"Vamos ao Que Interessa" de João Pereira Coutinho - 1ª Edição de 2015
Preço: 12 €"Vamos ao Que Interessa" de João Pereira Coutinho - 1ª Edição de 2015
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio44048985
- Id do anunciante59xx
Descrição
"Vamos ao Que Interessa"
100 Crónicas da Folha de S. Paulo
de João Pereira Coutinho
1ª Edição de 2015
Publicações Dom Quixote
358 Páginas
Este não é um livro de crónicas. É um livro de obsessões. As minhas, entre 2008 e 2015, devidamente exorcizadas nas folhas da Folha de S. Paulo, às segundas ou terças, com maníaca pontualidade. A paleta cromática é ampla. Mas, no meio do colorido, percebo agora que as crónicas aqui escolhidas têm o mesmo vestuário. No tom, uma certa recusa em comentar a loucura do mundo com a loucura da seriedade. E se falamos dos temas, dos persecutórios temas, eles lidam precisamente com esta nova era da brutalidade - política, social, intelectual, estética - que emergiu quando a história não chegou ao fim. Os dois primeiros capítulos, na aparente diversidade de assuntos, recolhem e apresentam este novo estágio em que vivemos. Ao contrário do que sucede no célebre poema de Kavafys, os bárbaros não chegam porque eles já estão dentro da cidade.
Mas se os bárbaros estão cá dentro, que podemos nós fazer? Denunciá-los e combatê-los, sem dúvidas. [ ] Os dois capítulos seguintes procuram realizar essa modesta e solitária tarefa.
---
João Pereira Coutinho
É doutorado em Ciência Política e Relações Internacionais pelo Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa, onde atualmente é Professor Associado. Tem dedicado a sua investigação à História do Pensamento Político Moderno, em geral, e à História do Pensamento Político Conservador, em particular. É autor de Conservadorismo e Edmund Burke: A Virtude da Consistência.
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Este não é um livro de crónicas. É um livro de obsessões. As minhas, entre 2008 e 2015, devidamente exorcizadas nas folhas da Folha de S. Paulo, às segundas ou terças, com maníaca pontualidade. A paleta cromática é ampla. Mas, no meio do colorido, percebo agora que as crónicas aqui escolhidas têm o mesmo vestuário. No tom, uma certa recusa em comentar a loucura do mundo com a loucura da seriedade. E se falamos dos temas, dos persecutórios temas, eles lidam precisamente com esta nova era da brutalidade - política, social, intelectual, estética - que emergiu quando a história não chegou ao fim. Os dois primeiros capítulos, na aparente diversidade de assuntos, recolhem e apresentam este novo estágio em que vivemos. Ao contrário do que sucede no célebre poema de Kavafys, os bárbaros não chegam porque eles já estão dentro da cidade.
Mas se os bárbaros estão cá dentro, que podemos nós fazer? Denunciá-los e combatê-los, sem dúvidas. [ ] Os dois capítulos seguintes procuram realizar essa modesta e solitária tarefa.
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