"Sobre Literatura e Arte" de Marx-Engels - 1ª Edição de 1971
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Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
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- Id do anunciante62JJ
Descrição
"Sobre Literatura e Arte"
de Marx-Engels
1ª Edição de 1971
Editorial Estampa
Coleção Teoria Nº 7
294 Páginas
Para Marx e Engels, a literatura e a arte não são atividades isoladas, mas sim produtos das condições históricas e sociais de uma época. Segundo a teoria do materialismo histórico, a base económica de uma sociedade (a infraestrutura) condiciona as formas de consciência social, incluindo a arte e a literatura (a superestrutura).
A arte é vista como uma forma de ideologia que reflete, de maneira direta ou mediada, as tensões de classe e a realidade material. No entanto, Engels alertava que a relação entre economia e arte não é mecânica; a arte possui uma autonomia relativa e pode influenciar a própria base social.
Engels, em particular, defendia um realismo que fosse além da mera descrição. Para ele, o realismo implicava a "reprodução fiel de carateres típicos em circunstâncias típicas".
Engels argumentava que a opinião política do autor não precisa de ser explícita; quanto mais escondida estiver a intenção do autor ("tendência"), melhor para a obra de arte.
Exemplo de Balzac: Marx e Engels admiravam o escritor Honoré de Balzac. Embora fosse um monárquico conservador, Balzac descreveu com tamanha precisão a decadência da aristocracia e a ascensão da burguesia que a sua obra serviu como uma análise social profunda.
ESGOTADO NAS LIVRARIAS
BOM ESTADO - PORTES GRÁTIS
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Para Marx e Engels, a literatura e a arte não são atividades isoladas, mas sim produtos das condições históricas e sociais de uma época. Segundo a teoria do materialismo histórico, a base económica de uma sociedade (a infraestrutura) condiciona as formas de consciência social, incluindo a arte e a literatura (a superestrutura).
A arte é vista como uma forma de ideologia que reflete, de maneira direta ou mediada, as tensões de classe e a realidade material. No entanto, Engels alertava que a relação entre economia e arte não é mecânica; a arte possui uma autonomia relativa e pode influenciar a própria base social.
Engels, em particular, defendia um realismo que fosse além da mera descrição. Para ele, o realismo implicava a "reprodução fiel de carateres típicos em circunstâncias típicas".
Engels argumentava que a opinião política do autor não precisa de ser explícita; quanto mais escondida estiver a intenção do autor ("tendência"), melhor para a obra de arte.
Exemplo de Balzac: Marx e Engels admiravam o escritor Honoré de Balzac. Embora fosse um monárquico conservador, Balzac descreveu com tamanha precisão a decadência da aristocracia e a ascensão da burguesia que a sua obra serviu como uma análise social profunda.
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