"O LUGAR COMUM" de Maria Velho da Costa - 1ª Edição de 1966 - Primeiro Livro da Autora
Preço: 30 €"O LUGAR COMUM" de Maria Velho da Costa - 1ª Edição de 1966 - Primeiro Livro da Autora
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio45231309
- Id do anunciante71UU
Descrição
"O LUGAR COMUM"
de Maria Velho da Costa
1ª Edição de 1966
Livraria Moraes Editora
Coleção Círculo de Prosa Nº 4
152 Páginas
O Lugar Comum (1966) é a obra de estreia e o primeiro livro de ficção de Maria Velho da Costa. Trata-se de uma coletânea que reúne cinco contos ou ficções curtas.
A obra inaugural da autora já antecipa o seu realismo íntimo, o foco nos afetos e nas dinâmicas sociais, bem como o espírito crítico que viria a consolidar de forma marcante na literatura portuguesa contemporânea (e mais tarde nas Novas Cartas Portuguesas de 1972.
---
Nascida a 26 de junho de 1938, em Lisboa, Maria Velho da Costa licenciou-se em Filologia Germânica pela Universidade de Lisboa e obteve o curso de Grupo-Análise da Sociedade Portuguesa de Neurologia e Psiquiatria. Ficcionista, ensaísta e dramaturga, é coautora, com Maria Isabel Barreno e Maria Teresa Horta, de Novas Cartas Portuguesas (1972), um livro que se tornou um marco no nosso país pela abordagem da situação das mulheres nas sociedades contemporâneas e que viria a ser apreendido pela polícia política do antigo regime pelo seu «conteúdo insanavelmente pornográfico e atentatório da moral pública». A sua escrita situa-se numa linha de experimentalismo linguístico que viria a renovar a literatura portuguesa. Entre outras obras, destacamos O Lugar Comum (1966), Maina Mendes (1969) e Casas Pardas (1977), Prémio Cidade de Lisboa, Lúcialima (1983), Prémio D. Dinis da Fundação da Casa de Mateus, Missa in Albis (1988), Prémio de Ficção do PEN Clube, Dores (1994), um volume de contos em colaboração com Teresa Dias Coelho, ao qual foi atribuído o Prémio da Crítica da Associação Internacional dos Críticos Literários e o Prémio do Conto Camilo Castelo Branco, e Myra (2008), Prémio Correntes d Escritas. Em 1997, foi-lhe atribuído o Prémio Vergílio Ferreira da Universidade de Évora, pelo conjunto da sua obra, que se encontra traduzida em várias línguas. Em 2002 foi distinguida com o Prémio Camões, cujo júri lhe elogiou «a inovação no domínio da construção romanesca, no experimentalismo e na interrogação do poder fundador da fala». O Prémio Vida Literária, da APE, foi-lhe entregue em 2013, dois anos depois de ser feita Grande-Oficial da Ordem da Liberdade. Em 2003 já havia sido feita Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique. Faleceu a 23 de maio de 2020, aos 81 anos.
ESGOTADO E RARO NESTA 1ª EDIÇÃO
BOM ESTADO - PORTES GRÁTIS
de Maria Velho da Costa
1ª Edição de 1966
Livraria Moraes Editora
Coleção Círculo de Prosa Nº 4
152 Páginas
O Lugar Comum (1966) é a obra de estreia e o primeiro livro de ficção de Maria Velho da Costa. Trata-se de uma coletânea que reúne cinco contos ou ficções curtas.
A obra inaugural da autora já antecipa o seu realismo íntimo, o foco nos afetos e nas dinâmicas sociais, bem como o espírito crítico que viria a consolidar de forma marcante na literatura portuguesa contemporânea (e mais tarde nas Novas Cartas Portuguesas de 1972.
---
Nascida a 26 de junho de 1938, em Lisboa, Maria Velho da Costa licenciou-se em Filologia Germânica pela Universidade de Lisboa e obteve o curso de Grupo-Análise da Sociedade Portuguesa de Neurologia e Psiquiatria. Ficcionista, ensaísta e dramaturga, é coautora, com Maria Isabel Barreno e Maria Teresa Horta, de Novas Cartas Portuguesas (1972), um livro que se tornou um marco no nosso país pela abordagem da situação das mulheres nas sociedades contemporâneas e que viria a ser apreendido pela polícia política do antigo regime pelo seu «conteúdo insanavelmente pornográfico e atentatório da moral pública». A sua escrita situa-se numa linha de experimentalismo linguístico que viria a renovar a literatura portuguesa. Entre outras obras, destacamos O Lugar Comum (1966), Maina Mendes (1969) e Casas Pardas (1977), Prémio Cidade de Lisboa, Lúcialima (1983), Prémio D. Dinis da Fundação da Casa de Mateus, Missa in Albis (1988), Prémio de Ficção do PEN Clube, Dores (1994), um volume de contos em colaboração com Teresa Dias Coelho, ao qual foi atribuído o Prémio da Crítica da Associação Internacional dos Críticos Literários e o Prémio do Conto Camilo Castelo Branco, e Myra (2008), Prémio Correntes d Escritas. Em 1997, foi-lhe atribuído o Prémio Vergílio Ferreira da Universidade de Évora, pelo conjunto da sua obra, que se encontra traduzida em várias línguas. Em 2002 foi distinguida com o Prémio Camões, cujo júri lhe elogiou «a inovação no domínio da construção romanesca, no experimentalismo e na interrogação do poder fundador da fala». O Prémio Vida Literária, da APE, foi-lhe entregue em 2013, dois anos depois de ser feita Grande-Oficial da Ordem da Liberdade. Em 2003 já havia sido feita Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique. Faleceu a 23 de maio de 2020, aos 81 anos.
ESGOTADO E RARO NESTA 1ª EDIÇÃO
BOM ESTADO - PORTES GRÁTIS
Etiquetas
Raul Ribeiro
Anunciante desde Abr. 2013
Tempo de resposta superior a 1 hora Último acesso há mais de 15 minutos
Tempo de resposta superior a 1 hora Último acesso há mais de 15 minutos
Serviços adicionais
Conheça as opções de crédito e outros serviços disponíveis
Localização
Lisboa - Cascais - Carcavelos e Parede
Raul Ribeiro
Anunciante desde Abr. 2013
Tempo de resposta superior a 1 hora Último acesso há mais de 15 minutos
Tempo de resposta superior a 1 hora Último acesso há mais de 15 minutos


