A colina da saudade, de Han Suyin.
Preço: 3 €A colina da saudade, de Han Suyin.
Especificações
Descrição
*Entrego em Benfica, ou envio por correio.
Livro.
-A colina da saudade, de Han Suyin.
Editado por Portugália, no ano 1972.
Tem 481 páginas.
O relato autobiográfico de uma grande paixão, apresentado em forma de romance, com início em Maio de 1949. Uma história de amor "multicultural" em Hong Kong e na China, nos anos 50 -- Período da "descolonização" em que a Ásia oriental do pós-Guerra sofria os conflitos e as revoluções de uma Era em que ainda predominava a hegemonia do Colonialismo e Imperialismo europeus...
Em 1949, a China se torna comunista e os refugiados não param de chegar em Hong Kong. A médica eurasiana viúva Han Suyn está sobrecarregada com tantos atendimentos no hospital que trabalha e resolve tirar um dia de folga e ir a uma festa da sociedade. Lá ela encontra o correspondente de guerra americano casado Mark Elliott, que pede para fazer uma entrevista com ela. Os dois se apaixonam mas o homem não consegue o divórcio e a doutora começa a sofrer pressões, tanto em seu trabalho quanto da sua família. Quando estoura a Guerra da Coréia (1950-1953), o jornalista parte para acompanhar o conflito e o casal passa a se corresponder por cartas.
*Livro em bom estado.
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-A colina da saudade, de Han Suyin.
Editado por Portugália, no ano 1972.
Tem 481 páginas.
O relato autobiográfico de uma grande paixão, apresentado em forma de romance, com início em Maio de 1949. Uma história de amor "multicultural" em Hong Kong e na China, nos anos 50 -- Período da "descolonização" em que a Ásia oriental do pós-Guerra sofria os conflitos e as revoluções de uma Era em que ainda predominava a hegemonia do Colonialismo e Imperialismo europeus...
Em 1949, a China se torna comunista e os refugiados não param de chegar em Hong Kong. A médica eurasiana viúva Han Suyn está sobrecarregada com tantos atendimentos no hospital que trabalha e resolve tirar um dia de folga e ir a uma festa da sociedade. Lá ela encontra o correspondente de guerra americano casado Mark Elliott, que pede para fazer uma entrevista com ela. Os dois se apaixonam mas o homem não consegue o divórcio e a doutora começa a sofrer pressões, tanto em seu trabalho quanto da sua família. Quando estoura a Guerra da Coréia (1950-1953), o jornalista parte para acompanhar o conflito e o casal passa a se corresponder por cartas.
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