"O DESPOJO DOS INSENSATOS" de Mário Ventura - 1ª Edição de 1968
Preço: 12 €"O DESPOJO DOS INSENSATOS" de Mário Ventura - 1ª Edição de 1968
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio44717478
- Id do anunciante24JJ
Descrição
"O DESPOJO DOS INSENSATOS"
de Mário Ventura
1ª Edição de 1968
Livraria Bertrand
Coleção Autores Portugueses
244 Páginas
Depois de A Noite da Vergonha e A Sombra das Árvores Mortas», a Livraria Bertrand apresenta o terceiro romance de Mário Ventura: «O Despojo dos Insensatos». Um livro em que o autor abandona a análise dos problemas da nossa juventude, que constituíram o tema das duas primeiras obras reveladoras de aspectos mal conhecidos dos jovens inquietos característicos da época presente, para se debruçar sobre a figura de um homem de trinta anos, empenhado em modificar as coordenadas da sua existência, logo, em combater o fatalismo que parece determiná-la. Como Mário Ventura, a personagem central do seu novo livro é jornalista, e tem como ele trinta anos. José Álvaro o jornalista desiludido que pretende a todo o custo, na primeira curva difícil da idade, mudar de vida, operar ao nível individual a transformação dialética que lhe é negada pelo meio ambiente e pelas circunstâncias históricas, escolhe para retiro da sua reflexão, para o confronto consigo próprio, uma localidade do Algarve, o Algarve que Mário Ventura tão bem conhece da sua experiência jornalística. E é aí, em Açoreira povoação fictícia, como fictícias são as personagens que evoluem à sua volta, que José Álvaro mergulha no despojo dos insensatos», em luta quase desesperada, frenética, para encontrar o caminho que irá seguir, dentro de dias, no regresso.
Homem frio e lúcido, encon- trando na sua lucidez os desencontros com as próprias ideias que o formaram, vai saltando, na breve permanência em Açoreira, de desilusão em desilusão, de derrota em derrota, numa sucessão inevitável que o conduz ao nada, ao recurso único da acção individual e impulsiva, desordenada e temerária. É, em suma, o homem consciente que se sabe a cair numa nova espécie de alienação, e a todo o custo o procura evitar, mesmo a troco de concluir que a fuga é preferível à persistência nas falsas soluções. Quer dar o salto para um mundo novo dentro do impossível mundo em que habita, e o desfecho só lhe transmite a sensação de ter, uma vez mais, mergulhado no logro.
---
Mário Ventura é autor de uma vasta obra literária. Publicou o primeiro livro, A Noite da Vergonha, em 1963, seguido de À Sombra das Árvores Mortas (1966) e de O Despojo dos Insensatos (1968). Reuniu em dois livros narrativas sobre várias regiões do país: Alentejo Desencantado (1969) e Morrer em Portugal (1976).
Regressou ao romance em 1979, com Outro Tempo Outra Cidade, seguindo-se o seu livro mais aplaudido pelo público e pela crítica, Vida e Morte dos Santiagos (1985), premiado pelo Pen Clube e pelo Município de Lisboa. A sua obra mais polémica, Março Desavindo, aparece em 1987, seguindo-se-lhe o romance Évora e os Dias da Guerra (1992), com o qual obteve, pela segunda vez, o Prémio Pen Clube Português.
A Notícias iniciou a publicação das suas obras com o romance A Revolta dos Herdeiros (1997). Posteriormente, editou Quarto Crescente, um livro de memórias, o álbum Portugal - Geografia do Fatalismo, Atravessando o Deserto e, em 2005, O Reino Encantado.
ESGOTADO NAS LIVRARIAS
ÓPTIMO ESTADO - PORTES GRÁTIS
de Mário Ventura
1ª Edição de 1968
Livraria Bertrand
Coleção Autores Portugueses
244 Páginas
Depois de A Noite da Vergonha e A Sombra das Árvores Mortas», a Livraria Bertrand apresenta o terceiro romance de Mário Ventura: «O Despojo dos Insensatos». Um livro em que o autor abandona a análise dos problemas da nossa juventude, que constituíram o tema das duas primeiras obras reveladoras de aspectos mal conhecidos dos jovens inquietos característicos da época presente, para se debruçar sobre a figura de um homem de trinta anos, empenhado em modificar as coordenadas da sua existência, logo, em combater o fatalismo que parece determiná-la. Como Mário Ventura, a personagem central do seu novo livro é jornalista, e tem como ele trinta anos. José Álvaro o jornalista desiludido que pretende a todo o custo, na primeira curva difícil da idade, mudar de vida, operar ao nível individual a transformação dialética que lhe é negada pelo meio ambiente e pelas circunstâncias históricas, escolhe para retiro da sua reflexão, para o confronto consigo próprio, uma localidade do Algarve, o Algarve que Mário Ventura tão bem conhece da sua experiência jornalística. E é aí, em Açoreira povoação fictícia, como fictícias são as personagens que evoluem à sua volta, que José Álvaro mergulha no despojo dos insensatos», em luta quase desesperada, frenética, para encontrar o caminho que irá seguir, dentro de dias, no regresso.
Homem frio e lúcido, encon- trando na sua lucidez os desencontros com as próprias ideias que o formaram, vai saltando, na breve permanência em Açoreira, de desilusão em desilusão, de derrota em derrota, numa sucessão inevitável que o conduz ao nada, ao recurso único da acção individual e impulsiva, desordenada e temerária. É, em suma, o homem consciente que se sabe a cair numa nova espécie de alienação, e a todo o custo o procura evitar, mesmo a troco de concluir que a fuga é preferível à persistência nas falsas soluções. Quer dar o salto para um mundo novo dentro do impossível mundo em que habita, e o desfecho só lhe transmite a sensação de ter, uma vez mais, mergulhado no logro.
---
Mário Ventura é autor de uma vasta obra literária. Publicou o primeiro livro, A Noite da Vergonha, em 1963, seguido de À Sombra das Árvores Mortas (1966) e de O Despojo dos Insensatos (1968). Reuniu em dois livros narrativas sobre várias regiões do país: Alentejo Desencantado (1969) e Morrer em Portugal (1976).
Regressou ao romance em 1979, com Outro Tempo Outra Cidade, seguindo-se o seu livro mais aplaudido pelo público e pela crítica, Vida e Morte dos Santiagos (1985), premiado pelo Pen Clube e pelo Município de Lisboa. A sua obra mais polémica, Março Desavindo, aparece em 1987, seguindo-se-lhe o romance Évora e os Dias da Guerra (1992), com o qual obteve, pela segunda vez, o Prémio Pen Clube Português.
A Notícias iniciou a publicação das suas obras com o romance A Revolta dos Herdeiros (1997). Posteriormente, editou Quarto Crescente, um livro de memórias, o álbum Portugal - Geografia do Fatalismo, Atravessando o Deserto e, em 2005, O Reino Encantado.
ESGOTADO NAS LIVRARIAS
ÓPTIMO ESTADO - PORTES GRÁTIS
Raul Ribeiro
Anunciante desde Abr. 2013
Tempo de resposta superior a 1 hora Online agora
Tempo de resposta superior a 1 hora Online agora
Serviços adicionais
Conheça as opções de crédito e outros serviços disponíveis
Localização
Lisboa - Cascais - Carcavelos e Parede
Raul Ribeiro
Anunciante desde Abr. 2013
Tempo de resposta superior a 1 hora Online agora
Tempo de resposta superior a 1 hora Online agora

