"O Senhor do Mar" de Jean-Jacques Antier 1ª Edição de 2003
Preço: 8 €"O Senhor do Mar" de Jean-Jacques Antier 1ª Edição de 2003
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio44049084
- Id do anunciante60xx
Descrição
"O Senhor do Mar"
de Jean-Jacques Antier
1ª Edição de 2003
Editorial Inquérito
Coleção Os Homens e o Mar
260 Páginas
No ano de 1840 a navegação à vela está no seu apogeu e o grande clipper - suprassumo de três milénios de construção naval - é dono dos oceanos. Os veleiros, catedrais de pano branco, mastros espetados contra o sol do Atlântico, navegando ao sabor dos alíseos, dobrando o Horn contra ventos e correntes, medindo forças com as vagas gigantes, rindo-se dos icebergues, são os Senhores do mar. É então que o desenvolvimento do vapor os vai confrontar com outros navios, propulsionados por rodas de pás e máquinas de fogo.
O mesmo fogo que desde sempre assombrou os marinheiros, sobre barcos de madeira com cordoamento oleado. Poeira de carvão, sujidade dos lubrificantes, calor intolerável, falta de ar e de liberdade. Esses navios, dizem os dos veleiros, são da marinha do diabo.
É uma história fabulosa que nos conta aqui Jean-Jacques Antier. Um combate de gigantes, onde se defrontam o steamer-ship La Rose de Honfleur e o mais rápido dos veleiros de longo curso, La Jolie Dame, entre o Havre e Nova Iorque.
Uma corrida alucinante, pontuada de dramas e de tempestades, um desafio insensato para o qual os comandantes rivais estão prontos a tudo sacrificar.
Carregados de emigrantes, os dois navios vão jogar uma partida fantástica cuja parada é capital. O amor, a morte, a paixão atravessam esta extraordinária aventura humana, à medida dos que a inspiraram: Os Senhores do Mar.
---
Jean-Jacques Antier nasceu em Rouen em 1928 e morreu em 2023. Após os estudos secundários no colégio de Rouen e o doloroso interlúdio da guerra, onde se envolveu em defesa passiva, ele começou uma carreira como jornalista aos dezoito anos. Ele começou no jornal diário Paris-Normandie e como correspondente em Rouen e Le Havre para o jornal naval Cols Bleus. Essa experiência lhe deu a oportunidade perfeita de navegar por todos os mares, já que não conseguiu se tornar o que queria: um velejador profissional. Ele também contribui para a maioria dos jornais diários provinciais franceses (grupo Ouest-France) e para Paris: Paris-Match, Historama, Historia, Le Pèlerin, bem como para vários meios de comunicação audiovisuais.
Depois de um período em Paris (1948 a 1958), Jean-Jacques Antier mudou-se para Cannes, onde vive até hoje. Dedica-se apaixonadamente a trabalhos sobre história marítima, da qual se tornou, depois de mais de vinte obras sobre o tema, um dos maiores especialistas.
Jean-Jacques Antier tentou com sucesso outros gêneros literários: biografia (ele se especializou em biografias religiosas, incluindo Charles de Foucauld e Thérèse d'Avila),
romance histórico, obras sobre espiritualidade e documentos históricos. Ele também colaborou em obras coletivas, notadamente Le Grand Quid Illustré. Sua obra hoje inclui mais de cinquenta livros.
Jean-Jacques Antier é membro da Academia de Rouen e da Academia de Var desde 1966 e membro da Société des Gens de Lettres.
COMO NOVO - PORTES GRÁTIS
de Jean-Jacques Antier
1ª Edição de 2003
Editorial Inquérito
Coleção Os Homens e o Mar
260 Páginas
No ano de 1840 a navegação à vela está no seu apogeu e o grande clipper - suprassumo de três milénios de construção naval - é dono dos oceanos. Os veleiros, catedrais de pano branco, mastros espetados contra o sol do Atlântico, navegando ao sabor dos alíseos, dobrando o Horn contra ventos e correntes, medindo forças com as vagas gigantes, rindo-se dos icebergues, são os Senhores do mar. É então que o desenvolvimento do vapor os vai confrontar com outros navios, propulsionados por rodas de pás e máquinas de fogo.
O mesmo fogo que desde sempre assombrou os marinheiros, sobre barcos de madeira com cordoamento oleado. Poeira de carvão, sujidade dos lubrificantes, calor intolerável, falta de ar e de liberdade. Esses navios, dizem os dos veleiros, são da marinha do diabo.
É uma história fabulosa que nos conta aqui Jean-Jacques Antier. Um combate de gigantes, onde se defrontam o steamer-ship La Rose de Honfleur e o mais rápido dos veleiros de longo curso, La Jolie Dame, entre o Havre e Nova Iorque.
Uma corrida alucinante, pontuada de dramas e de tempestades, um desafio insensato para o qual os comandantes rivais estão prontos a tudo sacrificar.
Carregados de emigrantes, os dois navios vão jogar uma partida fantástica cuja parada é capital. O amor, a morte, a paixão atravessam esta extraordinária aventura humana, à medida dos que a inspiraram: Os Senhores do Mar.
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Jean-Jacques Antier nasceu em Rouen em 1928 e morreu em 2023. Após os estudos secundários no colégio de Rouen e o doloroso interlúdio da guerra, onde se envolveu em defesa passiva, ele começou uma carreira como jornalista aos dezoito anos. Ele começou no jornal diário Paris-Normandie e como correspondente em Rouen e Le Havre para o jornal naval Cols Bleus. Essa experiência lhe deu a oportunidade perfeita de navegar por todos os mares, já que não conseguiu se tornar o que queria: um velejador profissional. Ele também contribui para a maioria dos jornais diários provinciais franceses (grupo Ouest-France) e para Paris: Paris-Match, Historama, Historia, Le Pèlerin, bem como para vários meios de comunicação audiovisuais.
Depois de um período em Paris (1948 a 1958), Jean-Jacques Antier mudou-se para Cannes, onde vive até hoje. Dedica-se apaixonadamente a trabalhos sobre história marítima, da qual se tornou, depois de mais de vinte obras sobre o tema, um dos maiores especialistas.
Jean-Jacques Antier tentou com sucesso outros gêneros literários: biografia (ele se especializou em biografias religiosas, incluindo Charles de Foucauld e Thérèse d'Avila),
romance histórico, obras sobre espiritualidade e documentos históricos. Ele também colaborou em obras coletivas, notadamente Le Grand Quid Illustré. Sua obra hoje inclui mais de cinquenta livros.
Jean-Jacques Antier é membro da Academia de Rouen e da Academia de Var desde 1966 e membro da Société des Gens de Lettres.
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