"Viver Sem Deuses Nem Chefes" de Mário de Oliveira - 1ª Edição de 1978
Preço: 15 €"Viver Sem Deuses Nem Chefes" de Mário de Oliveira - 1ª Edição de 1978
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio44734257
- Id do anunciante72JJ
Descrição
"Viver Sem Deuses Nem Chefes"
de Mário de Oliveira
Capa de João Botelho
1ª Edição de 1978
CENTELHA - Coimbra
Coleção O Que Faz Falta Nº 7
152 Páginas
O livro é dedicado ao Padre Max
Assassinado em Abril de 1976 no coração do Nordeste Transmontano:
P'los poderosos temido
pelos ricos odiado
quase sempre incompreendido
por quem vive aburguesado...
Não penses que estás sozinho
nessa fome de Verdade
nessa sede de Justiça
que à morte te levaram.
Na multidão nordestina
inda agora acorrentada
p'los mesmos que te mataram
há silêncios a gritar
a Liberdade sonhada.
"Viver sem Deuses nem Chefes" é uma das obras mais conhecidas de Mário de Oliveira (comumente conhecido como Padre Mário da Lixa), um ex-padre e figura proeminente do pensamento libertário e progressista em Portugal.
Aqui estão os pontos fundamentais sobre o livro e a filosofia do autor:
A Crítica à Autoridade: O título é uma clara referência ao lema anarquista "Nem Deus, nem mestre". Mário de Oliveira defende a emancipação humana através da libertação de todas as formas de dogmatismo religioso e autoritarismo político.
Cristianismo Libertário: Embora tenha sido padre, a sua visão afasta-se da hierarquia da Igreja Católica. Ele propõe um "regresso a Jesus" enquanto figura histórica e revolucionária, focada na justiça social, na partilha e na liberdade, em oposição à instituição eclesiástica.
Autonomia Individual: A obra apela a que cada indivíduo assuma a responsabilidade pela sua própria vida e consciência, recusando submeter-se a "chefes" (poderes políticos e económicos) ou a "deuses" (construções religiosas que oprimem em vez de libertar).
Contexto Social: O autor utiliza frequentemente as suas experiências incluindo a sua oposição à Guerra Colonial e os seus conflitos com a hierarquia da Igreja para ilustrar a necessidade de uma sociedade baseada na solidariedade horizontal e não na obediência cega.
---
Padre Mário de Oliveira
É mais conhecido por Padre Mário da Lixa. E, como quem faz jus ao nome que se lhe colou ao corpo, decidiu, em Fevereiro de 2004, fixar de novo residência em Macieira da Lixa, freguesia do concelho de Felgueiras onde, antes de Abril de 1974, foi pároco e, nessa qualidade, foi duas vezes preso pela PIDE e outras tantas julgado no Tribunal Plenário do Porto. Porém, neste seu regresso a Macieira da Lixa, já não tem nada a ver com a paróquia. Vive sem qualquer privilégio eclesiástico, numa casinha alugada no lugar da Maçorra, na proximidade física de companheiras e de companheiros cristãos de base, com quem partilha a vida, os bens e a missão de Evangelizar os pobres e os povos.
Tem mais de vinte livros publicados, todos fecundamente polémicos ao tempo em que foram editados, com destaque para Chicote no Templo (Afrontamento, 1973), Mas à Africa, Senhores, Por que lhes Dais Tantas Dores (Campo das Letras, 1997), Fátima Nunca Mais (Campo das Letras, 1999), Nem Adão e Eva, Nem Pecado Original (Campo das Letras, 2000), Que Fazer com esta Igreja (Campo das Letras, 2001), Em Memória Delas. Livro de mulheres (Campo das Letras, 2002), E Deus disse: do que eu gosto é de política, não de religião (Campo das Letras, 2002), Com Farpas. Mas com Ternura (Ausência, 2003), Ouvistes o Que Foi Dito aos Antigos. Eu, Porém, Digo-vos (Campo das Letras, 2004), Canto(s) nas Margens (Ausência, 2005) e O Outro Evangelho Segundo Jesus Cristo (Campo das Letras, 2005).
