"O BARÃO" de Branquinho da Fonseca (António Madeira) - 1ª Edição de 1942
Preço: 30 €"O BARÃO" de Branquinho da Fonseca (António Madeira) - 1ª Edição de 1942
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
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- Id do anunciante10QQ
Descrição
"O BARÃO"
de Branquinho da Fonseca (António Madeira)
1ª Edição de 1942
Editorial Inquérito
Coleção Novelas Inquérito Nº 46
As Melhores Novelas dos Melhores Novelistas
72 Páginas
A 1.ª Edição de 1942 da novela O Barão, de Branquinho da Fonseca, é uma peça rara e histórica da literatura portuguesa. O livro foi publicado pela Editorial Inquérito em Lisboa, integrando a coleção "Novelas Inquérito" (n.º 46).
Curiosamente, a primeira edição não saiu com o nome verdadeiro do autor, mas sim sob o pseudónimo António Madeira.
Esta obra é considerada a obra-prima de Branquinho da Fonseca, marcando a transição entre o movimento da revista Presença e uma estética mais sombria e mítica.
O texto da obra é composto pela narração da viagem de um inspector escolar a uma zona remota da província, onde irá encontrar, na noite da chegada, a figura de um aristocrata excêntrico e decadente, o "Barão", que pouco a pouco se vai tornando enigmático, exercendo um fascínio cada vez maior sobre o narrador e adquirindo um estatuto mítico, quer pelo modo como domina o seu estranho microcosmos, quer pela magia dessa noite quase irreal em que ambos irão depor uma rosa no "castelo da Bela-Adormecida".
---
António José Branquinho da Fonseca (Mortágua, 04.05.1905 Cascais, 07.05.1974). Licenciou-se em Direito pela Universidade de Coimbra (1930), foi conservador do registo civil em Marvão e na Nazaré, conservador do Museu - Biblioteca de Cascais e Director dos serviços das bibliotecas itinerantes da Fundação Gulbenkian. Em Coimbra fundou a revista literária Tríptico e foi co-fundador da Presença, que dirigiu até 1930, e da revista Sinal. Publicou poemas, contos (em que foi mestre), novelas, romances e peças de teatro. Ficcionista escreveu Zonas (1931), Caminhos Magnéticos (1938, contos), Porta de Minerva (1947, romance), O Barão (1943, novela), Rio Turvo (1945, contos), Mar Santo (1952, novela), Bandeira Preta (1956, contos) e No Rasto do Corsário (1962). Poeta, deu a lume Poemas (1926) e Mar Coalhado (1932). A sua obra teatral, iniciada em 1928, com Posição de Guerra encontra-se reunida no volume Teatro (1973). Foi condecorado pela Presidência da República, a título póstumo, com o Grande-Oficialato da Ordem da Sant Iago da Espada, em 1981
RARO - PEÇA DE COLEÇÃO
ÓPTIMO ESTADO - PORTES GRÁTIS
de Branquinho da Fonseca (António Madeira)
1ª Edição de 1942
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72 Páginas
A 1.ª Edição de 1942 da novela O Barão, de Branquinho da Fonseca, é uma peça rara e histórica da literatura portuguesa. O livro foi publicado pela Editorial Inquérito em Lisboa, integrando a coleção "Novelas Inquérito" (n.º 46).
Curiosamente, a primeira edição não saiu com o nome verdadeiro do autor, mas sim sob o pseudónimo António Madeira.
Esta obra é considerada a obra-prima de Branquinho da Fonseca, marcando a transição entre o movimento da revista Presença e uma estética mais sombria e mítica.
O texto da obra é composto pela narração da viagem de um inspector escolar a uma zona remota da província, onde irá encontrar, na noite da chegada, a figura de um aristocrata excêntrico e decadente, o "Barão", que pouco a pouco se vai tornando enigmático, exercendo um fascínio cada vez maior sobre o narrador e adquirindo um estatuto mítico, quer pelo modo como domina o seu estranho microcosmos, quer pela magia dessa noite quase irreal em que ambos irão depor uma rosa no "castelo da Bela-Adormecida".
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António José Branquinho da Fonseca (Mortágua, 04.05.1905 Cascais, 07.05.1974). Licenciou-se em Direito pela Universidade de Coimbra (1930), foi conservador do registo civil em Marvão e na Nazaré, conservador do Museu - Biblioteca de Cascais e Director dos serviços das bibliotecas itinerantes da Fundação Gulbenkian. Em Coimbra fundou a revista literária Tríptico e foi co-fundador da Presença, que dirigiu até 1930, e da revista Sinal. Publicou poemas, contos (em que foi mestre), novelas, romances e peças de teatro. Ficcionista escreveu Zonas (1931), Caminhos Magnéticos (1938, contos), Porta de Minerva (1947, romance), O Barão (1943, novela), Rio Turvo (1945, contos), Mar Santo (1952, novela), Bandeira Preta (1956, contos) e No Rasto do Corsário (1962). Poeta, deu a lume Poemas (1926) e Mar Coalhado (1932). A sua obra teatral, iniciada em 1928, com Posição de Guerra encontra-se reunida no volume Teatro (1973). Foi condecorado pela Presidência da República, a título póstumo, com o Grande-Oficialato da Ordem da Sant Iago da Espada, em 1981
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