"OS NÁUFRAGOS DO WAGER" - Uma História de Motim e Assassínio de David Grann - 1ª Edição de 2024
Preço: 12 €"OS NÁUFRAGOS DO WAGER" - Uma História de Motim e Assassínio de David Grann - 1ª Edição de 2024
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio44438841
- Id do anunciante70FF
Descrição
"OS NÁUFRAGOS DO WAGER" -
Uma História de Motim e Assassínio
de David Grann
1ª Edição de 2024
QUETZAL Editores
432 Páginas
Em 1742, uma embarcação rudimentar - com trinta homens à beira da morte - deu à costa no litoral do Brasil. Eram sobreviventes do Wager, um navio britânico que deixara a Inglaterra em 1740, parte de uma esquadra de navios de guerra com 2000 homens e uma missão secreta: perseguir e capturar um galeão espanhol cheio de tesouros.
Porém, o Wager acaba por naufragar numa ilha na costa da Patagónia. Seis meses depois, outra embarcação ainda mais decrépita deu à costa chilena com três náufragos que contavam uma história muito diferente: os trinta marinheiros que haviam desembarcado no Brasil não eram heróis - eram amotinados.
Entre acusações de traição, rebeldia, assassínio, tirania, quebra de autoridade, o Almirantado queria saber quem dizia a verdade - e enforcar os culpados. A narrativa de David Grann não explora apenas os perigos e a crueldade da vida no mar, desafiando o escorbuto, a violência e a morte: mostra como a cobiça e a ganância se desenvolveram no gene da humanidade e relata o custo físico e psicológico dessas campanhas imperiais.
Depois de, em A Cidade Perdida de Z, contar a história da busca de uma civilização perdida, de em Assassinos da Lua das Flores escrever sobre a tribo Osage cujos membros foram assassinados por causa do petróleo, e de em A Escuridão Branca descrever a solidão e a coragem de um homem atravessando a Antártica, neste livro, David Grann coloca o destino humano entre Moby Dick e Robinson Crusoe, em aventuras coloniais que glorificavam a violência, a exploração e a mentira. Mais do que uma história de motins, é uma história da humanidade.
---
David Grann (1967) é jornalista e escritor residente da revista The New Yorker e autor de, entre outros, Assassinos da Lua das Flores, publicado pela Quetzal e adaptado ao cinema por Martin Scorsese (finalista do National Book Award e vencedor do Prémio Edgar Allan Poe), A Escuridão Branca (também na Quetzal, Terra Incógnita) ou de A Cidade Perdida de Z.
ÓPTIMO ESTADO - PORTES GRÁTIS
Uma História de Motim e Assassínio
de David Grann
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Em 1742, uma embarcação rudimentar - com trinta homens à beira da morte - deu à costa no litoral do Brasil. Eram sobreviventes do Wager, um navio britânico que deixara a Inglaterra em 1740, parte de uma esquadra de navios de guerra com 2000 homens e uma missão secreta: perseguir e capturar um galeão espanhol cheio de tesouros.
Porém, o Wager acaba por naufragar numa ilha na costa da Patagónia. Seis meses depois, outra embarcação ainda mais decrépita deu à costa chilena com três náufragos que contavam uma história muito diferente: os trinta marinheiros que haviam desembarcado no Brasil não eram heróis - eram amotinados.
Entre acusações de traição, rebeldia, assassínio, tirania, quebra de autoridade, o Almirantado queria saber quem dizia a verdade - e enforcar os culpados. A narrativa de David Grann não explora apenas os perigos e a crueldade da vida no mar, desafiando o escorbuto, a violência e a morte: mostra como a cobiça e a ganância se desenvolveram no gene da humanidade e relata o custo físico e psicológico dessas campanhas imperiais.
Depois de, em A Cidade Perdida de Z, contar a história da busca de uma civilização perdida, de em Assassinos da Lua das Flores escrever sobre a tribo Osage cujos membros foram assassinados por causa do petróleo, e de em A Escuridão Branca descrever a solidão e a coragem de um homem atravessando a Antártica, neste livro, David Grann coloca o destino humano entre Moby Dick e Robinson Crusoe, em aventuras coloniais que glorificavam a violência, a exploração e a mentira. Mais do que uma história de motins, é uma história da humanidade.
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David Grann (1967) é jornalista e escritor residente da revista The New Yorker e autor de, entre outros, Assassinos da Lua das Flores, publicado pela Quetzal e adaptado ao cinema por Martin Scorsese (finalista do National Book Award e vencedor do Prémio Edgar Allan Poe), A Escuridão Branca (também na Quetzal, Terra Incógnita) ou de A Cidade Perdida de Z.
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