ESGOTADO E RARO
BOM ESTADO - PORTES GRÁTIS
de Mário de Oliveira
Capa de João Botelho
1ª Edição de 1978
CENTELHA - Coimbra
Coleção O Que Faz Falta Nº 7
152 Páginas
O livro é dedicado ao Padre Max
Assassinado em Abril de 1976 no coração do Nordeste Transmontano:
P'los poderosos temido
pelos ricos odiado
quase sempre incompreendido
por quem vive aburguesado...
Não penses que estás sozinho
nessa fome de Verdade
nessa sede de Justiça
que à morte te levaram.
Na multidão nordestina
inda agora acorrentada
p'los mesmos que te mataram
há silêncios a gritar
a Liberdade sonhada.
"Viver sem Deuses nem Chefes" é uma das obras mais conhecidas de Mário de Oliveira (comumente conhecido como Padre Mário da Lixa), um ex-padre e figura proeminente do pensamento libertário e progressista em Portugal.
Aqui estão os pontos fundamentais sobre o livro e a filosofia do autor:
A Crítica à Autoridade: O título é uma clara referência ao lema anarquista "Nem Deus, nem mestre". Mário de Oliveira defende a emancipação humana através da libertação de todas as formas de dogmatismo religioso e autoritarismo político.
Cristianismo Libertário: Embora tenha sido padre, a sua visão afasta-se da hierarquia da Igreja Católica. Ele propõe um "regresso a Jesus" enquanto figura histórica e revolucionária, focada na justiça social, na partilha e na liberdade, em oposição à instituição eclesiástica.
Autonomia Individual: A obra apela a que cada indivíduo assuma a responsabilidade pela sua própria vida e consciência, recusando submeter-se a "chefes" (poderes políticos e económicos) ou a "deuses" (construções religiosas que oprimem em vez de libertar).
Contexto Social: O autor utiliza frequentemente as suas experiências incluindo a sua oposição à Guerra Colonial e os seus conflitos com a hierarquia da Igreja para ilustrar a necessidade de uma sociedade baseada na solidariedade horizontal e não na obediência cega.
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Padre Mário de Oliveira
É mais conhecido por Padre Mário da Lixa. E, como quem faz jus ao nome que se lhe colou ao corpo, decidiu, em Fevereiro de 2004, fixar de novo residência em Macieira da Lixa, freguesia do concelho de Felgueiras onde, antes de Abril de 1974, foi pároco e, nessa qualidade, foi duas vezes preso pela PIDE e outras tantas julgado no Tribunal Plenário do Porto. Porém, neste seu regresso a Macieira da Lixa, já não tem nada a ver com a paróquia. Vive sem qualquer privilégio eclesiástico, numa casinha alugada no lugar da Maçorra, na proximidade física de companheiras e de companheiros cristãos de base, com quem partilha a vida, os bens e a missão de Evangelizar os pobres e os povos.
Tem mais de vinte livros publicados, todos fecundamente polémicos ao tempo em que foram editados, com destaque para Chicote no Templo (Afrontamento, 1973), Mas à Africa, Senhores, Por que lhes Dais Tantas Dores (Campo das Letras, 1997), Fátima Nunca Mais (Campo das Letras, 1999), Nem Adão e Eva, Nem Pecado Original (Campo das Letras, 2000), Que Fazer com esta Igreja (Campo das Letras, 2001), Em Memória Delas. Livro de mulheres (Campo das Letras, 2002), E Deus disse: do que eu gosto é de política, não de religião (Campo das Letras, 2002), Com Farpas. Mas com Ternura (Ausência, 2003), Ouvistes o Que Foi Dito aos Antigos. Eu, Porém, Digo-vos (Campo das Letras, 2004), Canto(s) nas Margens (Ausência, 2005) e O Outro Evangelho Segundo Jesus Cristo (Campo das Letras, 2005).
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