"O Segundo Diário Mínimo" de Umberto Eco - 2ª Edição de 1993

"O Segundo Diário Mínimo" de Umberto Eco - 2ª Edição de 1993

"O Segundo Diário Mínimo"
de Umberto Eco

2ª Edição de 1993
DIFEL Editorial
Coleção Documento e Ensaio
400 Páginas

Em 1963 publicava-se Diário Mínimo, uma colectânea de divertissements e paródias literárias, que desde então foi regularmente reeditada e apresta-se a já conta com mais de quarenta anos de afortunada e constante presença nas livrarias e à cabeceira de pelo menos três gerações de leitores. Porém, até aos dias de hoje, Umberto Eco não parou de elaborar outros «diários mínimos», publicando alguns aqui e acolá e confiando outros só à tradição oral (como aconteceu com algumas chansons à boire filosóficas).
Aqui temos então, nesta nova colectânea, alguns textos já célebres, outros ainda desconhecidos e outros ainda reeditados «a pedido geral», como aquele livrinho de história da filosofia em versos (Filósofos em Liberdade) que se tornara já uma peça de alfarrabista. Para a ocasião o autor seleccionou também Le bustine di Minerva mais divertidas, publicadas no semanário L Espresso de 1986 até hoje.
De seguida temos a análise literária de «Três Corujas no Tremó», os textos da Cacopedia, a entrevista com Pietro Micca, a inflamada história galáctica de «Estrelas e Estrelinhas», um inédito de Dante sobre Saussure, Proust, Mann e Joyce trocados por miúdos, o Hino Sagrado sobre a Gnose de Manzoni, as aventuras de PP2, um diálogo entre computadoristas babilónicos de há sete mil anos e uma série de «Instruções para o Uso» em que se explica como abrir um embrulho, como ter férias inteligentes, como comportar-se com os Bonga, como comer no avião, como viajar com um salmão, como não dizer «exacto», como interagir com um taxista, o que fazer quando se perdeu a carta de condução, além de uma secção de jogos verbais, lipogramas, anagramas e pangramas... Tudo para ler em voz alta com os amigos, para apreciar em silêncio, para usar experimentando variações pessoais.
O fio condutor de todos os textos que renovarão o prazer dos fiéis dos primeiros «diários mínimos», mas também conquistarão e deliciarão os que os ignoravam é o de um aparente «deixem-me divertir» que porém deixa transparecer sempre uma irónica indignação sobre episódios do costume nacional, um afectuoso à vontade com os temas culturais que outros tinham sabido tornar impérvios e um constante sentimento da linguagem como terreno de jogo.

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Escritor e homem de letras italiano, Umberto Eco nasceu a 5 de janeiro de 1932 em Alessandria (Piemonte) e morreu a 19 de fevereiro de 2016. Pouco se sabe sobre as suas origens e a sua infância, salvo que revelou extrema precocidade ao doutorar-se pela Universidade de Turim com apenas vinte e dois anos de idade, em 1954, apresentando para o efeito uma tese consagrada ao pensamento filosófico de São Tomás de Aquino "O Problema Estético em S. Tomás de Aquino".
Em 1980 publicou o seu primeiro romance, "Il Nome Della Rosa" (O Nome da Rosa), obra que foi imediatamente considerada como um clássico da literatura mundial. Contando as andanças de um monge do século XIV que é chamado a uma abadia beneditina para solucionar um crime, Eco restabelecia a velha contenda entre o mundo material e o espiritual. A obra foi adaptada com sucesso para o cinema em 1986, pela mão do realizador Jean-Jacques Annaud.

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Etiquetas: Literatura

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Raul Ribeiro

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