"Origens e Evolução do Movimento dos Capitães" de Dinis de Almeida - 2ª Edição de 1977
Preço: 20 €"Origens e Evolução do Movimento dos Capitães" de Dinis de Almeida - 2ª Edição de 1977
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio44739886
- Id do anunciante8KK
Descrição
"Origens e Evolução do Movimento dos Capitães"
Subsídios para uma melhor compreensão
de Dinis de Almeida
2ª Edição de 1977
Edições Sociais
478 Páginas
O Movimento dos Capitães, embrião do MFA, surgiu em 1973 em Portugal como resposta ao desgaste da Guerra Colonial e a problemas profissionais, evoluindo de uma reivindicação corporativa para um golpe militar que derrubou o Estado Novo a 25 de Abril de 1974. A contestação ao decreto-lei 353/73 e a falta de soluções militares para o conflito em África foram as principais causas, levando a reuniões clandestinas, sendo o Encontro de Alcáçovas (9 de setembro de 1973) um marco fundacional para a organização de um golpe que restaurasse o prestígio militar e democratizasse o país.
Este livro pretende um esclarecimento para uma melhor desmistificação de todos os que, nunca tendo tomado parte do Movimento dos Capitães, não só sempre alardearam pertencer-lhe e se apresentaram como falsos arautos de uma causa pela qual nunca combateram, como também sempre contribuíram para a sua destruição.
Contém capitulo com fac-símile de panfletos, circulares, folhetos e documentos do protocolo de comunicações (nomes dos oficiais de ligação, esquemas das redes rádio, agrupamentos de unidades militares por sectores, códigos das entidades envolvidas, descodificação e sistemas de autenticação).
---
Eduardo Diniz Leitão dos Santos Almeida (Lisboa, 7 de julho de 1944 16 de Maio de 2021) foi um dos militares co-organizadores do 25 de Abril de 1974. Destacou-se na resistência do Regimento de Artilharia Ligeira de Lisboa (RALIS) às forças spínolistas a 11 de Março de 1975. Militar politicamente ativo no período do Processo Revolucionário em Curso (PREC), ficou então conhecido como o "Fittipaldi das Chaimites", sendo no término deste tempo um dos derrotados do 25 de Novembro de 1975.
Durante a democracia continuou a atividade cívica como psicólogo pro-bono, e como político.
ESGOTADO NAS LIVRARIAS
COM ALGUNS SUBLINHADOS A TINTA (MUITO POUCOS) QUE EM NADA PREJUDICAM A LEITURA
PORTES GRÁTIS
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O Movimento dos Capitães, embrião do MFA, surgiu em 1973 em Portugal como resposta ao desgaste da Guerra Colonial e a problemas profissionais, evoluindo de uma reivindicação corporativa para um golpe militar que derrubou o Estado Novo a 25 de Abril de 1974. A contestação ao decreto-lei 353/73 e a falta de soluções militares para o conflito em África foram as principais causas, levando a reuniões clandestinas, sendo o Encontro de Alcáçovas (9 de setembro de 1973) um marco fundacional para a organização de um golpe que restaurasse o prestígio militar e democratizasse o país.
Este livro pretende um esclarecimento para uma melhor desmistificação de todos os que, nunca tendo tomado parte do Movimento dos Capitães, não só sempre alardearam pertencer-lhe e se apresentaram como falsos arautos de uma causa pela qual nunca combateram, como também sempre contribuíram para a sua destruição.
Contém capitulo com fac-símile de panfletos, circulares, folhetos e documentos do protocolo de comunicações (nomes dos oficiais de ligação, esquemas das redes rádio, agrupamentos de unidades militares por sectores, códigos das entidades envolvidas, descodificação e sistemas de autenticação).
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Eduardo Diniz Leitão dos Santos Almeida (Lisboa, 7 de julho de 1944 16 de Maio de 2021) foi um dos militares co-organizadores do 25 de Abril de 1974. Destacou-se na resistência do Regimento de Artilharia Ligeira de Lisboa (RALIS) às forças spínolistas a 11 de Março de 1975. Militar politicamente ativo no período do Processo Revolucionário em Curso (PREC), ficou então conhecido como o "Fittipaldi das Chaimites", sendo no término deste tempo um dos derrotados do 25 de Novembro de 1975.
Durante a democracia continuou a atividade cívica como psicólogo pro-bono, e como político.
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