"VIANA DA MOTA" - Uma Contribuição para o Estudo da Sua Personalidade e da Sua Obra de João de Freitas Branco - 2ª Edição de 198
Preço: 15 €"VIANA DA MOTA" - Uma Contribuição para o Estudo da Sua Personalidade e da Sua Obra de João de Freitas Branco - 2ª Edição de 198
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
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- Id do anunciante15XX
Descrição
"VIANA DA MOTA"
Uma Contribuição para o Estudo da Sua Personalidade e da Sua Obra
de João de Freitas Branco
Prefácio António Sérgio
2ª Edição de 1987
Fundação Calouste Gulbenkian
382 Páginas
Ilustrado em extratexto
José Vianna da Motta ou Viana da Mota segundo a ortografia vigente (São Tomé, São Tomé e Príncipe, 22 de Abril de 1867 Lisboa, 1 de Junho de 1948), foi um pianista, compositor, maestro e musicógrafo português.
José Vianna da Motta nasceu na então colónia portuguesa de São Tomé a 22 de abril de 1867. Pouco tempo depois, viajou para Lisboa com os seus pais, José António da Motta, um farmacêutico natural de Lisboa, e Inês Joaquina de Almeida Vianna, natural de São Tomé. Veio a estudar no Conservatório Nacional de Lisboa, então designado Conservatório Real de Lisboa. Revelou cedo uma grande proficiência para a música, particularmente para o piano, tendo composto a sua primeira peça musical com 5 anos de idade. Professava a religião evangélica.
Por iniciativa do seu pai, foi levado à corte em 1874, tendo com isso obtido o patrocínio dos seus estudos pelo rei D. Fernando II e sua esposa, a Condessa de Edla. Até 1882, apresentou-se várias vezes não só em recitais privados mas também em recitais públicos, nomeadamente no Salão da Trindade. Durante esse período, compôs dezenas de obras sobretudo para piano solo dos mais variados géneros: valsas, mazurcas, polcas, marchas, fantasias, etc.
Após concluir os seus estudos no Conservatório Nacional em 1882, partiu para Berlim, custeado pelo real mecenas, ingressando no Conservatório Scharwenka onde teve aulas de piano com Xaver Scharwenka e aulas de composição com o irmão Philipp Scharwenka. Estudou paralelamente com Carl Schaeffer, membro da Sociedade Wagneriana que exerceu grande influência em Vianna da Motta, a julgar pelo conteúdo dos seus diários.
No verão de 1885, frequentou um estágio de piano de Franz Liszt em Weimar tendo por isso sido um dos últimos alunos do mestre húngaro. Parte dessa experiência é relatada por Vianna da Motta nas suas obras literárias A Vida de Liszt e Música e músicos alemães: Recordações, ensaios, críticas. Em 1887, frequentou o curso de interpretação de Hans von Bülow em Frankfurt am Main, experiência descrita por Vianna da Motta na sua correspondência e posteriormente publicada na obra literária Nachtrag zu Studien bei Hans von Büllow von Theodor Pfeiffer.
Faleceu em 1948, em Lisboa, tendo vivido os últimos anos da sua vida na residência de sua filha Inês Vianna da Motta. Foi sepultado no Cemitério do Alto de São João, sendo homenageado em 1 de Outubro de 2016, com a sua trasladação para um jazigo novo no Cemitério dos Prazeres.
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JOÃO FREITAS BRANCO nasceu a 10 de Janeiro de 1922. Licenciou-se em Matemática, na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto e fez o curso superior de Piano no Conservatório Nacional de Lisboa. Foi Director do Teatro Nacional de São Carlos (1970-1974), Inspector-Geral da Secretaria de Estado da Cultura, Director-Geral dos Assuntos Culturais e Secretário de Estado da Cultura e Educação Permanente no III, IV e V Governos Provisórios (1974-1975). Foi docente na Fundação Gulbenkian e no Conservatório Nacional e professor catedrático convidado da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (1980-1989). Desenvolvendo ainda os seus dotes de pianista e compositor, foi colaborador assíduo da RDP e RTP, bem como de inúmeras publicações nacionais e estrangeiras, escreveu prefácios para várias monografias de especialidade musical, compôs o libreto para a ópera radiofónica Viver ou Morrer, de Joly Braga Santos. Escreveu História da Música Portuguesa (1959), Alguns aspectos da música portuguesa contemporânea (1960), Chopin, um improviso em forma de diálogo (1962), Viana da Mota (1972), A Música na obra de Camões (1979) e Camões e a música (1982). Faleceu a 17 de Novembro de 1989, em Lisboa.
