"Presença do Arquipélago de S. Tomé e Príncipe na Moderna Cultura Portuguesa" de Amândio César - 1ª Edição de 1968
Preço: 40 €"Presença do Arquipélago de S. Tomé e Príncipe na Moderna Cultura Portuguesa" de Amândio César - 1ª Edição de 1968
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio43744570
- Id do anunciante95rr
Descrição
"Presença do Arquipélago de S. Tomé e Príncipe na Moderna Cultura Portuguesa"
de Amândio César
Capa de António Lino
Desenho do Autor de Neves e Sousa
1ª Edição de 1968
Edição da Câmara Municipal de S. Tomé
280 Páginas
Profusamente ilustrado com 25 gravuras em separado, algumas desdobráveis
"Este é o testemunho que se apresenta e que pode dar ao leitor curioso conhecer uma imagem de S. Tomé e Príncipe, o mais completo possível, para compreender, pesar e apreciar através da sua evolução como aglomerado humano e inteiramente português, sob o trópico". Com ilustrações impressas em folhas separadas, algumas das quais dobráveis, com reproduções de obras de Rachel Roque Gameiro, Fausto Sampaio, Columbano, Julio Gil, Jorge Barradas, J. Bretes, Neves e Sousa, Mario de Oliveira e Curioso Pascoal Viegas, popular artista saotomense.
---
Amândio César Pires Monteiro (Arcos de Valdevez, 12 de Julho de 1921 - Lisboa, 10 de Agosto de 1987), ou simplesmente Amândio César como era conhecido, foi um poeta português.
Dedicou-se ao jornalismo, foi professor do Ensino Técnico, comentador da RTP, contista e critico literário, tendo sido elogiado por Jorge de Sena, David Mourão Ferreira, Maria de Lourdes Belchior, padre Manuel Fernandes, António Manuel Couto Viana, José Moreira e outros.
Foi um dos elementos do Grupo Poesia Nova, o fundador da revista «Quatro Ventos» (Braga, 1954 a 1957), assim como. dirigiu a revista de arte «Terra e Mar», redactor do Diário Ilustrado e ligado ao Diário Popular, ao Debate, à Rua, à Tribuna, à revista Resistência, ao Mundo, e à Emissora Nacional e a revista Altura.
Jorge de Sena escreveu: Os seus poemas, que documentam, principalmente nos primeiros livros, a orientação do grupo Poesia Nova, de que foi, com Fernando de Paços, um dos poetas mais autênticos e modernizantes, valem principalmente por um grande desatavio no uso da linguagem convencional da poesia, em que os sentimentos comuns são cantados com muita simplicidade e alguma nostalgia, às quais um fundo de religiosidade católica emprestou certo polemismo antebelicista, como certa inconformidade que no entanto radica no tradicionalismo .
ESGOTADO E RARO
BOM ESTADO - PORTES GRÁTIS
de Amândio César
Capa de António Lino
Desenho do Autor de Neves e Sousa
1ª Edição de 1968
Edição da Câmara Municipal de S. Tomé
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Profusamente ilustrado com 25 gravuras em separado, algumas desdobráveis
"Este é o testemunho que se apresenta e que pode dar ao leitor curioso conhecer uma imagem de S. Tomé e Príncipe, o mais completo possível, para compreender, pesar e apreciar através da sua evolução como aglomerado humano e inteiramente português, sob o trópico". Com ilustrações impressas em folhas separadas, algumas das quais dobráveis, com reproduções de obras de Rachel Roque Gameiro, Fausto Sampaio, Columbano, Julio Gil, Jorge Barradas, J. Bretes, Neves e Sousa, Mario de Oliveira e Curioso Pascoal Viegas, popular artista saotomense.
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Amândio César Pires Monteiro (Arcos de Valdevez, 12 de Julho de 1921 - Lisboa, 10 de Agosto de 1987), ou simplesmente Amândio César como era conhecido, foi um poeta português.
Dedicou-se ao jornalismo, foi professor do Ensino Técnico, comentador da RTP, contista e critico literário, tendo sido elogiado por Jorge de Sena, David Mourão Ferreira, Maria de Lourdes Belchior, padre Manuel Fernandes, António Manuel Couto Viana, José Moreira e outros.
Foi um dos elementos do Grupo Poesia Nova, o fundador da revista «Quatro Ventos» (Braga, 1954 a 1957), assim como. dirigiu a revista de arte «Terra e Mar», redactor do Diário Ilustrado e ligado ao Diário Popular, ao Debate, à Rua, à Tribuna, à revista Resistência, ao Mundo, e à Emissora Nacional e a revista Altura.
Jorge de Sena escreveu: Os seus poemas, que documentam, principalmente nos primeiros livros, a orientação do grupo Poesia Nova, de que foi, com Fernando de Paços, um dos poetas mais autênticos e modernizantes, valem principalmente por um grande desatavio no uso da linguagem convencional da poesia, em que os sentimentos comuns são cantados com muita simplicidade e alguma nostalgia, às quais um fundo de religiosidade católica emprestou certo polemismo antebelicista, como certa inconformidade que no entanto radica no tradicionalismo .
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Raul Ribeiro
Anunciante desde Abr. 2013
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Localização
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