A. Vicente Campinas // Fronteiriços Dedicatória
Preço: 12 €A. Vicente Campinas // Fronteiriços Dedicatória
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoLisboa
- FreguesiaMisericórdia
- Id do anúncio33921802
- Id do anunciante36226490
Descrição
Autor: A. Vicente Campinas
Obra: Fronteiriços.
Prefácio de José Manuel Mendes
Editor: Nova Realidade, 1986.
Segunda edição, revista
Formato: capa mole
Págs: 139
Observações: A. Vicente Campinas [Vila Nova de Cacela, 1910 - Vila Real de Santo António, 1998]
Poeta, ficcionista e jornalista profissional. De 1937 a 1939 dirigiu o semanário Foz do Guadiana, suspenso pela censura de Salazar. Dirigiu igualmente o quinzenário Jornal de Cinema. Colaborou nos jornais regionais: Jornal do Algarve, Correio do Sul, Barlavento, O Algarve, A Planície, Bandarra, Gazeta do Sul e Notícias da Amadora, Diário do Sul, Diário do Alentejo e Jornal do Barreiro. Também colaborou em revistas e jornais de Lisboa, Coimbra e do Porto, como O Diabo (década de 30), Sol Nascente, Áquila, Cinéfilo, Pensamento, Vértice, Quatro Ventos, República. O seu primeiro romance, Fronteiriços, editado em 1953, foi imediatamente proibido e apreendido pela PIDE (polícia política do regime de Salazar). Segredo no Meio do Mar, é o relato de dez dias passados no «segredo da fortaleza de Peniche, onde esteve preso em 1950 por se opor à ditadura salazarista.
Da sua poesia afirmou João Rui de Sousa ser «a memória que não pondo de parte a pulsão de uma bem vincada positividade moral, o aceno de uma fraternidade mesmo se apenas sonhada testemunha sobretudo os olhos cansados pela ira do abandono, os colapsos de frio e de sono, de destroços, de aconteceres existencialmente menos felizes. Sobre os seus romances, José Manuel Mendes diz serem «bem a denúncia das injustiças sociais, um painel realista, não eufemizado, da desgraça a que são condenados os sem eira nem beira num universo de opressão. Vergílio Alberto Vieira chama a atenção para a coragem desta escrita «que ganha raiz em pleno salazarismo e chega ao nosso tempo com a limpidez só pela autenticidade popular assumida.
Poemas seus estão incluídos nas seguintes antologias: Vietname (1970), Escrita e Combate (1976), Textos Manuscritos (1977), Uma Certa Maneira de Cantar (1977), Poemabril (1984), Água Clara: Poetas em Vila Viçosa (1987). - Centro de Documentação de Autores Portugueses 06/2008
A primeira edição deste romance foi apreendida pela PIDE em 1953.
Bom estado, com dedicatória do autor.
Portes grátis
Pagamento por paypal, transferência bancária ou mbway
literatura portuguesa, romance
Obra: Fronteiriços.
Prefácio de José Manuel Mendes
Editor: Nova Realidade, 1986.
Segunda edição, revista
Formato: capa mole
Págs: 139
Observações: A. Vicente Campinas [Vila Nova de Cacela, 1910 - Vila Real de Santo António, 1998]
Poeta, ficcionista e jornalista profissional. De 1937 a 1939 dirigiu o semanário Foz do Guadiana, suspenso pela censura de Salazar. Dirigiu igualmente o quinzenário Jornal de Cinema. Colaborou nos jornais regionais: Jornal do Algarve, Correio do Sul, Barlavento, O Algarve, A Planície, Bandarra, Gazeta do Sul e Notícias da Amadora, Diário do Sul, Diário do Alentejo e Jornal do Barreiro. Também colaborou em revistas e jornais de Lisboa, Coimbra e do Porto, como O Diabo (década de 30), Sol Nascente, Áquila, Cinéfilo, Pensamento, Vértice, Quatro Ventos, República. O seu primeiro romance, Fronteiriços, editado em 1953, foi imediatamente proibido e apreendido pela PIDE (polícia política do regime de Salazar). Segredo no Meio do Mar, é o relato de dez dias passados no «segredo da fortaleza de Peniche, onde esteve preso em 1950 por se opor à ditadura salazarista.
Da sua poesia afirmou João Rui de Sousa ser «a memória que não pondo de parte a pulsão de uma bem vincada positividade moral, o aceno de uma fraternidade mesmo se apenas sonhada testemunha sobretudo os olhos cansados pela ira do abandono, os colapsos de frio e de sono, de destroços, de aconteceres existencialmente menos felizes. Sobre os seus romances, José Manuel Mendes diz serem «bem a denúncia das injustiças sociais, um painel realista, não eufemizado, da desgraça a que são condenados os sem eira nem beira num universo de opressão. Vergílio Alberto Vieira chama a atenção para a coragem desta escrita «que ganha raiz em pleno salazarismo e chega ao nosso tempo com a limpidez só pela autenticidade popular assumida.
Poemas seus estão incluídos nas seguintes antologias: Vietname (1970), Escrita e Combate (1976), Textos Manuscritos (1977), Uma Certa Maneira de Cantar (1977), Poemabril (1984), Água Clara: Poetas em Vila Viçosa (1987). - Centro de Documentação de Autores Portugueses 06/2008
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