Confissões de um opiómano inglês, por Thomas De Quincey.
Preço: 7 €Confissões de um opiómano inglês, por Thomas De Quincey.
Especificações
Descrição
LIVRO:
-Confissões de um opiómano inglês, por Thomas De Quincey.
Tradução e Notas de Manuel João Gomes.
Edição Alfabeto.
1 Edição (na editora), ano de 2011.
Tem 180 páginas.
SINOPSE
Thomas de Quincey escreveu este seu primeiro livro em 1821. Redigiu-o em poucas semanas e publicou-o em folhetim no "London Magazine", anonimamente, em Setembro e Outubro do mesmo ano. Tinha 36 anos, decidira ser escritor. Precisava de dinheiro. Ganhou, além de dinheiro, fama, e nunca mais deixou de escrever. Convencido de que o livro, por ter sido escrito à pressa, era imperfeito e fragmentário, resolveu em 1856, ao compilar as "Obras Completas", introduzir no texto algumas melhorias. Mas é o próprio autor quem confessa o falhanço desse trabalho, dando razão aos leitores que preferem a primeira versão das "Confissões". É que, na sua primeira versão, o livro é um exorcismo. A maturidade e o cansaço que produziram as emendas da segunda versão não poderiam melhorar (antes pelo contrário) um texto vigoroso e tenso como este, filho da Droga e do Inconsciente. Foi a primeira versão que Baudelaire leu-traduziu-adaptou nos seus "Paraísos Artificiais". Foi essa versão que Edgar Allan Poe leu e que tanto o influenciou. É essa a versão que hoje em dia se divulga nas edições inglesas para o grande público.É essa primeira versão traduzida que publicamos.
*EXEMPLAR EM MUITO BOM ESTADO.
-Confissões de um opiómano inglês, por Thomas De Quincey.
Tradução e Notas de Manuel João Gomes.
Edição Alfabeto.
1 Edição (na editora), ano de 2011.
Tem 180 páginas.
SINOPSE
Thomas de Quincey escreveu este seu primeiro livro em 1821. Redigiu-o em poucas semanas e publicou-o em folhetim no "London Magazine", anonimamente, em Setembro e Outubro do mesmo ano. Tinha 36 anos, decidira ser escritor. Precisava de dinheiro. Ganhou, além de dinheiro, fama, e nunca mais deixou de escrever. Convencido de que o livro, por ter sido escrito à pressa, era imperfeito e fragmentário, resolveu em 1856, ao compilar as "Obras Completas", introduzir no texto algumas melhorias. Mas é o próprio autor quem confessa o falhanço desse trabalho, dando razão aos leitores que preferem a primeira versão das "Confissões". É que, na sua primeira versão, o livro é um exorcismo. A maturidade e o cansaço que produziram as emendas da segunda versão não poderiam melhorar (antes pelo contrário) um texto vigoroso e tenso como este, filho da Droga e do Inconsciente. