"SIGNO SINAL" de Vergilio Ferreira - 1ª Edição de 1979
Preço: 20 €"SIGNO SINAL" de Vergilio Ferreira - 1ª Edição de 1979
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio44849751
- Id do anunciante88MM
Descrição
"SIGNO SINAL"
de Vergilio Ferreira
1ª Edição de 1979
Livraria Bertrand
Coleção Obras de Vergílio Ferreira
242 Páginas
A obra insere-se na fase de maturidade do autor, marcada por uma profunda exploração do existencialismo e de preocupações metafísicas, características centrais da sua vasta produção literária na segunda metade do século XX.
O livro foca-se na experiência do real e no "reencontro dos homens consigo", abordando temas como a passagem do tempo, a solidão, a morte e a busca por sentido perante a "eternidade dos céus".
EXCERTO
"E, com efeito, as obras recomeçaram. Outra vez os operários regressavam dos subsídios de desemprego e dos retroactivos salariais, o comércio reanimou, havia putas novas vindas de fora. E imediatamente pás, picaretas e escavadoras, os cilindros de terraplenagem, uma grande rede de trincheiras foi-se abrindo para os alicerces. Um homem desconhecido, vestido de bruto, botas ferradas, um fato grosso, eu via-o com papéis na mão, ia de grupo em grupo dar instruções. Punha-me a olhar o emaranhado das valas, a imaginar a aldeia recostruída e as distâncias e o jogo possível das relações humanas. Imaginava as ruas, as casas reerguidas, o reencontro dos homens consigo, com os seus sonhos e esperanças e enredos e conflitos, o envelhicimento das coisas pelos séculos e a nova ordenação da vida sob a eternidade dos céus."
---
Vergílio Ferreira nasceu em 1916, em Melo (Gouveia), e morreu em 1996 (Lisboa). Estudou no Seminário do Fundão, licenciou-se em Filologia Clássica na Universidade de Coimbra e foi professor do ensino secundário. É um dos maiores romancistas e ensaístas portugueses do século XX. É o autor de romances tão celebrados como Manhã Submersa (1954) e Aparição (1959), com preocupações de natureza metafísica e existencial. A sua prosa, que entronca na tradição queirosiana, é uma das mais inovadoras da literatura portuguesa. Temas como a morte, o mistério, o amor, o sentido do universo, o vazio de valores ou a natureza da arte são recorrentes na sua produção literária, tanto de ficção como de ensaio. Das suas últimas obras destacam-se Para Sempre (1983), Até ao Fim (1997) e Na tua Face (1993). Recebeu o Prémio Camões em 1992.
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BOM ESTADO - PORTE GRÁTIS
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A obra insere-se na fase de maturidade do autor, marcada por uma profunda exploração do existencialismo e de preocupações metafísicas, características centrais da sua vasta produção literária na segunda metade do século XX.
O livro foca-se na experiência do real e no "reencontro dos homens consigo", abordando temas como a passagem do tempo, a solidão, a morte e a busca por sentido perante a "eternidade dos céus".
EXCERTO
"E, com efeito, as obras recomeçaram. Outra vez os operários regressavam dos subsídios de desemprego e dos retroactivos salariais, o comércio reanimou, havia putas novas vindas de fora. E imediatamente pás, picaretas e escavadoras, os cilindros de terraplenagem, uma grande rede de trincheiras foi-se abrindo para os alicerces. Um homem desconhecido, vestido de bruto, botas ferradas, um fato grosso, eu via-o com papéis na mão, ia de grupo em grupo dar instruções. Punha-me a olhar o emaranhado das valas, a imaginar a aldeia recostruída e as distâncias e o jogo possível das relações humanas. Imaginava as ruas, as casas reerguidas, o reencontro dos homens consigo, com os seus sonhos e esperanças e enredos e conflitos, o envelhicimento das coisas pelos séculos e a nova ordenação da vida sob a eternidade dos céus."
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Vergílio Ferreira nasceu em 1916, em Melo (Gouveia), e morreu em 1996 (Lisboa). Estudou no Seminário do Fundão, licenciou-se em Filologia Clássica na Universidade de Coimbra e foi professor do ensino secundário. É um dos maiores romancistas e ensaístas portugueses do século XX. É o autor de romances tão celebrados como Manhã Submersa (1954) e Aparição (1959), com preocupações de natureza metafísica e existencial. A sua prosa, que entronca na tradição queirosiana, é uma das mais inovadoras da literatura portuguesa. Temas como a morte, o mistério, o amor, o sentido do universo, o vazio de valores ou a natureza da arte são recorrentes na sua produção literária, tanto de ficção como de ensaio. Das suas últimas obras destacam-se Para Sempre (1983), Até ao Fim (1997) e Na tua Face (1993). Recebeu o Prémio Camões em 1992.
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