"PALAVRAS QUE CURAM" de Larry Dossey - 1ª Edição de 2001
Preço: 10 €"PALAVRAS QUE CURAM" de Larry Dossey - 1ª Edição de 2001
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio44524693
- Id do anunciante70GG
Descrição
"PALAVRAS QUE CURAM"
O Poser da Oração e a Prática da Medicina
de Larry Dossey
1ª Edição de 2001
Sinais de Fogo Publicações
Coleção Outro Olhar
374 Páginas
A oração pode curar? Isso não é novidade no mundo religioso. Mas, para a ciência, é uma revelação, confirmada por dezenas de testes laboratoriais citados por Larry Dossey. Em alternativa à noção tradicional judaico-cristã da oração como relação com um Deus transcendente, Dossey oferece a sua visão quase panteísta da oração como um "acontecimento não-local", dirigido ao Absoluto que existe em todas as coisas. Em qualquer dos casos, a oração aparentemente resulta.
Ao provar que a oração é um instrumento de cura tão válido e tão vital como os medicamentos ou a cirurgia, o Dr. Larry Dossey integra, de forma ousada, a ciência e a espiritualidade, eliminando a noção generalizada de que as duas se excluem mutuamente.
EXCERTO
Com o tempo, decidi que não utilizar a oração nos meus pacientes era equivalente a ocultar deliberadamente um medicamento potente ou um procedimento cirúrgico. Sentia que devia ser fiel às tradições da medicina científica, o que significa proceder através da informação científica e não contorná-la, independentemente do constrangimento que possa causar e do choque que possa provocar nas convicções preferidas de cada um. Não podia simplesmente ignorar a evidência da eficácia da oração sem me sentir um traidor da tradição científica. Assim, depois de pesar estes factores durante largos meses, cheguei à conclusão de que rezaria pelos meus doentes.
Mas como? Sentia que não podia rezar como tinha aprendido em criança. As velhas imagens da oração com que tinha crescido - implorando junto duma figura masculina, de raça branca, idosa, de barba e de túnica, que preferia o inglês - eram claramente insatisfatórias. Em criança, fazia listas intermináveis de toda a gente carente de que conseguia lembrar-me, que recitava obsessivamente e sem alegria ao Todo-Poderoso quase todos os dias.
Tinha tido o maior cuidado em especificar todos os resultados desejados, pois fora-me ensinado que era assim que se rezava. Mas isso já não me parecia bem, portanto inventei um ritual de oração que parecia conjugar-se com as minhas inclinações e convicções do momento. Ia para o consultório mais cedo todas as manhãs, queimava incenso com determinado cerimonial e entrava num estado de espírito de oração e meditação. À medida que o incenso ia enchendo a sala, invocava o Absoluto, pedindo apenas que fosse "feita a Sua vontade" nas vidas dos pacientes que ia ver na visita matinal do hospital, bem como nas dos que veria nesse dia no consultório. Por razões que analisarei mais adiante, nunca rezei por resultados específicos - para que fossem eliminados cancros, curados ataques cardíacos ou desaparecessem diabetes. - "Que prevaleça o melhor resultado possível" era a minha estratégia preferida, sem especificar o que significava o "melhor".
---
Larry Dossey formou-se em Farmácia na Universidade do Texas, em Austin, e em Medicina na Southwestern Medical School, em Dallas. Foi Chefe de Pessoal no Medical City Dallas Hospital, e co-presidente do Panel on Mind/Body Interventions do Office of Complementary and Alternative Medicine do National Institutes of Health. Fez também parte da Task Force de Hillary Clinton para a Reforma do Sistema de Saúde. Dirige actualmente o jornal Alternative Therapies in Health and Medicine.
ESGOTADO NAS LIVRARIAS
ÓPTIMO ESTADO - PORTES GRÁTIS
O Poser da Oração e a Prática da Medicina
de Larry Dossey
1ª Edição de 2001
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A oração pode curar? Isso não é novidade no mundo religioso. Mas, para a ciência, é uma revelação, confirmada por dezenas de testes laboratoriais citados por Larry Dossey. Em alternativa à noção tradicional judaico-cristã da oração como relação com um Deus transcendente, Dossey oferece a sua visão quase panteísta da oração como um "acontecimento não-local", dirigido ao Absoluto que existe em todas as coisas. Em qualquer dos casos, a oração aparentemente resulta.
Ao provar que a oração é um instrumento de cura tão válido e tão vital como os medicamentos ou a cirurgia, o Dr. Larry Dossey integra, de forma ousada, a ciência e a espiritualidade, eliminando a noção generalizada de que as duas se excluem mutuamente.
EXCERTO
Com o tempo, decidi que não utilizar a oração nos meus pacientes era equivalente a ocultar deliberadamente um medicamento potente ou um procedimento cirúrgico. Sentia que devia ser fiel às tradições da medicina científica, o que significa proceder através da informação científica e não contorná-la, independentemente do constrangimento que possa causar e do choque que possa provocar nas convicções preferidas de cada um. Não podia simplesmente ignorar a evidência da eficácia da oração sem me sentir um traidor da tradição científica. Assim, depois de pesar estes factores durante largos meses, cheguei à conclusão de que rezaria pelos meus doentes.
Mas como? Sentia que não podia rezar como tinha aprendido em criança. As velhas imagens da oração com que tinha crescido - implorando junto duma figura masculina, de raça branca, idosa, de barba e de túnica, que preferia o inglês - eram claramente insatisfatórias. Em criança, fazia listas intermináveis de toda a gente carente de que conseguia lembrar-me, que recitava obsessivamente e sem alegria ao Todo-Poderoso quase todos os dias.
Tinha tido o maior cuidado em especificar todos os resultados desejados, pois fora-me ensinado que era assim que se rezava. Mas isso já não me parecia bem, portanto inventei um ritual de oração que parecia conjugar-se com as minhas inclinações e convicções do momento. Ia para o consultório mais cedo todas as manhãs, queimava incenso com determinado cerimonial e entrava num estado de espírito de oração e meditação. À medida que o incenso ia enchendo a sala, invocava o Absoluto, pedindo apenas que fosse "feita a Sua vontade" nas vidas dos pacientes que ia ver na visita matinal do hospital, bem como nas dos que veria nesse dia no consultório. Por razões que analisarei mais adiante, nunca rezei por resultados específicos - para que fossem eliminados cancros, curados ataques cardíacos ou desaparecessem diabetes. - "Que prevaleça o melhor resultado possível" era a minha estratégia preferida, sem especificar o que significava o "melhor".
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Larry Dossey formou-se em Farmácia na Universidade do Texas, em Austin, e em Medicina na Southwestern Medical School, em Dallas. Foi Chefe de Pessoal no Medical City Dallas Hospital, e co-presidente do Panel on Mind/Body Interventions do Office of Complementary and Alternative Medicine do National Institutes of Health. Fez também parte da Task Force de Hillary Clinton para a Reforma do Sistema de Saúde. Dirige actualmente o jornal Alternative Therapies in Health and Medicine.
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