"O SENHOR VENTURA" de Miguel Torga - 2ª Edição de 1985
Preço: 10 €"O SENHOR VENTURA" de Miguel Torga - 2ª Edição de 1985
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio43570793
- Id do anunciante16pp
Descrição
"O SENHOR VENTURA"
de Miguel Torga
Prefácio de Miguel Torga
2ª Edição Refundida de 1985
Edição do Autor
160 Páginas
O Senhor Ventura é a história de amor e morte de um emigrante português que procura infrutiferamente opor-se a um destino trágico.
Escrito em 1943, O Senhor Ventura apresenta-nos a figura de um português errante por terras do Oriente, uma figura com uma longa tradição na literatura portuguesa, desde Os Lusiadas ou a Peregrinação de Fernão Mendes Pinto até O Mandarim de Eça. O senhor Ventura, personagem que parece O extraída do melhor romance picaresco, sai do seu Alentejo natal para se lançar a uma vida de aventuras pela China, que o levará ao desempenho das mais diversas actividades, nem sempre legais. A viagem serve-lhe também como descobrimento da amizade e do amor que o protagonista vive de forma atormentada. A figura do senhor Ventura personifica o triunfo da vontade, mas também propicia uma reflexão sobre uma certa ideia de Portugal. Nesta personagem, Miguel Torga reivindica a recuperação do espírito intrépido e aventureiro dos portugueses da época dos Descobrimentos.
---
Miguel Torga
Pseudónimo de Adolfo Correia da Rocha, autor de uma vasta produção literária, largamente reconhecida e traduzida em várias línguas. Nasceu em S. Martinho de Anta em 1907. Depois de uma experiência de emigração no Brasil durante a adolescência, cursou Medicina em Coimbra, onde passou a viver e onde veio a falecer em 1995. Foi poeta presencista numa primeira fase; a sua obra abordou temas sociais como a justiça e a liberdade, o amor, a angústia da morte, e deixou transparecer uma aliança íntima e permanente entre o homem e a terra. Estreou-se com Ansiedade, destacando-se no domínio da poesia com Orfeu Rebelde, Cântico do Homem, bem como através de muitos poemas dispersos pelos dezasseis volumes do seu Diário; na obra de ficção distinguimos A Criação do Mundo, Bichos, Novos Contos da Montanha, entre outros. O Diário ocupa um lugar de grande relevo na sua obra. Também como escritor dramático, publicou três obras intituladas Terra Firme, Mar e O Paraíso. Recebeu, entre outros, o Prémio Montaigne em 1981, o Prémio Camões em 1989 e o Prémio Vida Literária (atribuído pela Associação Portuguesa de Escritores) em 1992.
ESGOTADO NESTA EDIÇÃO
BOM ESTADO - PORTES GRÁTIS
de Miguel Torga
Prefácio de Miguel Torga
2ª Edição Refundida de 1985
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160 Páginas
O Senhor Ventura é a história de amor e morte de um emigrante português que procura infrutiferamente opor-se a um destino trágico.
Escrito em 1943, O Senhor Ventura apresenta-nos a figura de um português errante por terras do Oriente, uma figura com uma longa tradição na literatura portuguesa, desde Os Lusiadas ou a Peregrinação de Fernão Mendes Pinto até O Mandarim de Eça. O senhor Ventura, personagem que parece O extraída do melhor romance picaresco, sai do seu Alentejo natal para se lançar a uma vida de aventuras pela China, que o levará ao desempenho das mais diversas actividades, nem sempre legais. A viagem serve-lhe também como descobrimento da amizade e do amor que o protagonista vive de forma atormentada. A figura do senhor Ventura personifica o triunfo da vontade, mas também propicia uma reflexão sobre uma certa ideia de Portugal. Nesta personagem, Miguel Torga reivindica a recuperação do espírito intrépido e aventureiro dos portugueses da época dos Descobrimentos.
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Miguel Torga
Pseudónimo de Adolfo Correia da Rocha, autor de uma vasta produção literária, largamente reconhecida e traduzida em várias línguas. Nasceu em S. Martinho de Anta em 1907. Depois de uma experiência de emigração no Brasil durante a adolescência, cursou Medicina em Coimbra, onde passou a viver e onde veio a falecer em 1995. Foi poeta presencista numa primeira fase; a sua obra abordou temas sociais como a justiça e a liberdade, o amor, a angústia da morte, e deixou transparecer uma aliança íntima e permanente entre o homem e a terra. Estreou-se com Ansiedade, destacando-se no domínio da poesia com Orfeu Rebelde, Cântico do Homem, bem como através de muitos poemas dispersos pelos dezasseis volumes do seu Diário; na obra de ficção distinguimos A Criação do Mundo, Bichos, Novos Contos da Montanha, entre outros. O Diário ocupa um lugar de grande relevo na sua obra. Também como escritor dramático, publicou três obras intituladas Terra Firme, Mar e O Paraíso. Recebeu, entre outros, o Prémio Montaigne em 1981, o Prémio Camões em 1989 e o Prémio Vida Literária (atribuído pela Associação Portuguesa de Escritores) em 1992.
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