"TEMPO DE FANTASMAS" de Alexandre O' Neill - 1ª Edição de 2024


Especificações


Descrição

"TEMPO DE FANTASMAS"
de Alexandre O' Neill

Posfácio de Fernando Cabral Martins

1ª Edição de 2024
ASSÍRIO & ALVIM
Coleção: Obras de Alexandre O'Neill
78 Páginas

Em Novembro de 1951, Alexandre O`Neill edita "Tempo de Fantasmas", o seu primeiro livro de poemas, em "Cadernos de Poesia (fascículo nº11).

No ano do centenário do seu nascimento, inicia-se a publicação autónoma dos livros de poesia de Alexandre O Neill. Desse modo, recupera-se aqui a forma integral da primeira edição de Tempo de Fantasmas (1951) livro do qual migraria uma grande maioria dos seus poemas para os livros subsequentes, com mais ou menos alterações , com um posfácio de Fernando Cabral Martins, contextualizando a singularidade deste trabalho poético: «O Neill não está para aventuras colectivas, só para aventuras individuais, com o foco na linguagem viva e na condição dos que a falam. Mas sem nada ter de caçador solitário, atento a um colectivo, numa Lisboa reconhecível onde têm curso as palavras que retempera, as frases feitas e os lugares-comuns que desconstrói. Incluindo no seu teatro pessoal as figuras características, vizinhos, garotos, velhos, funcionários, vagabundos e madames bem-vestidas.»

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Poeta português, Alexandre Manuel Vahia de Castro O'Neill de Bulhões nasceu a 19 de dezembro de 1924, em Lisboa, e morreu a 21 de agosto de 1986, na mesma cidade. Para além de se ter dedicado à poesia, Alexandre O'Neill exerceu a atividade profissional de técnico publicitário, forjando alguns dos mais conhecidos slogans portugueses. Um dos fundadores do Grupo Surrealista de Lisboa, desvinculou-se do grupo a partir de Tempo de Fantasmas (1951), embora a sua passagem pelo grupo marque indelevelmente a sua postura estética, conservando algumas características do movimento na sua poesia, por exemplo, o tom mordaz e em certo sentido absurdista na maneira de analisar o mundo. Um amante do jazz, do cinema e do teatro modernos, O'Neill fez ainda várias traduções, escreveu guiões para cinema e manteve algumas colunas de jornal durante vários anos. Da sua obra destacam-se as obras No Reino da Dinamarca (1958), Feira Cabisbaixa (1965) ou a reunião de contos e crónicas em Uma Coisa em Forma de Assim (1980).

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