APOCALIPSE DO APÓSTOLO JOÃO - 1ª Edição de 1972 - Edições Afrodite/Fernando Ribeiro de Mello
Preço: 30 €APOCALIPSE DO APÓSTOLO JOÃO - 1ª Edição de 1972 - Edições Afrodite/Fernando Ribeiro de Mello
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio44822571
- Id do anunciante4MM
Descrição
"APOCALIPSE DO APÓSTOLO JOÃO"
Ilustrações de Martim Avillez
1ª Edição de 1972
EDIÇÕES AFRODITE/Fernando Ribeiro de Mello
102 Páginas
O Livro do Apocalipse é um poema profético que as Igrejas cristãs aceitam como sagrado: atribuem-no ao Apóstolo João, o discípulo que Jesus amava. Trata-se de uma narração onírica, descrevendo tudo o que sucederá quando chegar o fim dos mundos.
Esta Edição pretende afirmar a poética de um texto que, escrito no remoto século I dep. Cr., se inscreve nas mitologias das civilizações mediterrânicas; é testemunha das mitologias extremo-orientais, a que aliás combate; no seu texto escreve a mitologia que nesta Nossa Idade (a última de todas) sobreleva todos os mitos posteriormente aparecidos.
Mais que cristão, este é o poema de uma civilização que se sente a caminhar para a destruição a gesta de uma cultura, reinventando os símbolos dos seus dragões, em luta contra sua vitalidade simbolicamente sempre prestes a parir; este é porventura o único texto do chamado Novo Testamento em que a tristeza da morte não consegue sobrepôr-se à alegria de destruir um mundo revelho e gasto. E nisto é o Apocalipse uma escrita revolucionária.
O texto, tal como aqui é apresentado, pretende falar por si: quanto possível é tornado aberto por adequada forma gráfica; é todavia apresentado sem notas, pese embora à obrigação de todas as edições católicas oficiais têm de as inserir. Baseia-se contudo e confronta-se com desvairadas (tantas!) versões aprovadas.
Principalmente a edição dos Missionários Capuchinhos, com Imprimatur do Arcebispo de Mitilene.
Este texto anuncia, como dissemos, o tal fim do mundo. E esta edição não pretende interpretá-lo, nem enriquecê-lo. O modo de ele ser hoje apresentado, esperemos sim que o torne mais autêntico, menos alienado, com a sua possível acuidade histórica. A homenagem que prestamos à obra-prima do onirismo do Ocidente, em nada a oculta, em nada a revela.
Para tanto, diz o seu autor, é precisa uma grande inteligência, guiada por uma grande sabedoria.
ESGOTADO NAS LIVRARIAS
COM UMA DEDICATÓRIA NA FOLHA DE ANTE-ROSTO
BOM ESTADO - PORTES GRÁTIS
Ilustrações de Martim Avillez
1ª Edição de 1972
EDIÇÕES AFRODITE/Fernando Ribeiro de Mello
102 Páginas
O Livro do Apocalipse é um poema profético que as Igrejas cristãs aceitam como sagrado: atribuem-no ao Apóstolo João, o discípulo que Jesus amava. Trata-se de uma narração onírica, descrevendo tudo o que sucederá quando chegar o fim dos mundos.
Esta Edição pretende afirmar a poética de um texto que, escrito no remoto século I dep. Cr., se inscreve nas mitologias das civilizações mediterrânicas; é testemunha das mitologias extremo-orientais, a que aliás combate; no seu texto escreve a mitologia que nesta Nossa Idade (a última de todas) sobreleva todos os mitos posteriormente aparecidos.
Mais que cristão, este é o poema de uma civilização que se sente a caminhar para a destruição a gesta de uma cultura, reinventando os símbolos dos seus dragões, em luta contra sua vitalidade simbolicamente sempre prestes a parir; este é porventura o único texto do chamado Novo Testamento em que a tristeza da morte não consegue sobrepôr-se à alegria de destruir um mundo revelho e gasto. E nisto é o Apocalipse uma escrita revolucionária.
O texto, tal como aqui é apresentado, pretende falar por si: quanto possível é tornado aberto por adequada forma gráfica; é todavia apresentado sem notas, pese embora à obrigação de todas as edições católicas oficiais têm de as inserir. Baseia-se contudo e confronta-se com desvairadas (tantas!) versões aprovadas.
Principalmente a edição dos Missionários Capuchinhos, com Imprimatur do Arcebispo de Mitilene.
Este texto anuncia, como dissemos, o tal fim do mundo. E esta edição não pretende interpretá-lo, nem enriquecê-lo. O modo de ele ser hoje apresentado, esperemos sim que o torne mais autêntico, menos alienado, com a sua possível acuidade histórica. A homenagem que prestamos à obra-prima do onirismo do Ocidente, em nada a oculta, em nada a revela.
Para tanto, diz o seu autor, é precisa uma grande inteligência, guiada por uma grande sabedoria.
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Localização
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