"O MASSACRE" de Faure da Rosa - 1ª Edição de 1972 - AUTOGRAFADO
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio45085724
- Id do anunciante21SS
Descrição
"O MASSACRE"
de Faure da Rosa
1ª Edição de 1972
Edição do Autor
162 Páginas
Trata-se de uma obra inserida no movimento do neorrealismo português, caracterizada pela análise crítica, social e psicológica da sociedade e da família pequeno-burguesa da época.
---
O escritor Faure da Rosa nasceu a 2 de junho de 1912 em Nova Goa, Índia. Terminados os estudos secundários, veio para Lisboa, iniciando a sua vida profissional como empregado de escritório e contabilista.
Teve ação na luta contra a ditadura, foi perseguido, sendo muitas das suas obras proibidas pela censura.
Colaborou com o Notícias Ilustrado, O Diabo, Seara Nova, Colóquio Letras e Vértice, onde publicou os seus primeiros contos e novelas.
Estreou-se como romancista em 1945 com Fuga, deixando-nos títulos como Retrato de Família (1952); Espelho da Vida (1955); De Profundis (1958); Escalada (1961); A Cidade e a Planície: contos e novelas (1962); As Imagens Destruídas (1966); Massacre, (1972); Adágio (1974); Nós e os Outros (1979) e Apassionata (1982). Inserido na corrente neorrealista, a sua escrita combina a análise crítica e social com a análise psicológica da família pequeno-burguesa.
Faleceu em Lisboa em 1985.
O espólio literário de Faure da Rosa foi inicialmente incorporado no Museu do Neo-Realismo pela viúva do escritor em 1994, sendo posteriormente completado pelos filhos. A formalização da doação pelos herdeiros ocorreu em 2009.
ESGOTADO NAS LIVRARIAS
COMO NOVO - PORTES GRÁTIS
de Faure da Rosa
1ª Edição de 1972
Edição do Autor
162 Páginas
Trata-se de uma obra inserida no movimento do neorrealismo português, caracterizada pela análise crítica, social e psicológica da sociedade e da família pequeno-burguesa da época.
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O escritor Faure da Rosa nasceu a 2 de junho de 1912 em Nova Goa, Índia. Terminados os estudos secundários, veio para Lisboa, iniciando a sua vida profissional como empregado de escritório e contabilista.
Teve ação na luta contra a ditadura, foi perseguido, sendo muitas das suas obras proibidas pela censura.
Colaborou com o Notícias Ilustrado, O Diabo, Seara Nova, Colóquio Letras e Vértice, onde publicou os seus primeiros contos e novelas.
Estreou-se como romancista em 1945 com Fuga, deixando-nos títulos como Retrato de Família (1952); Espelho da Vida (1955); De Profundis (1958); Escalada (1961); A Cidade e a Planície: contos e novelas (1962); As Imagens Destruídas (1966); Massacre, (1972); Adágio (1974); Nós e os Outros (1979) e Apassionata (1982). Inserido na corrente neorrealista, a sua escrita combina a análise crítica e social com a análise psicológica da família pequeno-burguesa.
Faleceu em Lisboa em 1985.
O espólio literário de Faure da Rosa foi inicialmente incorporado no Museu do Neo-Realismo pela viúva do escritor em 1994, sendo posteriormente completado pelos filhos. A formalização da doação pelos herdeiros ocorreu em 2009.
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