BOM UM LIGEIRO VINCO NA CAPA. MAS MIOLO LIMPO
BOM ESTADO - PORTES GRÁTIS
Uma Contribuição para o Estudo da Sua Personalidade e da Sua Obra
de João de Freitas Branco
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José Vianna da Motta ou Viana da Mota segundo a ortografia vigente (São Tomé, São Tomé e Príncipe, 22 de Abril de 1867 Lisboa, 1 de Junho de 1948), foi um pianista, compositor, maestro e musicógrafo português.
José Vianna da Motta nasceu na então colónia portuguesa de São Tomé a 22 de abril de 1867. Pouco tempo depois, viajou para Lisboa com os seus pais, José António da Motta, um farmacêutico natural de Lisboa, e Inês Joaquina de Almeida Vianna, natural de São Tomé. Veio a estudar no Conservatório Nacional de Lisboa, então designado Conservatório Real de Lisboa. Revelou cedo uma grande proficiência para a música, particularmente para o piano, tendo composto a sua primeira peça musical com 5 anos de idade. Professava a religião evangélica.
Por iniciativa do seu pai, foi levado à corte em 1874, tendo com isso obtido o patrocínio dos seus estudos pelo rei D. Fernando II e sua esposa, a Condessa de Edla. Até 1882, apresentou-se várias vezes não só em recitais privados mas também em recitais públicos, nomeadamente no Salão da Trindade. Durante esse período, compôs dezenas de obras sobretudo para piano solo dos mais variados géneros: valsas, mazurcas, polcas, marchas, fantasias, etc.
Após concluir os seus estudos no Conservatório Nacional em 1882, partiu para Berlim, custeado pelo real mecenas, ingressando no Conservatório Scharwenka onde teve aulas de piano com Xaver Scharwenka e aulas de composição com o irmão Philipp Scharwenka. Estudou paralelamente com Carl Schaeffer, membro da Sociedade Wagneriana que exerceu grande influência em Vianna da Motta, a julgar pelo conteúdo dos seus diários.
No verão de 1885, frequentou um estágio de piano de Franz Liszt em Weimar tendo por isso sido um dos últimos alunos do mestre húngaro. Parte dessa experiência é relatada por Vianna da Motta nas suas obras literárias A Vida de Liszt e Música e músicos alemães: Recordações, ensaios, críticas. Em 1887, frequentou o curso de interpretação de Hans von Bülow em Frankfurt am Main, experiência descrita por Vianna da Motta na sua correspondência e posteriormente publicada na obra literária Nachtrag zu Studien bei Hans von Büllow von Theodor Pfeiffer.
Faleceu em 1948, em Lisboa, tendo vivido os últimos anos da sua vida na residência de sua filha Inês Vianna da Motta. Foi sepultado no Cemitério do Alto de São João, sendo homenageado em 1 de Outubro de 2016, com a sua trasladação para um jazigo novo no Cemitério dos Prazeres.
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JOÃO FREITAS BRANCO nasceu a 10 de Janeiro de 1922. Licenciou-se em Matemática, na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto e fez o curso superior de Piano no Conservatório Nacional de Lisboa. Foi Director do Teatro Nacional de São Carlos (1970-1974), Inspector-Geral da Secretaria de Estado da Cultura, Director-Geral dos Assuntos Culturais e Secretário de Estado da Cultura e Educação Permanente no III, IV e V Governos Provisórios (1974-1975). Foi docente na Fundação Gulbenkian e no Conservatório Nacional e professor catedrático convidado da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (1980-1989). Desenvolvendo ainda os seus dotes de pianista e compositor, foi colaborador assíduo da RDP e RTP, bem como de inúmeras publicações nacionais e estrangeiras, escreveu prefácios para várias monografias de especialidade musical, compôs o libreto para a ópera radiofónica Viver ou Morrer, de Joly Braga Santos. Escreveu História da Música Portuguesa (1959), Alguns aspectos da música portuguesa contemporânea (1960), Chopin, um improviso em forma de diálogo (1962), Viana da Mota (1972), A Música na obra de Camões (1979) e Camões e a música (1982). Faleceu a 17 de Novembro de 1989, em Lisboa.
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