"O Palheiro" de Miguel Barbosa - 1ª Edição de 1963


Especificações


Descrição

"O Palheiro"
de Miguel Barbosa

1ª Edição de 1963
Editorial Organizações Lda.
Coleção Antológica Best Sellers - Extra - D
76 Páginas

O Palheiro é uma das obras mais emblemáticas de Miguel Barbosa (1925 a 2019), um multifacetado autor português que se destacou na ficção, dramaturgia, poesia e pintura.

Trata-se de uma peça de teatro (drama) publicada originalmente em 1963 pela editora Organizações, em Lisboa. A obra é considerada um marco no percurso do autor, tendo sido mais tarde revista e publicada sob o título Os Profetas da Palha (1973).

A peça teve uma receção relevante no estrangeiro, incluindo uma estreia em Espanha.

Inserida no estilo neorrealista e existencialista de Barbosa, a obra explora frequentemente a condição humana e críticas sociais através de uma linguagem densa e simbólica.

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Miguel Barbosa
Ficcionista, dramaturgo, pintor e poeta português, nasceu a 23 de novembro de 1925, em Lisboa, e morreu a 10 de outubro de 2019, na mesma cidade.

Licenciado em Ciências Económicas e Financeiras pela Universidade de Lisboa.
Conhecido sobretudo como dramaturgo, a sua obra, não obstante o facto de ter sido frequentemente visada pela censura salazarista, alcançou o reconhecimento internacional, sendo objeto de traduções, de teses de licenciatura, e, no caso da dramaturgia, de várias representações por grupos estrangeiros.

Escritor cuja evolução literária tem sido marcada pela capacidade de praticar com mestria registos literários diversos, como o romance policial, o teatro, a poesia, a ficção, a todas esses atos criativos sendo comum a emergência da "saudade pelo 'Homem' em carne e osso unamuniano através da destruição de um 'homem' obtuso e pretensioso que, achando-se Deus, manipula a Natureza e os seres tornando-se numa mera caricatura trágica" (cf. FADDA, Sebastiana - "Miguel Barbosa entre o Sonho e a Realidade", posfácio a A Surpresa, Lisboa, 1991, p. 13).

Visando frequentemente a tecnocracia capitalista, o divórcio entre o homem e a ordem natural, a denúncia do absurdo existencial, resulta então, de forma irónica e violenta, num "convite à autocrítica, ao desmascaramento dos mecanismos de transfiguração e desmistificação do real e do ego, à participação e identificação que irmana os seres." (id. ibi., p. 14).

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