"VIDA E OBRA DE FERNANDO PESSOA" - História de Uma Geração de João Gaspar Simões - 3ª Edição de 1973
Preço: 25 €"VIDA E OBRA DE FERNANDO PESSOA" - História de Uma Geração de João Gaspar Simões - 3ª Edição de 1973
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio44852699
- Id do anunciante98MM
Descrição
"VIDA E OBRA DE FERNANDO PESSOA"
História de Uma Geração
de João Gaspar Simões
3ª Edição de 1973
Livraria Bertrand
Coleção Figuras de Todos os Tempos
716 Páginas
Ilustrado com fotografias em extratexto
Depois da biografia de Camões de Wilhem Storck, só poderia seguir-se a biografia de Fernando Pessoa. Se a história da Literatura Universal é a escrita continuada do mesmo livro, com interpretações diferentes, em Camões e Pessoa isso é evidente; o primeiro escreveu Os Lusíadas, o segundo A Mensagem.
Pessoa é a modernidade da escrita; é o autor português mais conhecido, aquém e além fronteiras das línguas; é o autor mais inquietante, quiça, de toda a literatura e, é cosmopolita - no sentido universal - sem deixar de ser profundamente português.
Esta biografia surgiu em 1.ª edição no ano de 1950. A 3ª edição, que agora se republica, é de 1973. Mantém o fascínio de ter sido o primeiro trabalho de fôlego sobre a vida e obra de Pessoa, ocupando um lugar de referência, obrigatória, nos trabalhos sobre o poeta.
João Gaspar Simões, crítico literário esclarecido (tem a Crítica, compilada e editada, em 6 volumes pela Imprensa Nacional Casa da Moeda), para além de nos contar a vida de Pessoa, interpreta também a sua imensa e variada obra de acordo com correntes literárias, movimentos artísticos e influências diversas. É como se fossem dois trabalhos num só: A Vida e Obra de Fernando Pessoa.
---
João Gaspar Simões, Figueira da Foz, 1903 Lisboa, 1987
Ficcionista, dramaturgo, crítico, ensaísta, biógrafo, director literário de revistas e de editoras, João Gaspar Simões foi uma das personalidades literárias mais influentes dos segundo e terceiro quartéis do século XX, mas também uma das mais controversas.
Tendo frequentado interrompidamente o curso de Direito da Universidade de Coimbra, que viria a concluir só em 1932, após ter-se matriculado em 1921, João Gaspar Simões foi, com José Régio e Branquinho da Fonseca, o fundador da influente revista coimbrã, Presença (1927 a 1940), que revelou e valorizou os escritores do chamado Primeiro Modernismo (Fernando Pessoa, Mário de Sá-Carneiro, Almada Negreiros, etc.), além de promover toda uma plêiade de valores novos, numa campanha que opunha uma «literatura viva» a uma alegadamente desinteressante «literatura livresca».
Embora sem os dotes excepcionais de um José Régio (quer de teorização, quer de capacidade de análise), João Gaspar Simões era porém provido de uma impressionante capacidade de trabalho e de um quase sempre certeiro juízo crítico que tornou a um tempo temidos, respeitados e, às vezes, detestados os folhetins literários com os quais se revelou um dos críticos mais sistemáticos de toda a nossa história literária (no Diário de Lisboa, no Mundo Literário, no Diário de Notícias, na revista Átomo, João Gaspar Simões mostrou-se um dos nossos críticos mais assiduamente visíveis, acompanhando, de perto, quase tudo quanto de importante se publicou entre nós, durante cerca de meio século).
Se como dramaturgo, a sua obra é de valor duvidoso, como ficcionista, Elói ou o Romance numa Cabeça (1932), Pântano (1940), Amigos Sinceros (1941) ou A Unha Quebrada (1941) são obras que não merecem ser esquecidas.
Como biógrafo, com todas as reservas que se lhe possam pôr, deixou duas obras de referência fundamentais: Eça de Queirós, o Homem e o Artista (1945) e Vida e Obra de Fernando Pessoa (1950).
