"Seara Nova Antologia" 2 volumes - Pela Reforma da República 1921 a 1926 de Sottomayor Cardia - 1ª Edição de 1971/72
Preço: 10 €"Seara Nova Antologia" 2 volumes - Pela Reforma da República 1921 a 1926 de Sottomayor Cardia - 1ª Edição de 1971/72
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio43561627
- Id do anunciante4pp
Descrição
"Seara Nova Antologia" 2 volumes -
Pela Reforma da República 1921 a 1926
Vários autores
Organização, prefácio e notas de Sottomayor Cardia
1ª Edição de 1971/72
SEARA NOVA
382 + 432 Páginas
Ilustrados
Obra completa em dois volumes: o 1o sobre o período republicano da existência da revista, entre 1921 e 1926; o 2o sobre a posição da Seara Nova em relação ao colonial, militar, problema religioso e também dando conta de sua posição de sua doutrina política, seus pontos de vista em relação aos problemas internacionais.
Os noventa e seis números publicados pela Seara entre 1921 e 1926 assinalam, mesmo independentemente da posterior continuidade da revista, um dos mais notáveis movimentos de ideias que Portugal conheceu este século. Os apontamentos que antecedem, elaborados embora por um não-historiador, procuram unicamente dar uma panorâmica geral do corpo doutrinário e critico que a revista desenvolve na sua primeira fase
---
Mário Augusto Sottomayor Leal Cardia (Matosinhos, 19 de Maio de 1941 Lisboa, 17 de Novembro de 2006) foi um jornalista, professor universitário e político português.
De uma família da alta burguesia nortenha, filho do médico Mário Cardia, foi expulso do liceu aos 14 anos, por apoiar a independência da Índia Portuguesa. Terminados os estudos liceais no Porto, apoiou nesta cidade a campanha presidencial de Humberto Delgado, em 1958. Rumou a Lisboa para cursar Direito, mas rapidamente se mudou para Filosofia. Licenciado na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, destacou-se como dirigente estudantil, experiência determinante para ingressar nas fileiras do Partido Comunista Português, em 1961. Foi redator e chefe de redacção da revista Seara Nova, entre 1963 e 1968. Candidato à Assembleia Nacional, pela CDE, em 1965 e 1969, foi preso e brutalmente espancado pela PIDE, em outubro de 1970, a ponto de sofrer uma rotura retiniana num dos olhos, experiência que abordou em O Dilema da Política Portuguesa (1971).
Afastado do PCP em 1971, participa na fundação do Partido Socialista, em 1973.
Após o 25 de Abril, é escolhido para porta-voz do PS e diretor do Portugal Socialista, o jornal oficial do partido. Foi eleito deputado à Assembleia Constituinte, em 1975, e deputado à Assembleia da República, de 1976 a 1991. Foi membro dos I e II Governos Constitucionais, como Ministro da Educação e Investigação Científica e Ministro da Educação e Cultura, respetivamente. Nessa qualidade foi autor de um modelo de gestão do ensino superior e outro do ensino básico e secundário, tendo planeado o sistema de concurso nacional no acesso ao ensino superior, bem como a divisão do ensino superior em universitário e ensino superior de curta duração, depois designado politécnico. De resto, a sua ação como Ministro foi reconhecida no saneamento da influência ideológica comunista no ensino e na consumação da introdução das ciências sociais no ensino superior português. Foi um dos principais impulsionadores da criação da Universidade Nova de Lisboa.
A 10 de Junho de 1991 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem da Liberdade. O seu nome foi atribuído à Biblioteca Central da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.
Em Março de 1994, ao arrepio do PS, apresentou-se como pré-candidato às eleições de 1995 para a presidência da República, para no seu dizer "combater Cavaco Silva" (então primeiro-ministro), o que gerou alguma polémica no meio político. Acabaria por desistir, depois de ter sofrido um acidente de viação, por ter adormecido ao volante.
Sottomayor Cardia morreu em 2006 de doença prolongada.
ESGOTADOS NAS LIVRARIAS
BOM ESTADO - PORTES GRÁTIS
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Obra completa em dois volumes: o 1o sobre o período republicano da existência da revista, entre 1921 e 1926; o 2o sobre a posição da Seara Nova em relação ao colonial, militar, problema religioso e também dando conta de sua posição de sua doutrina política, seus pontos de vista em relação aos problemas internacionais.
Os noventa e seis números publicados pela Seara entre 1921 e 1926 assinalam, mesmo independentemente da posterior continuidade da revista, um dos mais notáveis movimentos de ideias que Portugal conheceu este século. Os apontamentos que antecedem, elaborados embora por um não-historiador, procuram unicamente dar uma panorâmica geral do corpo doutrinário e critico que a revista desenvolve na sua primeira fase
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Mário Augusto Sottomayor Leal Cardia (Matosinhos, 19 de Maio de 1941 Lisboa, 17 de Novembro de 2006) foi um jornalista, professor universitário e político português.
De uma família da alta burguesia nortenha, filho do médico Mário Cardia, foi expulso do liceu aos 14 anos, por apoiar a independência da Índia Portuguesa. Terminados os estudos liceais no Porto, apoiou nesta cidade a campanha presidencial de Humberto Delgado, em 1958. Rumou a Lisboa para cursar Direito, mas rapidamente se mudou para Filosofia. Licenciado na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, destacou-se como dirigente estudantil, experiência determinante para ingressar nas fileiras do Partido Comunista Português, em 1961. Foi redator e chefe de redacção da revista Seara Nova, entre 1963 e 1968. Candidato à Assembleia Nacional, pela CDE, em 1965 e 1969, foi preso e brutalmente espancado pela PIDE, em outubro de 1970, a ponto de sofrer uma rotura retiniana num dos olhos, experiência que abordou em O Dilema da Política Portuguesa (1971).
Afastado do PCP em 1971, participa na fundação do Partido Socialista, em 1973.
Após o 25 de Abril, é escolhido para porta-voz do PS e diretor do Portugal Socialista, o jornal oficial do partido. Foi eleito deputado à Assembleia Constituinte, em 1975, e deputado à Assembleia da República, de 1976 a 1991. Foi membro dos I e II Governos Constitucionais, como Ministro da Educação e Investigação Científica e Ministro da Educação e Cultura, respetivamente. Nessa qualidade foi autor de um modelo de gestão do ensino superior e outro do ensino básico e secundário, tendo planeado o sistema de concurso nacional no acesso ao ensino superior, bem como a divisão do ensino superior em universitário e ensino superior de curta duração, depois designado politécnico. De resto, a sua ação como Ministro foi reconhecida no saneamento da influência ideológica comunista no ensino e na consumação da introdução das ciências sociais no ensino superior português. Foi um dos principais impulsionadores da criação da Universidade Nova de Lisboa.
A 10 de Junho de 1991 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem da Liberdade. O seu nome foi atribuído à Biblioteca Central da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.
Em Março de 1994, ao arrepio do PS, apresentou-se como pré-candidato às eleições de 1995 para a presidência da República, para no seu dizer "combater Cavaco Silva" (então primeiro-ministro), o que gerou alguma polémica no meio político. Acabaria por desistir, depois de ter sofrido um acidente de viação, por ter adormecido ao volante.
Sottomayor Cardia morreu em 2006 de doença prolongada.
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Raul Ribeiro
Anunciante desde Abr. 2013
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