"Prisioneiro do Estado" - O Diário Secreto de Zhao Ziyang de Zhao Ziyang - 1ª Edição de 2010


Especificações


Descrição

"Prisioneiro do Estado"
O Diário Secreto de Zhao Ziyang d
Zhao Ziyang

1ª Edição de 2010
Casa das Letras
360 Páginas

Prisioneiro do Estado é a apresentação quase integral do diário gravado de Zhao Ziyang durante a sua prisão domiciliária e retirado clandestinamente da China. Qual o significado deste diário? Antes de mais, trata-se da primeira vez que um dirigente chinês da importância de Zhao fala abertamente sobre a vida nas altas esferas políticas. Constitui um olhar íntimo sobre um dos regimes mais opacos do mundo. Ficamos a conhecer os triunfos e os fracassos, as jactâncias e as inseguranças do homem que tentou introduzir as mudanças liberais na China e que fez todos os possíveis para evitar o Massacre de Tiananmen. Constitui a versão de Zhao da História e talvez aqui ele apresente os seus argumentos para uma geração futura de líderes que poderão reanalisar o seu caso e decidir se ele deve ou não ser reabilitado na memória do Partido e da nação. A China que Zhao retrata neste livro não é nenhuma dinastia há muito desaparecida. É a China de hoje, cujos dirigentes aceitam a liberdade económica, mas continuam a intimidar e a prender qualquer pessoa que tente falar abertamente de mudanças políticas. A China continua a ser uma nação onde a obsessão do Partido com a sua própria perpetuação comanda o seu comportamento público e onde as vozes patrióticas inconformistas são silenciadas.

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Foi um momento emocionante para a China e para o resto do mundo. Em finais de 1987, no termo de um animado congresso do Partido Comunista que pareceu impelir a China para uma via mais progressista, emergiu uma nova equipa de dirigentes , liderada por um homem invulgarmente tranquilo, de nome Zhao Ziyang. Nos dois anos que se seguiram, no entanto, as coisas descontrolaram-se, tanto para a China como para Zhao. Medidas económicas erradas provocaram uma inflação galopante que desanimou os cidadãos chineses e criaram a oportunidade para que dirigentes mais cautelosos assumissem a autoridade e voltassem a impor os controles centralizados. E, em Abril de 1989, irromperam os protestos de Tiananmen. Quando lhes foi posto termo, menos de dois meses depois, Zhao estava afastado do poder e sob prisão domiciliária na sua residência numa ruela calma de Pequim. O agente de mudança mais promissor da China tinha caído em desgraça, assim como a política que defendia. Zhao passou em reclusão os últimos 16 anos de vida, até à sua morte em 2005.

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