"UM CÃO QUE SONHA" de Agustina Bessa-Luís - 1ª Edição de 1997
Preço: 30 €"UM CÃO QUE SONHA" de Agustina Bessa-Luís - 1ª Edição de 1997
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio45367776
- Id do anunciante30XX
Descrição
"UM CÃO QUE SONHA"
de Agustina Bessa-Luís
1ª Edição de 1997
Guimarães Editores
324 Páginas
É um livro construído sobre uma pessoa morta. Sobre um passado e os seus despojos, como os que se encontram num túmulo há muito fechado. Poeira que foi carne e sentimento, talento e verdade. Não é provável que alguém vá interpretar esses indícios que escapam à posteridade. Mas ela está lá, persistente e leve como o pó das tumbas postas a descoberto. Léon Geta não tem nada de herói, não é quase um personagem...Não se debate com ambições, mas, no entanto, tem uma espécie de ingenuidade dum cão que sonha.
---
Maria Agustina Ferreira Teixeira Bessa nasceu no dia 15 de Outubro de 1922, em Vila Meã, Amarante. Viveu a maior parte da sua vida no Porto. Publicou o primeiro livro, a novela Mundo Fechado, em 1948, muito elogiado por Pascoaes e Aquilino. Seguiram-se, com especial destaque, os Contos Impopulares (1951a 1953) e, em 1954, o duplamente premiado romance A Sibila, que, no dizer de Eduardo Lourenço, «deslocou o centro da atenção literária».
Agustina iniciou então, em vertiginoso ritmo, a edição de muitas dezenas de obras percorrendo todos os géneros literários, incluindo a imprensa periódica, simultaneamente com a representação de Portugal em organismos Internacionais, tais como o Congress for Cultural Freedom (1959) e a Communità Europea degli Scritori (1961/62). Tem a Laurea Honoris Causa da Università degli Studi di Roma «Tor Vergata» (2008).
Foi distinguida com o grau de Officier de l Ordre des Arts et des Lettres, atribuído pelo Governo francês em 1989.
Foi Sócia Emérita da Academia das Ciências de Lisboa. Viajou e usou da palavra por quase todo o mundo. Entre outros, foram-lhe conferidos o Prémio Ricardo Malheiros (A. C. L.) 1966 e 1977, o Prémio Adelaide Ristori (Centro Cultural Italiano de Roma, 1975), o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores 1983 e 2001, o Prémio Internacional União Latina 1997, o Prémio Camões 2004 e o Prémio de Literatura do Festival Grinzane Cinema de Turim 2005.
«Eu considero-a com Fernando Pessoa um dos dois escritores verdadeiramente geniais que Portugal produziu no século XX, e creio que todos os outros estão muito, mas muito abaixo deles.
Mais, para mim a Agustina é o maior escritor em prosa de toda a literatura portuguesa» (António José Saraiva, in António José Saraiva e Óscar Lopes: Correspondência).
Morreu com 96 anos, a 3 de Junho de 2019.
ESGOTADO NESTA 1ª EDIÇÃO
BOM ESTADO - PORTES GRÁTIS
de Agustina Bessa-Luís
1ª Edição de 1997
Guimarães Editores
324 Páginas
É um livro construído sobre uma pessoa morta. Sobre um passado e os seus despojos, como os que se encontram num túmulo há muito fechado. Poeira que foi carne e sentimento, talento e verdade. Não é provável que alguém vá interpretar esses indícios que escapam à posteridade. Mas ela está lá, persistente e leve como o pó das tumbas postas a descoberto. Léon Geta não tem nada de herói, não é quase um personagem...Não se debate com ambições, mas, no entanto, tem uma espécie de ingenuidade dum cão que sonha.
---
Maria Agustina Ferreira Teixeira Bessa nasceu no dia 15 de Outubro de 1922, em Vila Meã, Amarante. Viveu a maior parte da sua vida no Porto. Publicou o primeiro livro, a novela Mundo Fechado, em 1948, muito elogiado por Pascoaes e Aquilino. Seguiram-se, com especial destaque, os Contos Impopulares (1951a 1953) e, em 1954, o duplamente premiado romance A Sibila, que, no dizer de Eduardo Lourenço, «deslocou o centro da atenção literária».
Agustina iniciou então, em vertiginoso ritmo, a edição de muitas dezenas de obras percorrendo todos os géneros literários, incluindo a imprensa periódica, simultaneamente com a representação de Portugal em organismos Internacionais, tais como o Congress for Cultural Freedom (1959) e a Communità Europea degli Scritori (1961/62). Tem a Laurea Honoris Causa da Università degli Studi di Roma «Tor Vergata» (2008).
Foi distinguida com o grau de Officier de l Ordre des Arts et des Lettres, atribuído pelo Governo francês em 1989.
Foi Sócia Emérita da Academia das Ciências de Lisboa. Viajou e usou da palavra por quase todo o mundo. Entre outros, foram-lhe conferidos o Prémio Ricardo Malheiros (A. C. L.) 1966 e 1977, o Prémio Adelaide Ristori (Centro Cultural Italiano de Roma, 1975), o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores 1983 e 2001, o Prémio Internacional União Latina 1997, o Prémio Camões 2004 e o Prémio de Literatura do Festival Grinzane Cinema de Turim 2005.
«Eu considero-a com Fernando Pessoa um dos dois escritores verdadeiramente geniais que Portugal produziu no século XX, e creio que todos os outros estão muito, mas muito abaixo deles.
Mais, para mim a Agustina é o maior escritor em prosa de toda a literatura portuguesa» (António José Saraiva, in António José Saraiva e Óscar Lopes: Correspondência).
Morreu com 96 anos, a 3 de Junho de 2019.
ESGOTADO NESTA 1ª EDIÇÃO
BOM ESTADO - PORTES GRÁTIS
Etiquetas
Raul Ribeiro
Anunciante desde Abr. 2013
Tempo de resposta superior a 1 hora Online agora
Tempo de resposta superior a 1 hora Online agora
Serviços adicionais
Verifique as melhores opções de crédito ou seguro para o seu caso.
Localização
Lisboa - Cascais - Carcavelos e Parede
Raul Ribeiro
Anunciante desde Abr. 2013
Tempo de resposta superior a 1 hora Online agora
Tempo de resposta superior a 1 hora Online agora

