"O ÚLTIMO OLHAR DE MANÚ MIRANDA" de Orlando da Costa - 1ª Edição de 2000


Especificações


Descrição

"O ÚLTIMO OLHAR DE MANÚ MIRANDA"
de Orlando da Costa

1ª Edição de 2000
Âncora Editora
328 Páginas

Com este romance, Orlando da Costa, regressa ao mundo das suas origens, recriado numa narrativa admirável de escrita e sensibilidade. Uma obra de ficção pausada e envolvente, em que lugar e tempo, personagens e destinos assumem, entre o real e o imaginário, uma relação de cumplicidade, tecida de ancestralidade e idiossincrasias. Ao longo de um percurso de ritual genealógico e de reconhecimento das raízes de uma identidade nativa, moldada em tradições, crenças e transgressões, superstições, sentimentos e sensualidade, o autor revela, nas páginas desta notável obra romanesca, uma original dimensão de vivência das últimas décadas do período colonial português em Goa, dando-nos mais um testemunho singular da sua grande qualidade literária.

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Orlando da Costa
avaliação dos leitores (1 comentário)Poeta, ficcionista e autor dramático português nascido em 1929, em Lourenço Marques (hoje Maputo), em Moçambique, e falecido a 27 de janeiro de 2006, em Lisboa, tendo vivido a infância e a adolescência na antiga Índia Portuguesa. Licenciou-se em Ciências Histórico-Filosóficas pela Faculdade de Letras de Lisboa e exerceu a profissão de técnico de publicidade. Iniciou a sua carreira literária com a publicação de obras de poesia situadas no contexto de uma segunda geração neo-realista, afirmada nos anos 50, sendo os seus primeiros três livros de poesia, A Estrada e a Voz (1951), Os Olhos sem Fronteira (1953) e Sete Odes do Canto Comum (1955), todos editados pela coleção "Cancioneiro Geral". Nessas coletâneas, dá continuidade a uma poesia empenhada, de exortação fraterna e de esperança, evocando os "homens que a estrada juntou" e "que a estrada batizou" (Batismo), caminhando para um "horizonte (que) será de espigas" ("Vertente"). Afirmou-se, na década seguinte, no domínio da ficção com O Signo da Ira (1961) e Podem Chamar-me Eurídice (1964), romances de intenção social que seriam proibidos pela censura, sendo, ao primeiro romance, só levantada a sua proibição após ter recebido o Prémio Ricardo Malheiros, em 1962. As mesmas dificuldades seriam levantadas a Podem Chamar-me Eurídice, apenas amplamente difundido em 1974.

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