"O Quarto Equívoco" - O Poder dos Media na Sociedade Contemporânea de Mário Mesquita - 2ª Edição de 2004
Preço: 20 €"O Quarto Equívoco" - O Poder dos Media na Sociedade Contemporânea de Mário Mesquita - 2ª Edição de 2004
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
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- Id do anunciante61KK
Descrição
"O Quarto Equívoco"
O Poder dos Media na Sociedade Contemporânea
de Mário Mesquita
2ª Edição Revista de 2004
Edições Minerva - Coimbra
Coleção Minerva Ciências da Comunicação Nº 4
400 Páginas
Os media são lugares onde vários poderes se cruzam e concentram. Poderes políticos, financeiros, comerciais, tecnológicos e corporativos entre eles, o poder profissional de jornalistas exercem-se nas televisões, nas rádios, nos jornais, nos sítios da web. As metáforas do quarto ou do primeiro poder, além de traduzirem o prestígio do número na nossa cultura, emanam, por vezes, dos seus (reais ou eventuais) beneficiários, enquanto, noutros casos, traduzem a decepção de actores políticos e sociais que se sentem desapossados de prerrogativas tradicionais. Por isso faz todo o sentido perguntar: quarto poder ou quarto equívoco?
Os artigos reunidos neste ensaio correspondem a textos insertos em revistas especializadas, aulas, conferências, palestras e intervenções em colóquios, e Mário Mesquita agrupou-os em cinco grandes capítulos: Actualidades, Poderes, Perspectivas, Deontologias e Cerimoniais.
in JL em 7/1/2004
Mitos e realidades do "quarto poder", numa recolha de textos densos e críticos. (...) No final da sua introdução, Mário Mesquita diz esperar que o seu livro não seja lido «à luz do binómio "pessimismo versus optimismo"», preferindo que o encaremos apenas «como uma tentativa para compreender alguns aspectos da crise do jornalismo na sociedade contemporânea». Mas se de facto em mais de 350 páginas de ensaios, artigos e conferências, escritas ao longo de uma década, em circunstâncias e com objectivos diferentes, esse objectivo é efectivamente patente, também é verdade que é uma obra muito crítica em relação às práticas jornalísticas dos últimos anos, encaradas de modo bastante desabusado.
José Gabriel Viegas in suplemento «Actual» (Expresso) em 7/2/2004
«O Quarto Equívoco - O Poder dos Media na Sociedade Contemporânea» inclui algumas das melhores análises produzidas sobre a influência dos "media" e o papel neles desempenhado pelos jornalistas do nosso tempo. Alguns dos seus capítulos (...) são simplesmente notáveis, do melhor que sobre essa matéria já foi feito, e não só em Portugal.
José Gabriel Viegas in suplemento «Actual» (Expresso) em 7/2/2004
---
Açoriano radicado em Lisboa desde os 17 anos, Mário Mesquita (1950 a 2022) foi jornalista e professor de comunicação. Aos 21 anos ingressou nos quadros do jornal República, aos 25 era diretor-adjunto e aos 28, diretor do Diário de Notícias, cargo que exerceu durante oito anos. Foi também diretor do Diário de Lisboa (1989 a 1990) e colunista do Público, Diário de Notícias e Jornal de Notícias. Aos 19 anos aderiu à Ação Socialista Portuguesa e, aos 23, foi membro fundador do Partido Socialista. Após o 25 de Abril de 1974, foi eleito deputado à Assembleia Constituinte e à Assembleia da República, tendo sido um dos principais responsáveis pela redação do articulado sobre a Comunicação Social. Em 1978, demitiu-se do partido e afastou-se da política profissional. Licenciado em Comunicação Social pela Universidade Católica de Lovaina, ajudou a fundar a licenciatura em Jornalismo da Universidade de Coimbra e lecionou na NOVA-FCSH, na Escola Superior de Comunicação Social e na Universidade Lusófona. Foi administrador executivo da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento e vice-presidente da Entidade Reguladora para a Comunicação Social. Publicou mais de dez livros sobre jornalismo, comunicação e história contemporânea.
