"TRISTES TRÓPICOS" de Claude Lévi-Strauss - 2ª Edição de 1986


Especificações


Descrição

"TRISTES TRÓPICOS"
de Claude Lévi-Strauss

2ª Edição de 1986
EDIÇÕES 70
Coleção: Perspectivas do Homem nº 7
416 Páginas
Ilustrado no texto e com 63 fotografias em extratexto

Este livro, na opinião de Georges Bataille, é a obra-prima de C. Lévi-Strauss que marcará uma data, não apenas na história da etnologia mas também na história do pensamento. Ainda na opinião de Bataille, esta obra é um livro humano, um grande livro; poucas obras despertam problemas tão vastos e tão fundamentais».
Sem renunciar aos aspectos pitorescos que, no Brasil Central, se observam entre as sociedades indígenas, classificadas entre as mais primitivas do Globo, com as quais conviveu, C. Lévi-Strauss a par duma autobiografia intelectual, consegue fazer a análise dessa convivência numa larga perspectiva: as relações entre o Antigo e o Novo Mundo; o lugar do Homem na Natureza; o sentido da Civilização e do Progresso.

Mestre da Antropologia contemporânea, na qual introduziu uma nova metodologia - a análise estrutural - Claude Lévi-Strauss está inquestionavelmente ligado ao Brasil através da sua obra mais célebre, "Tristes Trópicos".

Nesta obra, Lévi-Strauss - chegado ao Brasil em 1935, para exercer a função de professor de Sociologia na Universidade de São Paulo, não se limita a descrever a sua vivência com os índios brasileiros - Cadiueus Bororos, Nambiquaras e Tupi-Cavaíbas: fez também uma descrição do Brasil da época, da sua história e de tudo quanto observou nas suas expedições de estudo às zonas do Paraná, do Pantanal, da Amazónia e do Sertão, entre outras.

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Claude Lévi-Strauss (1908 a 2009) estudou filosofia e direito na Universidade de Paris. Entre 1934 e 1937 foi professor de sociologia na Universidade de São Paulo, no Brasil. Em 1939 partiu para os estados de Mato Grosso e Amazónia, onde estudou as tribos índias. Entre 1941 e 1945, foi professor da New School for Social Research em Nova Iorque. Diretor da École Pratique des Hautes Études da Universidade de Paris entre 1950 e 1974, ocupou a cadeira de antropologia social no Collège de France entre 1959 e 1982, e foi eleito membro da Academia Francesa em 1973. Entre as suas obras destacam-se Les Structures élémentaires de la parenté (1949), Tristes Trópicos (1955), Mythologiques (1964 a 1971), Anthropologie structurale (1961 e 1973), La Pensée sauvage (1962), O Totemismo, hoje (1962), A Via das Máscaras (1975), O Olhar Distanciado (1983) e Olhar Ouvir Ler (1993)

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