Centenário do Nascimento de Amadeo de Souza Cardoso 1887 a 1987 de Vários - 1ª Edição de 1987
Preço: 180 €Centenário do Nascimento de Amadeo de Souza Cardoso 1887 a 1987 de Vários - 1ª Edição de 1987
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio45089307
- Id do anunciante32SS
Descrição
Centenário do Nascimento de Amadeo de Souza Cardoso 1887 a 1987
de Vários
Monumental, luxuoso e completíssimo catálogo e inventário da obra do grande pintor português, resultante da maior exposição de sempre levada a efeito pela Gulbenkian.
Edição de grande qualidade gráfica, em excelente papel e com vasto documentário fotobiográfico relativo a Amadeo, além de centenas de estampas reproduzindo pinturas e desenhos do pintor.
Textos de Sommer Ribeiro, Paulo Ferreira, Fernando de Azevedo, António Cardoso e António Rodrigues.
1ª Edição de 1987
Fundação Calouste Gulbenkian
634 Páginas
Dimensões: 240 x 280 x 50 mm.
O catálogo apresenta pintura, aguarela, caricatura e desenho de Amadeo de Souza-Cardoso. Contém um texto de apresentação, quatro textos sobre o artista e a sua obra, fotobiografia, reprodução das obras com indicação das exposições onde foram expostas, testemunhos, reflexões e bibliografia. Editado em português.
Exposição de comemoração do centenário do nascimento do pintor Amadeo de Souza-Cardoso (1887-1918). Resultou de uma parceria entre o Centro de Arte Moderna (CAM) e o ACARTE, tendo sido integrada nas comemorações do 31.º aniversário da Fundação Calouste Gulbenkian, onde esteve patente na Galeria de Exposições Temporárias do Edifício Sede. O programa de comemoração do centenário deste pintor português contou ainda com um vasto conjunto de iniciativas, entre as quais se destacam duas exposições temporárias (inauguradas no mesmo dia), um colóquio, um concerto, um espetáculo de teatro e um recital de poesia.
No mesmo período, realizou-se na galeria do piso 01 do CAM uma exposição alusiva ao centenário do nascimento de Stuart Carvalhais (1887-1961), contemporâneo de Amadeo, a par de uma outra, «10 Amad(e)ores. Desafio de Amadeo aos Artistas Contemporâneos», iniciativa do ACARTE organizada na galeria do piso 1 do CAM, que contou com a curadoria de Sílvia Chicó e pretendeu refletir sobre o legado de Amadeo. Acerca da mostra, a crítica de arte (aqui curadora) escreveu: «É preciso vencer a resistência ao título e a distância entre a sede da FCG e o CAM.» («10 Amad(e)ores no Centro de Arte Moderna», Expresso, 29 ago. 1987)
Esta exposição de Amadeo de Souza-Cardoso tinha um objetivo bem diferenciado da mostra que, em 1983, esteve integrada no projeto de inauguração do Centro de Arte Moderna e que se intitulou «Amadeo de Souza-Cardoso. A Primeira Descoberta de Portugal na Europa do Século XX», com o comissariado de Paulo Ferreira («Exposições recordam Souza-Cardoso e Stuart», A Capital, 13 jul. 1987). Em 1987, apresentava-se uma exposição de pendor retrospetivo, contendo informação cronológica e biográfica sobre o artista, documentos pertencentes ao espólio da família, fotografias e referências a companheiros e amigos do círculo português e parisiense, e ainda material sobre o seu atelier em Paris. Para facilitar o enquadramento histórico, a mostra incluía um «painel cronológico com os maiores acontecimentos políticos e culturais do que se fez em Portugal e França, na época» (Mendonça, DN Magazine, 16 ago. 1987, p. 8). O espaço expositivo integrava ainda um conjunto de obras de alguns dos companheiros de Amadeo, como Sonia Delaunay (1885-1979), Robert Delaunay (1885-1941), Eduardo Viana (1881-1967), José Pacheko (1885-1934) e Almada Negreiros (1893-1970). Numa pequena sala, encontravam-se trabalhos de caricatura, desenhos de arquitetura e as primeiras obras (desenho e óleo) de Amadeo.
Pretendeu-se uma exposição que pusesse em diálogo a obra plástica de Amadeo e a diversidade de documentação reunida, na qual se incluíam diversos livros da sua autoria, como se lê neste excerto de um documento interno da FCG: «Será a exposição mais documentada até agora apresentada e isso só foi possível, graças à colaboração de Museus nacionais e estrangeiros. A acompanhar a exposição haverá slides e visitas guiadas.» (Nota interna, 30 jun. 1987, Arquivos Gulbenkian, CAM 00037)
A exposição foi composta por 120 pinturas, 80 desenhos e aguarelas, tendo sido considerada pela imprensa como «a maior exposição» dedicada a Amadeo (Nota interna, 1 jul. 1987, Arquivos Gulbenkian, CAM 00037). Algumas das obras, oriundas de colecionadores privados e da coleção do CAM, exigiram restauros prévios, situação que ilustra o ineditismo de várias das obras em exposição.
