"PORTA DE MINERVA" de Branquinho da Fonseca - 3ª Edição de 1968


Especificações


Descrição

"PORTA DE MINERVA
de Branquinho da Fonseca

3ª Edição de 1968
Portugália Editora
Coleção Obras de Branquinho da Fonseca
320 Páginas

Publicado em 1947, Porta de Minerva é o único romance do escritor Branquinho da Fonseca. A obra inscreve-se nos parâmetros do denominado segundo modernismo português, conhecido também como presencismo, devido à importância, para o movimento, da revista Presença. As três figuras centrais deste movimento são José Régio, João Gaspar Simões e o próprio Branquinho da Fonseca. Esta contextualização fornece uma chave de leitura para Porta de Minerva, um romance que, de certo modo, representa uma ruptura, em Portugal, com o romance tradicional proveniente do romantismo, do realismo e do naturalismo. Opõe-se, também de modo claro, ao neo-realismo que, na altura, tinha um peso considerável nos meios literários. Se a obra pode ser exemplo de um conflito estético-literário, esse conflito é, claramente, o que divide presencistas e neo-realistas, fundamentalmente ao nível do sujeito da acção narrada. Enquanto os neo-realistas privilegiavam um sujeito social, colectivo, implicando uma visão politicamente comprometida da literatura, o romance de Branquinho da Fonseca contém os traços característicos do movimento presencista: individualismo, psicologismo e exploração da vida interior do eu.

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António José Branquinho da Fonseca (Mortágua, 04.05.1905 Cascais, 07.05.1974). Licenciou-se em Direito pela Universidade de Coimbra (1930), foi conservador do registo civil em Marvão e na Nazaré, conservador do Museu - Biblioteca de Cascais e Director dos serviços das bibliotecas itinerantes da Fundação Gulbenkian. Em Coimbra fundou a revista literária Tríptico e foi co-fundador da Presença, que dirigiu até 1930, e da revista Sinal. Publicou poemas, contos (em que foi mestre), novelas, romances e peças de teatro. Ficcionista escreveu Zonas (1931), Caminhos Magnéticos (1938, contos), Porta de Minerva (1947, romance), O Barão (1943, novela), Rio Turvo (1945, contos), Mar Santo (1952, novela), Bandeira Preta (1956, contos) e No Rasto do Corsário (1962). Poeta, deu a lume Poemas (1926) e Mar Coalhado (1932). A sua obra teatral, iniciada em 1928, com Posição de Guerra encontra-se reunida no volume Teatro (1973). Foi condecorado pela Presidência da República, a título póstumo, com o Grande-Oficialato da Ordem da Sant Iago da Espada, em 1981.

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