"Os Descolonizadores e o Crime de Traição à Pátria" de Silvino Silvério Marques, Luís Aguiar e Gilberto Santos e Castro - 1ª E
Preço: 20 €"Os Descolonizadores e o Crime de Traição à Pátria" de Silvino Silvério Marques, Luís Aguiar e Gilberto Santos e Castro - 1ª E
20 €
Ontem, 16:00
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio44824808
- Id do anunciante18MM
Descrição
"Os Descolonizadores e o Crime de Traição à Pátria"
de Silvino Silvério Marques, Luís Aguiar e Gilberto Santos e Castro
1ª Edição de 1983
Editora Ulisseia
386 Páginas
A obra inclui peças do processo decorrente da queixa apresentada em 28 de Dezembro de 1979, por um grupo de cidadãos portugueses encabeçado pelos autores, contra Mário Soares, Almeida Santos, Melo Antunes e muitos outros militares e políticos acusando-os de crime de traição à pátria, previsto no artº 141 do Código Penal e punido pelo nº 1 do artº 55 do mesmo código. Inclui a queixa, referências na imprensa, reacções da classe politica, promoções dos magistrados do Ministério Publico, recursos dos queixosos, recursos das decisões do Tribunal do 3º Juizo Criminal e do Tribunal da Relação de Lisboa, acórdáo do Supremo Tribunal de Justiça e comentários ao acórdão so STJ.
A obra desmonta o processo da denominada «descolonização», que os autores definem o como uma fraude com gravosas consequências para o país e para os portugueses.
Destacamos os pareceres e comentário contidos no final da obra, lavrados pelo Prof. Doutor Manuel Cavaleiro Ferreira, mestre de Direito Penal.
"Resolvemos apresentar em Tribunal a queixa contra os responsáveis pela denominada «descolonização» por sérias razões postas à nossa consciência de cidadãos portugueses que serviram empenhadamente no Ultramar e o conheceram, em território e populações, em profundidade. O Livro Negro da Descolonização, do Eng. Luís Aguiar, com sua densa informação e com a gravidade dos seus argumentos, fez transbordar o cálice
Quis-se manifestar repulsa pelo não cumprimento de compromissos assumidos por responsáveis do 25 de abril.
O processo que se publica para que se conheça, se esclareça e se ajuíze servirá de referência a quantos intervieram na denominada «descolonização» e nele próprio, deixando registada a forma como o fizeram. Servirá de documento para a História, já que, segundo o Supremo Tribunal de Justiça, e de acordo com o Governo, será a História a julgar
ESGOTADO E RARO
Exemplar com picos de acidez nas capas. miolo limpo.
BOM ESTADO - PORTES GRÁTIS
de Silvino Silvério Marques, Luís Aguiar e Gilberto Santos e Castro
1ª Edição de 1983
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A obra inclui peças do processo decorrente da queixa apresentada em 28 de Dezembro de 1979, por um grupo de cidadãos portugueses encabeçado pelos autores, contra Mário Soares, Almeida Santos, Melo Antunes e muitos outros militares e políticos acusando-os de crime de traição à pátria, previsto no artº 141 do Código Penal e punido pelo nº 1 do artº 55 do mesmo código. Inclui a queixa, referências na imprensa, reacções da classe politica, promoções dos magistrados do Ministério Publico, recursos dos queixosos, recursos das decisões do Tribunal do 3º Juizo Criminal e do Tribunal da Relação de Lisboa, acórdáo do Supremo Tribunal de Justiça e comentários ao acórdão so STJ.
A obra desmonta o processo da denominada «descolonização», que os autores definem o como uma fraude com gravosas consequências para o país e para os portugueses.
Destacamos os pareceres e comentário contidos no final da obra, lavrados pelo Prof. Doutor Manuel Cavaleiro Ferreira, mestre de Direito Penal.
"Resolvemos apresentar em Tribunal a queixa contra os responsáveis pela denominada «descolonização» por sérias razões postas à nossa consciência de cidadãos portugueses que serviram empenhadamente no Ultramar e o conheceram, em território e populações, em profundidade. O Livro Negro da Descolonização, do Eng. Luís Aguiar, com sua densa informação e com a gravidade dos seus argumentos, fez transbordar o cálice
Quis-se manifestar repulsa pelo não cumprimento de compromissos assumidos por responsáveis do 25 de abril.
O processo que se publica para que se conheça, se esclareça e se ajuíze servirá de referência a quantos intervieram na denominada «descolonização» e nele próprio, deixando registada a forma como o fizeram. Servirá de documento para a História, já que, segundo o Supremo Tribunal de Justiça, e de acordo com o Governo, será a História a julgar
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Raul Ribeiro
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Localização
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