"Ultramar...Pequenas Histórias Por Contar (1957 a 1975) de José Valentim de Matos Prata - 1ª Edição de 1991 - AUTOGRAFADO
Preço: 12 €"Ultramar...Pequenas Histórias Por Contar (1957 a 1975) de José Valentim de Matos Prata - 1ª Edição de 1991 - AUTOGRAFADO
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio44685017
- Id do anunciante58II
Descrição
"Ultramar...Pequenas Histórias Por Contar (1957 a 1975)
de José Valentim de Matos Prata
Com dedicatória e autógrafo do Autor
1ª Edição de 1991
Edição do Autor
230 Páginas
"Ultramar... Pequenas Histórias por Contar (1957 a 1975)" é uma obra de José Valentim de Matos Prata (nascido em 1932), publicada originalmente em 1991.
O livro é uma compilação de relatos autobiográficos e memórias centradas na vivência do autor nos antigos territórios portugueses em África durante o período final da era colonial.
Foca-se em histórias e episódios vividos pelo autor no contexto do Ultramar e da Guerra Colonial Portuguesa, cobrindo o arco temporal de 1957 a 1975.
---
O autor é um beirão de gema, que ama profundamente a sua província e a sua terra: Juncal do Campo (Castelo Branco).
Nasceu no dia 4 de Dezembro de 1932.
Até aos vinte anos deambulou por diversas localidades do país, lutando pela vida de múltiplas formas, com a aventura lisboeta, aos dezasseis anos, a ocupar posição de destaque...
Assentou praça como soldado, em 5 de Maio de 1953, no extinto Batalhão de Caçadores n. 6, em Castelo Branco. Seguiu a carreira das armas. Subiu, degrau a degrau, a escada da hierarquia militar, até ao posto de capitão. Passou à situação de reserva, a seu pedido, em 1 de Dezembro de 1982, depois de uma estada de seis anos no Comando Geral da Guarda-Fiscal.
Cumpriu três comissões de serviço em Moçambique e uma em Angola.
Pensa, seriamente, que Portugal é um interlocutor insubstituível nas relações com os novos países onde se fala, oficialmente, o português, razão primordial que o levou a escrever este livro de pequenas histórias.
O seu combate actual continua a situar-se nos domínios da cultura, preferencialmente no da vertente etnográfica, tendo actuado, em permanência, durante cerca de quatro anos, como dinamizador de várias actividades levadas a efeito na sua terra de origem, sob o lema Cultura viva, cultura em movimento (1982-1985).
Entretanto regressou a Lisboa, onde se licenciou em Antropologia Cultural e Social. Lecciona, actualmente, matérias da área do seu curso na Universidade de Lisboa para a terceira idade. Continua, todavia, intimamente ligado à sua província e à sua aldeia natais, pelo que mantém uma colaboração assídua na imprensa regional, nomeadamente no jornal RECONQUISTA de Castelo Branco.
António Grancho
ESGOTADO NAS LIVRARIAS
BOM ESTADO - PORTES GRÁTIS
de José Valentim de Matos Prata
Com dedicatória e autógrafo do Autor
1ª Edição de 1991
Edição do Autor
230 Páginas
"Ultramar... Pequenas Histórias por Contar (1957 a 1975)" é uma obra de José Valentim de Matos Prata (nascido em 1932), publicada originalmente em 1991.
O livro é uma compilação de relatos autobiográficos e memórias centradas na vivência do autor nos antigos territórios portugueses em África durante o período final da era colonial.
Foca-se em histórias e episódios vividos pelo autor no contexto do Ultramar e da Guerra Colonial Portuguesa, cobrindo o arco temporal de 1957 a 1975.
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O autor é um beirão de gema, que ama profundamente a sua província e a sua terra: Juncal do Campo (Castelo Branco).
Nasceu no dia 4 de Dezembro de 1932.
Até aos vinte anos deambulou por diversas localidades do país, lutando pela vida de múltiplas formas, com a aventura lisboeta, aos dezasseis anos, a ocupar posição de destaque...
Assentou praça como soldado, em 5 de Maio de 1953, no extinto Batalhão de Caçadores n. 6, em Castelo Branco. Seguiu a carreira das armas. Subiu, degrau a degrau, a escada da hierarquia militar, até ao posto de capitão. Passou à situação de reserva, a seu pedido, em 1 de Dezembro de 1982, depois de uma estada de seis anos no Comando Geral da Guarda-Fiscal.
Cumpriu três comissões de serviço em Moçambique e uma em Angola.
Pensa, seriamente, que Portugal é um interlocutor insubstituível nas relações com os novos países onde se fala, oficialmente, o português, razão primordial que o levou a escrever este livro de pequenas histórias.
O seu combate actual continua a situar-se nos domínios da cultura, preferencialmente no da vertente etnográfica, tendo actuado, em permanência, durante cerca de quatro anos, como dinamizador de várias actividades levadas a efeito na sua terra de origem, sob o lema Cultura viva, cultura em movimento (1982-1985).
Entretanto regressou a Lisboa, onde se licenciou em Antropologia Cultural e Social. Lecciona, actualmente, matérias da área do seu curso na Universidade de Lisboa para a terceira idade. Continua, todavia, intimamente ligado à sua província e à sua aldeia natais, pelo que mantém uma colaboração assídua na imprensa regional, nomeadamente no jornal RECONQUISTA de Castelo Branco.
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