Caboverdeamadamente construção meu amor, Oswaldo O
Preço: 25 €Caboverdeamadamente construção meu amor, Oswaldo O
Especificações
Descrição
Livro:
-Caboverdeamadamente construção meu amor, de Oswaldo Osório.
Poemas de luta.
Prefácio de Sukre DSal.
Publicação Nova Aurora.
1 edição, Outubro de 1975.
Tem 48 páginas.
Oswaldo Osório (pseudónimo literário de Osvaldo Alcântara Medina Custódio) nasceu em 1937. Na década de 1960, torna-se num dos fundadores do extinto caderno de cultura Seló, onde se estreou na poesia. Em 1975, lançou o livro de poesia Caboverdeamadamente construção meu amor .Continua a dedicar-se à poesia, apesar de ter perdido totalmente a visão em 2004.
Acerca do poeta diz o prefácio:
«[...] Partindo duma análise concreta da situação corrente em plena luta contra o obscurantismo colonial, lança-se no trabalho de dar continuidade ao processo desencadeado pela geração da Nova Largada, focando de frente o clima dos conflitos socioculturais, já no seu auge de agudização, motivados pela oposição entre dominadores e dominados que se revoltam. [...]
Numa variedade rítmica tipicamente caboverdeana, reflecte a influência do clima libertário em que se vive, deixando transparecer a preocupação, feliz preocupação, de anunciar o aparecimento da nova mentalidade revolucionária no homem novo que se vem formando no nosso chão [...].
*Obra rara de poesia anti clonial.
-Caboverdeamadamente construção meu amor, de Oswaldo Osório.
Poemas de luta.
Prefácio de Sukre DSal.
Publicação Nova Aurora.
1 edição, Outubro de 1975.
Tem 48 páginas.
Oswaldo Osório (pseudónimo literário de Osvaldo Alcântara Medina Custódio) nasceu em 1937. Na década de 1960, torna-se num dos fundadores do extinto caderno de cultura Seló, onde se estreou na poesia. Em 1975, lançou o livro de poesia Caboverdeamadamente construção meu amor .Continua a dedicar-se à poesia, apesar de ter perdido totalmente a visão em 2004.
Acerca do poeta diz o prefácio:
«[...] Partindo duma análise concreta da situação corrente em plena luta contra o obscurantismo colonial, lança-se no trabalho de dar continuidade ao processo desencadeado pela geração da Nova Largada, focando de frente o clima dos conflitos socioculturais, já no seu auge de agudização, motivados pela oposição entre dominadores e dominados que se revoltam. [...]
Numa variedade rítmica tipicamente caboverdeana, reflecte a influência do clima libertário em que se vive, deixando transparecer a preocupação, feliz preocupação, de anunciar o aparecimento da nova mentalidade revolucionária no homem novo que se vem formando no nosso chão [...].
*Obra rara de poesia anti clonial.
C
Carlos Lopes
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