ESGOTADO NESTA EDIÇÃO
COMO NOVO - PORTES GRÁTIS
História de Uma Geração
de João Gaspar Simões
3ª Edição de 1973
Livraria Bertrand
Coleção Figuras de Todos os Tempos
716 Páginas
Ilustrado com fotografias em extratexto
Depois da biografia de Camões de Wilhem Storck, só poderia seguir-se a biografia de Fernando Pessoa. Se a história da Literatura Universal é a escrita continuada do mesmo livro, com interpretações diferentes, em Camões e Pessoa isso é evidente; o primeiro escreveu Os Lusíadas, o segundo A Mensagem.
Pessoa é a modernidade da escrita; é o autor português mais conhecido, aquém e além fronteiras das línguas; é o autor mais inquietante, quiça, de toda a literatura e, é cosmopolita - no sentido universal - sem deixar de ser profundamente português.
Esta biografia surgiu em 1.ª edição no ano de 1950. A 3ª edição, que agora se republica, é de 1973. Mantém o fascínio de ter sido o primeiro trabalho de fôlego sobre a vida e obra de Pessoa, ocupando um lugar de referência, obrigatória, nos trabalhos sobre o poeta.
João Gaspar Simões, crítico literário esclarecido (tem a Crítica, compilada e editada, em 6 volumes pela Imprensa Nacional Casa da Moeda), para além de nos contar a vida de Pessoa, interpreta também a sua imensa e variada obra de acordo com correntes literárias, movimentos artísticos e influências diversas. É como se fossem dois trabalhos num só: A Vida e Obra de Fernando Pessoa.
---
João Gaspar Simões, Figueira da Foz, 1903 Lisboa, 1987
Ficcionista, dramaturgo, crítico, ensaísta, biógrafo, director literário de revistas e de editoras, João Gaspar Simões foi uma das personalidades literárias mais influentes dos segundo e terceiro quartéis do século XX, mas também uma das mais controversas.
Tendo frequentado interrompidamente o curso de Direito da Universidade de Coimbra, que viria a concluir só em 1932, após ter-se matriculado em 1921, João Gaspar Simões foi, com José Régio e Branquinho da Fonseca, o fundador da influente revista coimbrã, Presença (1927 a 1940), que revelou e valorizou os escritores do chamado Primeiro Modernismo (Fernando Pessoa, Mário de Sá-Carneiro, Almada Negreiros, etc.), além de promover toda uma plêiade de valores novos, numa campanha que opunha uma «literatura viva» a uma alegadamente desinteressante «literatura livresca».
Embora sem os dotes excepcionais de um José Régio (quer de teorização, quer de capacidade de análise), João Gaspar Simões era porém provido de uma impressionante capacidade de trabalho e de um quase sempre certeiro juízo crítico que tornou a um tempo temidos, respeitados e, às vezes, detestados os folhetins literários com os quais se revelou um dos críticos mais sistemáticos de toda a nossa história literária (no Diário de Lisboa, no Mundo Literário, no Diário de Notícias, na revista Átomo, João Gaspar Simões mostrou-se um dos nossos críticos mais assiduamente visíveis, acompanhando, de perto, quase tudo quanto de importante se publicou entre nós, durante cerca de meio século).
Se como dramaturgo, a sua obra é de valor duvidoso, como ficcionista, Elói ou o Romance numa Cabeça (1932), Pântano (1940), Amigos Sinceros (1941) ou A Unha Quebrada (1941) são obras que não merecem ser esquecidas.
Como biógrafo, com todas as reservas que se lhe possam pôr, deixou duas obras de referência fundamentais: Eça de Queirós, o Homem e o Artista (1945) e Vida e Obra de Fernando Pessoa (1950).
ESGOTADO NESTA EDIÇÃO
COMO NOVO - PORTES GRÁTIS
Raul Ribeiro
Anunciante desde Abr. 2013
Tempo de resposta superior a 1 hora Último acesso há mais de 15 minutos
Tempo de resposta superior a 1 hora Último acesso há mais de 15 minutos
Serviços adicionais
Verifique as melhores opções de crédito ou seguro para o seu caso.
Localização
Lisboa - Cascais
Raul Ribeiro
Anunciante desde Abr. 2013
Tempo de resposta superior a 1 hora Último acesso há mais de 15 minutos
Tempo de resposta superior a 1 hora Último acesso há mais de 15 minutos


