"O LIVRO DE AREIA" de Jorge Luis Borges - 1ª Edição de 1983
Preço: 10 €"O LIVRO DE AREIA" de Jorge Luis Borges - 1ª Edição de 1983
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio43712289
- Id do anunciante34rr
Descrição
"O LIVRO DE AREIA"
de Jorge Luis Borges
Tradução de Aníbal Fernandes
1ª Edição de 1983
Editorial Estampa
Coleção O Livro *B
144 Páginas
Publicado em 1975, esta é a derradeira coletânea de contos de Borges. A primeira das histórias aqui reunidas retoma o tema do duplo: os protagonistas de «O outro» são diferentes o suficiente para serem dois e semelhantes o suficiente para serem um. «Ulrica» é a história de um amor fugaz. «O Congresso» descreve uma empresa tão vasta que se confunde com o cosmos e com a soma dos dias. «Undr» e «O espelho e a máscara» são histórias sobre literaturas seculares que consistem numa única palavra, enquanto outras peças imaginam objetos inconcebíveis como um livro com páginas infinitas um volume imprevisível e ao mesmo tempo monstruoso: o livro de areia, que tomará o tempo e a memória do leitor para sempre.
---
Jorge Luis Borges nasceu em Buenos Aires, em 1899. Cresceu no bairro de Palermo, «num jardim, por detrás de uma grade com lanças, e numa biblioteca de ilimitados livros ingleses».
Em 1914 viajou com a família pela Europa, acabando por se instalar em Bruxelas, e posteriormente em Maiorca, Sevilha e Madrid. Regressado a Buenos Aires, em 1921, Borges começou a participar ativamente na vida cultural argentina.
Em 1923, publicou o seu primeiro livro Fervor de Buenos Aires mas o reconhecimento internacional só chegou em 1961, com o Prémio Formentor, seguido por inúmeros outros. A par da poesia, Borges escreveu ficção (é sem dúvida um dos nomes maiores do conto ou da narrativa breve), crítica e ensaio, géneros que praticou com grande originalidade e lucidez.
A sua obra é como o labirinto de uma enorme biblioteca, uma construção fantástica e metafísica que cruza todos os saberes e os grandes temas universais: o tempo, «eu e o outro», Deus, o infinito, o sonho, as literaturas perdidas, a eternidade e os autores que deixam a sua marca.
Foi professor de literatura e dirigiu a Biblioteca Nacional de Buenos Aires entre 1955 e 1973.
Morreu em Genebra, em junho de 1986.
ESGOTADO NAS LIVRARIAS
BOM ESTADO - PORTES GRÁTIS
de Jorge Luis Borges
Tradução de Aníbal Fernandes
1ª Edição de 1983
Editorial Estampa
Coleção O Livro *B
144 Páginas
Publicado em 1975, esta é a derradeira coletânea de contos de Borges. A primeira das histórias aqui reunidas retoma o tema do duplo: os protagonistas de «O outro» são diferentes o suficiente para serem dois e semelhantes o suficiente para serem um. «Ulrica» é a história de um amor fugaz. «O Congresso» descreve uma empresa tão vasta que se confunde com o cosmos e com a soma dos dias. «Undr» e «O espelho e a máscara» são histórias sobre literaturas seculares que consistem numa única palavra, enquanto outras peças imaginam objetos inconcebíveis como um livro com páginas infinitas um volume imprevisível e ao mesmo tempo monstruoso: o livro de areia, que tomará o tempo e a memória do leitor para sempre.
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Jorge Luis Borges nasceu em Buenos Aires, em 1899. Cresceu no bairro de Palermo, «num jardim, por detrás de uma grade com lanças, e numa biblioteca de ilimitados livros ingleses».
Em 1914 viajou com a família pela Europa, acabando por se instalar em Bruxelas, e posteriormente em Maiorca, Sevilha e Madrid. Regressado a Buenos Aires, em 1921, Borges começou a participar ativamente na vida cultural argentina.
Em 1923, publicou o seu primeiro livro Fervor de Buenos Aires mas o reconhecimento internacional só chegou em 1961, com o Prémio Formentor, seguido por inúmeros outros. A par da poesia, Borges escreveu ficção (é sem dúvida um dos nomes maiores do conto ou da narrativa breve), crítica e ensaio, géneros que praticou com grande originalidade e lucidez.
A sua obra é como o labirinto de uma enorme biblioteca, uma construção fantástica e metafísica que cruza todos os saberes e os grandes temas universais: o tempo, «eu e o outro», Deus, o infinito, o sonho, as literaturas perdidas, a eternidade e os autores que deixam a sua marca.
Foi professor de literatura e dirigiu a Biblioteca Nacional de Buenos Aires entre 1955 e 1973.
Morreu em Genebra, em junho de 1986.
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