ESGOTADO NAS LIVRARIAS
BOM ESTADO - PORTES GRÁTIS
O Poder dos Media na Sociedade Contemporânea
de Mário Mesquita
2ª Edição Revista de 2004
Edições Minerva - Coimbra
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Os media são lugares onde vários poderes se cruzam e concentram. Poderes políticos, financeiros, comerciais, tecnológicos e corporativos entre eles, o poder profissional de jornalistas exercem-se nas televisões, nas rádios, nos jornais, nos sítios da web. As metáforas do quarto ou do primeiro poder, além de traduzirem o prestígio do número na nossa cultura, emanam, por vezes, dos seus (reais ou eventuais) beneficiários, enquanto, noutros casos, traduzem a decepção de actores políticos e sociais que se sentem desapossados de prerrogativas tradicionais. Por isso faz todo o sentido perguntar: quarto poder ou quarto equívoco?
Os artigos reunidos neste ensaio correspondem a textos insertos em revistas especializadas, aulas, conferências, palestras e intervenções em colóquios, e Mário Mesquita agrupou-os em cinco grandes capítulos: Actualidades, Poderes, Perspectivas, Deontologias e Cerimoniais.
in JL em 7/1/2004
Mitos e realidades do "quarto poder", numa recolha de textos densos e críticos. (...) No final da sua introdução, Mário Mesquita diz esperar que o seu livro não seja lido «à luz do binómio "pessimismo versus optimismo"», preferindo que o encaremos apenas «como uma tentativa para compreender alguns aspectos da crise do jornalismo na sociedade contemporânea». Mas se de facto em mais de 350 páginas de ensaios, artigos e conferências, escritas ao longo de uma década, em circunstâncias e com objectivos diferentes, esse objectivo é efectivamente patente, também é verdade que é uma obra muito crítica em relação às práticas jornalísticas dos últimos anos, encaradas de modo bastante desabusado.
José Gabriel Viegas in suplemento «Actual» (Expresso) em 7/2/2004
«O Quarto Equívoco - O Poder dos Media na Sociedade Contemporânea» inclui algumas das melhores análises produzidas sobre a influência dos "media" e o papel neles desempenhado pelos jornalistas do nosso tempo. Alguns dos seus capítulos (...) são simplesmente notáveis, do melhor que sobre essa matéria já foi feito, e não só em Portugal.
José Gabriel Viegas in suplemento «Actual» (Expresso) em 7/2/2004
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Açoriano radicado em Lisboa desde os 17 anos, Mário Mesquita (1950 a 2022) foi jornalista e professor de comunicação. Aos 21 anos ingressou nos quadros do jornal República, aos 25 era diretor-adjunto e aos 28, diretor do Diário de Notícias, cargo que exerceu durante oito anos. Foi também diretor do Diário de Lisboa (1989 a 1990) e colunista do Público, Diário de Notícias e Jornal de Notícias. Aos 19 anos aderiu à Ação Socialista Portuguesa e, aos 23, foi membro fundador do Partido Socialista. Após o 25 de Abril de 1974, foi eleito deputado à Assembleia Constituinte e à Assembleia da República, tendo sido um dos principais responsáveis pela redação do articulado sobre a Comunicação Social. Em 1978, demitiu-se do partido e afastou-se da política profissional. Licenciado em Comunicação Social pela Universidade Católica de Lovaina, ajudou a fundar a licenciatura em Jornalismo da Universidade de Coimbra e lecionou na NOVA-FCSH, na Escola Superior de Comunicação Social e na Universidade Lusófona. Foi administrador executivo da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento e vice-presidente da Entidade Reguladora para a Comunicação Social. Publicou mais de dez livros sobre jornalismo, comunicação e história contemporânea.
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