"TEATRO VANGUARDA" - Revolução e Segurança Burguesa - de F. Luso Soares - 1ª Edição de 1973 - AFRODITE - AUTOGRAFADO
Preço: 25 €"TEATRO VANGUARDA" - Revolução e Segurança Burguesa - de F. Luso Soares - 1ª Edição de 1973 - AFRODITE - AUTOGRAFADO
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio45089234
- Id do anunciante31SS
Descrição
"TEATRO VANGUARDA"
Revolução e Segurança Burguesa
de F. Luso Soares
Com dedicatória e Autógrafo do Autor
1ª Edição de 1973
Fernando Ribeiro de Mello/EDIÇÕES AFRODITE
Coleção Ensaio/Documento Nº 3
312 Páginas
O ensaio Teatro Vanguarda - Revolução e Segurança Burguesa (1973), escrito por Fernando Luso Soares e publicado pela mítica Edições Afrodite, é uma obra fundamental da crítica teatral portuguesa. O livro analisa a relação entre as correntes vanguardistas e as dinâmicas sociopolíticas da época.
Tendo começado pela ficção, F. Luso Soares interessa-se desde 1963 pelo Teatro e pelo Ensaio. A sua segunda peça, A Outra Morte de Inês cujo espectáculo do Teatro Estúdio de Lisboa a crítica da especialidade violentamente recusou revela uma dramaturgia didáctica, épica, brechtiana. No ensaio, investiga o materialismo dialéctico no domínio da estética. Director de publicações culturais e da colecção de Teatro Cena Actual , exerce crítica literária rigorosamente doutrinária ideológica, o que vem dando lugar a polémicas bem significativas.
Uma política cultural de índole sectária põe rigidamente em causa as relações entre o escritor e as ideologias. A reacção contra essa política apossa-se de tal ânsia de corrigimento que quase generaliza a ideia de que o artista tem de recusar qualquer vinculação ideológica. Este livro na esteira de Lukács reafirma o partidarismo como categoria inerente a todas as opções artísticas. Discurso dialéctico que denuncia factores de crise política, constitui documentário de uma polémica entre cultura e anti-cultura.
---
Fernando Luso Soares
Ficcionista, ensaísta, autor dramático, advogado e autor de vários compêndios jurídicos nasceu em 1924, em Lisboa, e morreu em 2004.
Codirigiu Cronos: Cadernos de Literatura (1965-70).
Na sua formação como ficcionista revela-se de especial importância a leitura dos contos de Fernando Pessoa, na apreensão das técnicas da "novela policial-dedutiva".
Tendo desenvolvido também a atividade de crítico teatral e de tradutor (traduziu Maiakovski, Giraudoux, Vitrac, entre outros), a sua produção dramática aponta para uma dramaturgia pós-brechtiana, a que se associa uma tendência pedagógica colhida na reflexão sobre o materialismo dialético aplicado à estética, tendo defendido, na senda de Lukács, com Teatro Vanguarda Revolução e Segurança Burguesa (Afrodite, Lisboa, 1973,) a vinculação ideológica como categoria inerente a toda a renovação e opção artística.
ESGOTADO NAS LIVRARIAS
ÓPTIMO ESTADO - PORTES GRÁTIS
Revolução e Segurança Burguesa
de F. Luso Soares
Com dedicatória e Autógrafo do Autor
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O ensaio Teatro Vanguarda - Revolução e Segurança Burguesa (1973), escrito por Fernando Luso Soares e publicado pela mítica Edições Afrodite, é uma obra fundamental da crítica teatral portuguesa. O livro analisa a relação entre as correntes vanguardistas e as dinâmicas sociopolíticas da época.
Tendo começado pela ficção, F. Luso Soares interessa-se desde 1963 pelo Teatro e pelo Ensaio. A sua segunda peça, A Outra Morte de Inês cujo espectáculo do Teatro Estúdio de Lisboa a crítica da especialidade violentamente recusou revela uma dramaturgia didáctica, épica, brechtiana. No ensaio, investiga o materialismo dialéctico no domínio da estética. Director de publicações culturais e da colecção de Teatro Cena Actual , exerce crítica literária rigorosamente doutrinária ideológica, o que vem dando lugar a polémicas bem significativas.
Uma política cultural de índole sectária põe rigidamente em causa as relações entre o escritor e as ideologias. A reacção contra essa política apossa-se de tal ânsia de corrigimento que quase generaliza a ideia de que o artista tem de recusar qualquer vinculação ideológica. Este livro na esteira de Lukács reafirma o partidarismo como categoria inerente a todas as opções artísticas. Discurso dialéctico que denuncia factores de crise política, constitui documentário de uma polémica entre cultura e anti-cultura.
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Fernando Luso Soares
Ficcionista, ensaísta, autor dramático, advogado e autor de vários compêndios jurídicos nasceu em 1924, em Lisboa, e morreu em 2004.
Codirigiu Cronos: Cadernos de Literatura (1965-70).
Na sua formação como ficcionista revela-se de especial importância a leitura dos contos de Fernando Pessoa, na apreensão das técnicas da "novela policial-dedutiva".
Tendo desenvolvido também a atividade de crítico teatral e de tradutor (traduziu Maiakovski, Giraudoux, Vitrac, entre outros), a sua produção dramática aponta para uma dramaturgia pós-brechtiana, a que se associa uma tendência pedagógica colhida na reflexão sobre o materialismo dialético aplicado à estética, tendo defendido, na senda de Lukács, com Teatro Vanguarda Revolução e Segurança Burguesa (Afrodite, Lisboa, 1973,) a vinculação ideológica como categoria inerente a toda a renovação e opção artística.
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