"RTX 78/24" Teatro de António Gedeão - Edição de 1978
Preço: 12 €"RTX 78/24" Teatro de António Gedeão - Edição de 1978
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio44888003
- Id do anunciante8OO
Descrição
"RTX 78/24" Teatro
de António Gedeão
Edição de 1978
Guimarães Editores
Coleção: Teatro
140 Páginas
Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado no programa de português do 9º ano de escolaridade, destinado a leitura orientada na sala de aula - Grau de Dificuldade III.
Peça em dois actos e sete quadros, publicada em 1963. Da poesia para o teatro, António Gedeão resume ou amplifica alguns dos seus poemas: o sofrimento e a solidão dos homens. O personagem António (Gedeão?) vive num conflito íntimo, que atinge o sonho, entre «o que está bem» e «o que está mal», uma visão polémica de si próprio e da sociedade materialista e individualista que o rodeia. O Ideal, no mundo em que António vive, já aí não tem lugar.
A representação da peça foi proibida em 1971. "...Foi então que me veio à lembrança a leitura do meu nome na longa lista de concorrentes que viera no jornal. Rómulo de Carvalho?! Não, não me soava bem para o efeito... Porque não um pseudónimo? António? Porque não? Gosto muito de António... E o resto? António quê? Eu vivia na altura em Coimbra e dava aulas no Liceu então chamado D. João III. No princípio de cada ano escolar costumava eu perguntar a cada aluno, a um por um, como se chamava... Naquele ano de 1956,... quando cheguei a um rapazito que estava sentado na cadeira do meio da fila central e lhe perguntei como se chamava, ele respondeu... Gedeão... Mas que nome!... escolhi para pseudónimo, António Gedeão." "Memórias..."
---
António Gedeão
Pseudónimo poético do cientista, historiador e humanista português Rómulo de Carvalho (1906 a 1997).
ESGOTADO NAS LIVRARIAS
COM UMA PEQUENA DEDICATÓRIA
BOM ESTADO - PORTES GRÁTIS
de António Gedeão
Edição de 1978
Guimarães Editores
Coleção: Teatro
140 Páginas
Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado no programa de português do 9º ano de escolaridade, destinado a leitura orientada na sala de aula - Grau de Dificuldade III.
Peça em dois actos e sete quadros, publicada em 1963. Da poesia para o teatro, António Gedeão resume ou amplifica alguns dos seus poemas: o sofrimento e a solidão dos homens. O personagem António (Gedeão?) vive num conflito íntimo, que atinge o sonho, entre «o que está bem» e «o que está mal», uma visão polémica de si próprio e da sociedade materialista e individualista que o rodeia. O Ideal, no mundo em que António vive, já aí não tem lugar.
A representação da peça foi proibida em 1971. "...Foi então que me veio à lembrança a leitura do meu nome na longa lista de concorrentes que viera no jornal. Rómulo de Carvalho?! Não, não me soava bem para o efeito... Porque não um pseudónimo? António? Porque não? Gosto muito de António... E o resto? António quê? Eu vivia na altura em Coimbra e dava aulas no Liceu então chamado D. João III. No princípio de cada ano escolar costumava eu perguntar a cada aluno, a um por um, como se chamava... Naquele ano de 1956,... quando cheguei a um rapazito que estava sentado na cadeira do meio da fila central e lhe perguntei como se chamava, ele respondeu... Gedeão... Mas que nome!... escolhi para pseudónimo, António Gedeão." "Memórias..."
---
António Gedeão
Pseudónimo poético do cientista, historiador e humanista português Rómulo de Carvalho (1906 a 1997).
ESGOTADO NAS LIVRARIAS
COM UMA PEQUENA DEDICATÓRIA
BOM ESTADO - PORTES GRÁTIS
Raul Ribeiro
Anunciante desde Abr. 2013
Tempo de resposta superior a 1 hora Último acesso há mais de 3 horas
Tempo de resposta superior a 1 hora Último acesso há mais de 3 horas
Serviços adicionais
Verifique as melhores opções de crédito ou seguro para o seu caso.
Localização
Lisboa - Cascais
Raul Ribeiro
Anunciante desde Abr. 2013
Tempo de resposta superior a 1 hora Último acesso há mais de 3 horas
Tempo de resposta superior a 1 hora Último acesso há mais de 3 horas

