"POÉTICA DO SAUDOSISMO" de Fernando Guimarães - 1ª Edição de 1988
Preço: 10 €"POÉTICA DO SAUDOSISMO" de Fernando Guimarães - 1ª Edição de 1988
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
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- Id do anunciante11QQ
Descrição
"POÉTICA DO SAUDOSISMO"
de Fernando Guimarães
1ª Edição de 1988
Editorial Presença
Coleção Biblioteca de Textos Universitários Nº 94
212 Páginas
A obra "Poética do Saudosismo", publicada originalmente em 1988 pela Editorial Presença, é um dos ensaios fundamentais de Fernando Guimarães (1928-2025) para a compreensão das correntes estéticas em Portugal no início do século XX.
Neste estudo, o autor analisa o Saudosismo não apenas como um sentimento nostálgico, mas como um movimento estruturado de renovação espiritual e cultural, liderado por figuras como Teixeira de Pascoaes.
Pontos Centrais da Análise de Fernando Guimarães:
A "Renascença Lusitana": Guimarães examina o papel da sociedade e do seu manifesto de 1914 na tentativa de definir uma "autonomia espiritual" portuguesa contra influências estrangeiras.
Integração Estética: O ensaio situa o Saudosismo entre o Simbolismo e o Modernismo, explorando como a "Saudade" se tornou uma categoria filosófica e poética para autores da época.
Identidade Étnica e Moral: O autor destaca como o movimento procurava forças morais "essencialmente lusitanas" para educar e orientar o povo.Relação com outras Obras: Este título faz parte de uma trilogia crítica de Guimarães que inclui "Poética do Simbolismo em Portugal" e "Poética do Modernismo", oferecendo uma visão panorâmica da evolução literária nacional.
---
Fernando de Oliveira Guimarães nasceu no Porto a 3 de fevereiro de 1928 e morreu no Porto, 11 de julho de 2025. Notabilizou-se como poeta, ensaísta e tradutor. A sua obra ensaística orienta-se para o estudo de questões teóricas, ligadas à estética, e da evolução da poesia portuguesa nos últimos cem anos, a partir de grandes movimentos como o Simbolismo, o Saudosismo ou o Modernismo. Traduziu, em livro, poemas de Byron, Shelley, Keats, Dylon Thomas e, em colaboração com Maria de Lourdes Guimarães, Hugo von Hofmannsthal e Elaine Feinstein. Robert Bréchon (em Georges Le Gentil, La Littérature Portugaise) refere-se à sua obra poética nestes termos: «Il chante à mi-voix, avec une ardeur contenue, l'intimité du jour et de la nuit, des saisons et des heures, des fleures et des corps. Mais ce chant si simple a quelque chose de secret, en raison de ce que Rémy Hourcade appelle les "glissements métaphysiques" et les autres "procédés très stricts", qui constituent toute une savante rhétorique».
ESGOTADO NAS LIVRARIAS
Com assinatura de posse
BOM ESTADO - PORTES GRÁTIS
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A obra "Poética do Saudosismo", publicada originalmente em 1988 pela Editorial Presença, é um dos ensaios fundamentais de Fernando Guimarães (1928-2025) para a compreensão das correntes estéticas em Portugal no início do século XX.
Neste estudo, o autor analisa o Saudosismo não apenas como um sentimento nostálgico, mas como um movimento estruturado de renovação espiritual e cultural, liderado por figuras como Teixeira de Pascoaes.
Pontos Centrais da Análise de Fernando Guimarães:
A "Renascença Lusitana": Guimarães examina o papel da sociedade e do seu manifesto de 1914 na tentativa de definir uma "autonomia espiritual" portuguesa contra influências estrangeiras.
Integração Estética: O ensaio situa o Saudosismo entre o Simbolismo e o Modernismo, explorando como a "Saudade" se tornou uma categoria filosófica e poética para autores da época.
Identidade Étnica e Moral: O autor destaca como o movimento procurava forças morais "essencialmente lusitanas" para educar e orientar o povo.Relação com outras Obras: Este título faz parte de uma trilogia crítica de Guimarães que inclui "Poética do Simbolismo em Portugal" e "Poética do Modernismo", oferecendo uma visão panorâmica da evolução literária nacional.
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Fernando de Oliveira Guimarães nasceu no Porto a 3 de fevereiro de 1928 e morreu no Porto, 11 de julho de 2025. Notabilizou-se como poeta, ensaísta e tradutor. A sua obra ensaística orienta-se para o estudo de questões teóricas, ligadas à estética, e da evolução da poesia portuguesa nos últimos cem anos, a partir de grandes movimentos como o Simbolismo, o Saudosismo ou o Modernismo. Traduziu, em livro, poemas de Byron, Shelley, Keats, Dylon Thomas e, em colaboração com Maria de Lourdes Guimarães, Hugo von Hofmannsthal e Elaine Feinstein. Robert Bréchon (em Georges Le Gentil, La Littérature Portugaise) refere-se à sua obra poética nestes termos: «Il chante à mi-voix, avec une ardeur contenue, l'intimité du jour et de la nuit, des saisons et des heures, des fleures et des corps. Mais ce chant si simple a quelque chose de secret, en raison de ce que Rémy Hourcade appelle les "glissements métaphysiques" et les autres "procédés très stricts", qui constituent toute une savante rhétorique».
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