"O Messianismo de Teixeira de Pascoaes e a Educação dos Portugueses" de Manuel Ferreira Patrício - 1ª Edição1996
Preço: 10 €"O Messianismo de Teixeira de Pascoaes e a Educação dos Portugueses" de Manuel Ferreira Patrício - 1ª Edição1996
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
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- Id do anunciante89LL
Descrição
"O Messianismo de Teixeira de Pascoaes e a Educação dos Portugueses"
de Manuel Ferreira Patrício
Com dedicatória e Autógrafo do Autor
1ª Edição1996
INCM - Imprensa Nacional - Casa da Moeda
Coleção Temas Portugueses
132 Páginas
O messianismo de Teixeira de Pascoaes fundamenta-se no Saudosismo, uma corrente espiritualista que vê na "Saudade" a essência metafísica da alma portuguesa e o motor para um renascimento nacional. Na educação, este pensamento manifesta-se como uma pedagogia da identidade, detalhada em obras como Arte de Ser Português.
Pascoaes defendia que a educação deveria libertar-se de modelos estrangeiros e enraizar-se nas tradições lusas, no folclore, na paisagem e nas figuras históricas como Camões, o "eterno pai" da consciência nacional.
---
Manuel Ferreira Patrício nasceu a 23 de Setembro de 1938, na vila de Montargil, concelho de Ponte de Sôr, distrito de Portalegre.
O seu percurso académico e profissional foi talhado a pulso de vontade e esforço pessoais, pautado pela riqueza e diversidade, ainda que coerente e congruente. Na verdade, escolheu a Educação para ser o seu mundo, o mundo da sua intervenção na vida, quer profissional quer intelectualmente. Desde muito cedo lhe surgiu o interesse pela cultura, pela música, pela filosofia, pela poesia, pelo romance, pela intervenção social e cívica.
Durante cerca de cinquenta anos em que se dedicou à vida pública manteve-se fiel a dois grandes eixos da existência humana: o das coisas práticas, concretas e terrenas, a par do gosto pelas temáticas mais intelectuais e espirituais, colocadas na ordem do ideal.
Toda a sua vida, acção e obra exprimem a sua preocupação nuclear com a fundamentação filosófica do agir humano, sob todas as suas formas, com realce para o agir antropagógico, cuja teoria conceptual o próprio soube construir com clareza e rigor; isto é, a defesa da formação integral do homem, no sentido humanista personalista.
Sampaio Bruno mostrou-lhe com clareza que a verdadeira paideia não pode deixar de ser demopaideia; ou seja, a preocupação com a educação do povo e a convicção de que é possível melhorar a sociedade e contribuir para instaurar uma sociedade mais justa, mais livre, mais fraterna, mais culta, através da Educação. Esta ideia vinha de trás, de Platão da Politeia e de Coménio da Didáctica Magna.
Pedagogia, Educação e Filosofia são, por conseguinte, os três grandes pilares que enformam as especulações originais de Manuel Ferreira Patrício. A sua constelação teórica foi alimentada pela seiva de mestres de grande estirpe, onde se destacam: Platão, Jan Amós Coménio, Padre António Vieira, Teixeira de Pascoaes, Fernando Pessoa, Leonardo Coimbra, Almada Negreiros, José Ortega y Gasset, Delfim Santos, Padre Manuel Antunes e Agostinho da Silva.
Manuel Ferreira Patrício ensinou e marcou muitas gerações de portugueses nos vários graus de ensino e aí, tal como no desempenho de diversas outras funções, empenhou-se em ser um obreiro do humano , porque o seu amor a Portugal e aos portugueses foi, e foi para sempre, inequívoco.
Faleceu em Elvas, dia 11 de setembro de 2021, aos 82 anos de idade.
ESGOTADO NAS LIVRARIAS
BOM ESTADO - PORTES GRÁTIS
de Manuel Ferreira Patrício
Com dedicatória e Autógrafo do Autor
1ª Edição1996
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O messianismo de Teixeira de Pascoaes fundamenta-se no Saudosismo, uma corrente espiritualista que vê na "Saudade" a essência metafísica da alma portuguesa e o motor para um renascimento nacional. Na educação, este pensamento manifesta-se como uma pedagogia da identidade, detalhada em obras como Arte de Ser Português.
Pascoaes defendia que a educação deveria libertar-se de modelos estrangeiros e enraizar-se nas tradições lusas, no folclore, na paisagem e nas figuras históricas como Camões, o "eterno pai" da consciência nacional.
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Manuel Ferreira Patrício nasceu a 23 de Setembro de 1938, na vila de Montargil, concelho de Ponte de Sôr, distrito de Portalegre.
O seu percurso académico e profissional foi talhado a pulso de vontade e esforço pessoais, pautado pela riqueza e diversidade, ainda que coerente e congruente. Na verdade, escolheu a Educação para ser o seu mundo, o mundo da sua intervenção na vida, quer profissional quer intelectualmente. Desde muito cedo lhe surgiu o interesse pela cultura, pela música, pela filosofia, pela poesia, pelo romance, pela intervenção social e cívica.
Durante cerca de cinquenta anos em que se dedicou à vida pública manteve-se fiel a dois grandes eixos da existência humana: o das coisas práticas, concretas e terrenas, a par do gosto pelas temáticas mais intelectuais e espirituais, colocadas na ordem do ideal.
Toda a sua vida, acção e obra exprimem a sua preocupação nuclear com a fundamentação filosófica do agir humano, sob todas as suas formas, com realce para o agir antropagógico, cuja teoria conceptual o próprio soube construir com clareza e rigor; isto é, a defesa da formação integral do homem, no sentido humanista personalista.
Sampaio Bruno mostrou-lhe com clareza que a verdadeira paideia não pode deixar de ser demopaideia; ou seja, a preocupação com a educação do povo e a convicção de que é possível melhorar a sociedade e contribuir para instaurar uma sociedade mais justa, mais livre, mais fraterna, mais culta, através da Educação. Esta ideia vinha de trás, de Platão da Politeia e de Coménio da Didáctica Magna.
Pedagogia, Educação e Filosofia são, por conseguinte, os três grandes pilares que enformam as especulações originais de Manuel Ferreira Patrício. A sua constelação teórica foi alimentada pela seiva de mestres de grande estirpe, onde se destacam: Platão, Jan Amós Coménio, Padre António Vieira, Teixeira de Pascoaes, Fernando Pessoa, Leonardo Coimbra, Almada Negreiros, José Ortega y Gasset, Delfim Santos, Padre Manuel Antunes e Agostinho da Silva.
Manuel Ferreira Patrício ensinou e marcou muitas gerações de portugueses nos vários graus de ensino e aí, tal como no desempenho de diversas outras funções, empenhou-se em ser um obreiro do humano , porque o seu amor a Portugal e aos portugueses foi, e foi para sempre, inequívoco.
Faleceu em Elvas, dia 11 de setembro de 2021, aos 82 anos de idade.
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