ESGOTADO E RARO
Exemplar com ligeiros sinais de manuseamento nas capas de brochura, miolo em óptimo estado de conservação
BOM ESTADO - PORTES GRÁTIS
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Monumental, luxuoso e completíssimo catálogo e inventário da obra do grande pintor português, resultante da maior exposição de sempre levada a efeito pela Gulbenkian.
Edição de grande qualidade gráfica, em excelente papel e com vasto documentário fotobiográfico relativo a Amadeo, além de centenas de estampas reproduzindo pinturas e desenhos do pintor.
Textos de Sommer Ribeiro, Paulo Ferreira, Fernando de Azevedo, António Cardoso e António Rodrigues.
1ª Edição de 1987
Fundação Calouste Gulbenkian
634 Páginas
Dimensões: 240 x 280 x 50 mm.
O catálogo apresenta pintura, aguarela, caricatura e desenho de Amadeo de Souza-Cardoso. Contém um texto de apresentação, quatro textos sobre o artista e a sua obra, fotobiografia, reprodução das obras com indicação das exposições onde foram expostas, testemunhos, reflexões e bibliografia. Editado em português.
Exposição de comemoração do centenário do nascimento do pintor Amadeo de Souza-Cardoso (1887-1918). Resultou de uma parceria entre o Centro de Arte Moderna (CAM) e o ACARTE, tendo sido integrada nas comemorações do 31.º aniversário da Fundação Calouste Gulbenkian, onde esteve patente na Galeria de Exposições Temporárias do Edifício Sede. O programa de comemoração do centenário deste pintor português contou ainda com um vasto conjunto de iniciativas, entre as quais se destacam duas exposições temporárias (inauguradas no mesmo dia), um colóquio, um concerto, um espetáculo de teatro e um recital de poesia.
No mesmo período, realizou-se na galeria do piso 01 do CAM uma exposição alusiva ao centenário do nascimento de Stuart Carvalhais (1887-1961), contemporâneo de Amadeo, a par de uma outra, «10 Amad(e)ores. Desafio de Amadeo aos Artistas Contemporâneos», iniciativa do ACARTE organizada na galeria do piso 1 do CAM, que contou com a curadoria de Sílvia Chicó e pretendeu refletir sobre o legado de Amadeo. Acerca da mostra, a crítica de arte (aqui curadora) escreveu: «É preciso vencer a resistência ao título e a distância entre a sede da FCG e o CAM.» («10 Amad(e)ores no Centro de Arte Moderna», Expresso, 29 ago. 1987)
Esta exposição de Amadeo de Souza-Cardoso tinha um objetivo bem diferenciado da mostra que, em 1983, esteve integrada no projeto de inauguração do Centro de Arte Moderna e que se intitulou «Amadeo de Souza-Cardoso. A Primeira Descoberta de Portugal na Europa do Século XX», com o comissariado de Paulo Ferreira («Exposições recordam Souza-Cardoso e Stuart», A Capital, 13 jul. 1987). Em 1987, apresentava-se uma exposição de pendor retrospetivo, contendo informação cronológica e biográfica sobre o artista, documentos pertencentes ao espólio da família, fotografias e referências a companheiros e amigos do círculo português e parisiense, e ainda material sobre o seu atelier em Paris. Para facilitar o enquadramento histórico, a mostra incluía um «painel cronológico com os maiores acontecimentos políticos e culturais do que se fez em Portugal e França, na época» (Mendonça, DN Magazine, 16 ago. 1987, p. 8). O espaço expositivo integrava ainda um conjunto de obras de alguns dos companheiros de Amadeo, como Sonia Delaunay (1885-1979), Robert Delaunay (1885-1941), Eduardo Viana (1881-1967), José Pacheko (1885-1934) e Almada Negreiros (1893-1970). Numa pequena sala, encontravam-se trabalhos de caricatura, desenhos de arquitetura e as primeiras obras (desenho e óleo) de Amadeo.
Pretendeu-se uma exposição que pusesse em diálogo a obra plástica de Amadeo e a diversidade de documentação reunida, na qual se incluíam diversos livros da sua autoria, como se lê neste excerto de um documento interno da FCG: «Será a exposição mais documentada até agora apresentada e isso só foi possível, graças à colaboração de Museus nacionais e estrangeiros. A acompanhar a exposição haverá slides e visitas guiadas.» (Nota interna, 30 jun. 1987, Arquivos Gulbenkian, CAM 00037)
A exposição foi composta por 120 pinturas, 80 desenhos e aguarelas, tendo sido considerada pela imprensa como «a maior exposição» dedicada a Amadeo (Nota interna, 1 jul. 1987, Arquivos Gulbenkian, CAM 00037). Algumas das obras, oriundas de colecionadores privados e da coleção do CAM, exigiram restauros prévios, situação que ilustra o ineditismo de várias das obras em exposição.
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Raul Ribeiro
Anunciante desde Abr. 2013
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Raul Ribeiro
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