póvoa de Varzim, berço de Eça, já na década de 30, a Póvoa de Varzim do Café Chinês e do Guarda-Sol, da Rua dos Cafés, cenário à Las Vegas, roletas, bacarás, bilhares, a batota generalizada?
Deste romance, reconstituição simbólica de uma época, disse Agustina Bessa-Luís: «Eu li com delícia ... ""O Adeus às Virgens""»
Eunice Cabral caracterizou-o como «absolutamente espantoso»."
---
Alexandre Pinheiro Torres nasceu a 27 de dezembro de 1921, em Amarante. Na Universidade do Porto tirou o bacharelato em Físico-Química e, mais tarde, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, licenciou-se em Ciências Histórico-Filosóficas. Foi professor do ensino secundário e fundador da revista A Serpente e, enquanto residia em Coimbra, empenhou-se na publicação do Novo Cancioneiro, de que faziam parte os mais destacados poetas da altura. Foi romancista, poeta e ensaísta, tendo vasta obra publicada nas diversas áreas, e colaborou, como crítico literário, em diversas publicações, como as revistas Seara Nova e Gazeta Musical e de Todas as Artes ou do Jornal de Letras, Artes e Ideias e Diário de Lisboa. Da convivência com esses poetas, com o movimento dos neorrealistas e na sequência de ter feito parte do júri da Sociedade Portuguesa de Escritores, que atribuiu ao livro Luuanda, de José Luandino Vieira, o Grande Prémio de Ficção, foi, em 1965, proibido pelo Estado Novo de exercer a docência. Exilou-se, então, primeiro no Brasil e, depois, em Cardiff, no País de Gales, onde foi professor na respetiva universidade e onde criou a disciplina de Literatura Africana de Expressão Portuguesa. Em 1976 criou o Departamento de Estudos Portugueses e Brasileiros. Recebeu em 1979 o Prémio de Ensaio Jorge de Sena atribuído pela Associação Portuguesa de Escritores, em 1983 o Prémio de Ensaio Ruy Belo e o Prémio de Poesia pela APE. É cidadão honorário de São Tomé e Príncipe e membro da Academia Maranhense de Letras de São Luís do Maranhão, Brasil. Parte importante do seu vasto espólio foi doado à Biblioteca Municipal da Póvoa de Varzim.
Alexandre Pinheiro Torres faleceu em Cardiff a 3 de agosto de 1999.
ESGOTADO NAS LIVRARIAS
BOM ESTADO - PORTES GRÁTIS
de Alexandre Pinheiro Torres
1ª Edição de 1992
Editorial Caminho
Coleção O Campo da Palavra
348 Páginas
A 1ª edição do romance "O Adeus às Virgens" de Alexandre Pinheiro Torres foi publicada em abril de 1992 pela Editorial Caminho. Integrada na prestigiada Coleção O Campo da Palavra, a obra destaca-se como um marco irónico e crítico da literatura neo-realista portuguesa.
"Por que não volta Jonas Açucena ao Brasil e aos Estados Unidos, onde, ainda bastante novo, se encheu de dólares? Vem, de férias, em 1915, a Portugal, o tal país que o poveirinho Eça de Queirós apelidou de choldra. E que destino o leva à Póvoa de Varzim, berço de Eça, já na década de 30, a Póvoa de Varzim do Café Chinês e do Guarda-Sol, da Rua dos Cafés, cenário à Las Vegas, roletas, bacarás, bilhares, a batota generalizada?
Deste romance, reconstituição simbólica de uma época, disse Agustina Bessa-Luís: «Eu li com delícia ... ""O Adeus às Virgens""»
Eunice Cabral caracterizou-o como «absolutamente espantoso»."
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Alexandre Pinheiro Torres nasceu a 27 de dezembro de 1921, em Amarante. Na Universidade do Porto tirou o bacharelato em Físico-Química e, mais tarde, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, licenciou-se em Ciências Histórico-Filosóficas. Foi professor do ensino secundário e fundador da revista A Serpente e, enquanto residia em Coimbra, empenhou-se na publicação do Novo Cancioneiro, de que faziam parte os mais destacados poetas da altura. Foi romancista, poeta e ensaísta, tendo vasta obra publicada nas diversas áreas, e colaborou, como crítico literário, em diversas publicações, como as revistas Seara Nova e Gazeta Musical e de Todas as Artes ou do Jornal de Letras, Artes e Ideias e Diário de Lisboa. Da convivência com esses poetas, com o movimento dos neorrealistas e na sequência de ter feito parte do júri da Sociedade Portuguesa de Escritores, que atribuiu ao livro Luuanda, de José Luandino Vieira, o Grande Prémio de Ficção, foi, em 1965, proibido pelo Estado Novo de exercer a docência. Exilou-se, então, primeiro no Brasil e, depois, em Cardiff, no País de Gales, onde foi professor na respetiva universidade e onde criou a disciplina de Literatura Africana de Expressão Portuguesa. Em 1976 criou o Departamento de Estudos Portugueses e Brasileiros. Recebeu em 1979 o Prémio de Ensaio Jorge de Sena atribuído pela Associação Portuguesa de Escritores, em 1983 o Prémio de Ensaio Ruy Belo e o Prémio de Poesia pela APE. É cidadão honorário de São Tomé e Príncipe e membro da Academia Maranhense de Letras de São Luís do Maranhão, Brasil. Parte importante do seu vasto espólio foi doado à Biblioteca Municipal da Póvoa de Varzim.
Alexandre Pinheiro Torres faleceu em Cardiff a 3 de agosto de 1999.
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