"VIAGEM DE FRANCISCO PYRARD DE LAVAL" 2 Volumes de Francisco Pyrard de Laval - 1 Edição de 1944
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio45489711
- Id do anunciante5ZZ
Descrição
"VIAGEM DE FRANCISCO PYRARD DE LAVAL" 2 Volumes
de Francisco Pyrard de Laval
Versão portuguesa corrigida e anotada por Joaquim Heliodoro da Cunha Rivara
Edição revista e atualizada por A. de Magalhães Basto
1 Edição de 1944
Livraria Civilização Editora - Porto
Coleção Biblioteca Histórica de Portugal e Brasil - Série Ultramarina Nº II e III
338 + 376 Páginas
Subtítulo da obra:
Contendo a notícia de sua navegação às Índias Orientais, Ilhas de Maldiva, Maluco e ao Brasil, e os diferentes casos que lhe aconteceram na mesma viagem nos dez anos que andou nestes países (1601 a 1611). Com a descrição exacta dos costumes, leis, usos, polícia e governo; do trato e comércio que nelas há; dos animais, árvores e outras singularidades que ali se encontram .
Esta obra clássica narra as experiências do navegador francês Francisco Pyrard de Laval durante suas viagens entre 1601 e 1611. Capturado nas Ilhas Maldivas, Pyrard passou vários anos na região, proporcionando descrições minuciosas da vida local, incluindo detalhes sobre animais, plantas e práticas culturais das Índias Orientais.
---
François Pyrard de Laval (ca. 1578 ca. 1623) foi um navegador francês que ficou conhecido pelo relato escrito que fez das suas aventuras nas Maldivas entre 1602 e 1607, parte de uma viagem de 10 anos (1601a 1611) pelo Sul da Ásia. Nasceu em Laval, e era primo do teólogo Pierre Pyrard (1581a1667).
Em 2 de julho de 1602 Pyrard e um grupo de marinheiros naufragaram no Atol Baa (ou Atol Maalhosmadulu Sul) nas Maldivas. Foram feitos prisioneiros pelos maldivos e ficaram cinco anos como "convidados não desejados" nas ilhas, a maior parte do tempo em Malé. Contraíram malária e sofreram tratamento cruel durante o aprisionamento. Mesmo assim, Pyrard aprendeu a língua dhivehi e foi capaz de compreender e relatar a sociedade das Maldivas como nenhum outro europeu antes fizera. Tomou longas notas relativas à cultura maldiva, costumes e história.
Em fevereiro de 1607, os franceses escaparam de Malé num barco, em pleno caos causado por um ataque dos Bengalis à cidade. Após regressar a Laval em 1611, Pyrard publicou o relato da sua estadia na Ásia em 1601a1611.
Nesse livro retrata também o governador de Moçambique, D. Estêvão de Ataíde, que conheceu durante o período dos ataques holandeses à ilha de Moçambique, como "um corajoso e galhardo fidalgo".
ESGOTADO NAS LIVRARIAS
BOM ESTADO - PORTES GRÁTIS
de Francisco Pyrard de Laval
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Contendo a notícia de sua navegação às Índias Orientais, Ilhas de Maldiva, Maluco e ao Brasil, e os diferentes casos que lhe aconteceram na mesma viagem nos dez anos que andou nestes países (1601 a 1611). Com a descrição exacta dos costumes, leis, usos, polícia e governo; do trato e comércio que nelas há; dos animais, árvores e outras singularidades que ali se encontram .
Esta obra clássica narra as experiências do navegador francês Francisco Pyrard de Laval durante suas viagens entre 1601 e 1611. Capturado nas Ilhas Maldivas, Pyrard passou vários anos na região, proporcionando descrições minuciosas da vida local, incluindo detalhes sobre animais, plantas e práticas culturais das Índias Orientais.
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François Pyrard de Laval (ca. 1578 ca. 1623) foi um navegador francês que ficou conhecido pelo relato escrito que fez das suas aventuras nas Maldivas entre 1602 e 1607, parte de uma viagem de 10 anos (1601a 1611) pelo Sul da Ásia. Nasceu em Laval, e era primo do teólogo Pierre Pyrard (1581a1667).
Em 2 de julho de 1602 Pyrard e um grupo de marinheiros naufragaram no Atol Baa (ou Atol Maalhosmadulu Sul) nas Maldivas. Foram feitos prisioneiros pelos maldivos e ficaram cinco anos como "convidados não desejados" nas ilhas, a maior parte do tempo em Malé. Contraíram malária e sofreram tratamento cruel durante o aprisionamento. Mesmo assim, Pyrard aprendeu a língua dhivehi e foi capaz de compreender e relatar a sociedade das Maldivas como nenhum outro europeu antes fizera. Tomou longas notas relativas à cultura maldiva, costumes e história.
Em fevereiro de 1607, os franceses escaparam de Malé num barco, em pleno caos causado por um ataque dos Bengalis à cidade. Após regressar a Laval em 1611, Pyrard publicou o relato da sua estadia na Ásia em 1601a1611.
Nesse livro retrata também o governador de Moçambique, D. Estêvão de Ataíde, que conheceu durante o período dos ataques holandeses à ilha de Moçambique, como "um corajoso e galhardo fidalgo".
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