Autores Lusófonos: Jorge Amado, Lídia Jorge; Germano ALMEIDA


Especificações


Descrição

Livros como novos

1 livro = EUR5
2 livros = EUR8
3 ou mais livros = EUR11

Crónica de uma Travessia
Luís CARDOSO
Narra as peripécias do autor, desde a infância timorense, no campo, à viagem com o pai, para a ilha de Ataúro, à participação no C. N. da Resistência Maubere ao convívio com os timorenses do Vale do Jamor.

As Duas Sombras do Rio
João Paulo Borges COELHO
Esta é uma história feita de histórias. Histórias de guerra e de sobrevivência, de pequenos sinais de humanidade rompendo da violência como as plantas rompem das pedras. Esta história feita de histórias mostra que talvez os homens encontrem na ilha de Cacessemo, a meio do rio, uma ponte de união entre o mundo da água e o mundo do fogo.

O País do Carnaval
Jorge AMADO
1930. Tempo de maré agitada, de ondas fortes, no Brasil. Jorge Amado está morando no Rio de Janeiro, onde faz o curso de Direito. Mas é, ainda, um adolescente. E, aos 18 anos de idade, acaba de escrever o seu primeiro romance. Trata-se, em suma, de um retrato geracional tecido a partir das rondas de Paulo Rigger pelas rodas boémias e literárias da Cidade da Bahia, em inícios do século XX.

Kikia Matcho
Filinto de BARROS
Nem história, nem sociologia, nem etnologia, nem política, tão-somente uma abordagem que se pretende dinâmica e existencial do processo de síntese sociocultural de um Povo.

O Dia dos Prodígios
Lídia JORGE
O livro relata a história de uma comunidade do Sul de Portugal, isolada e desentendida, em face das mudanças ocorridas com a Revolução dos Cravos, cuja mensagem não é capaz de acompanhar.

Os Dois Irmãos
Germano ALMEIDA
«A história que serve de suporte a esta estória aconteceu lá pelos anos de 1976, algures na ilha de Santiago. Como agente do Ministério Público fui responsável pela acusação de "André" pelo crime de fratricídio.

O Hóspede de Job
José CARDOSO PIRES
Fábula que evoca o Alentejo feudal dos anos 50, que cortava com o neorrealismo dominante na literatura portuguesa da época. Foi escrita entre 1953 e 1954, "um romance destinado unicamente a ilustrar uma legenda, uma moral ou um clima humano, para lá de qualquer imediatismo de tempo e de lugar histórico".

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Luís Chainho

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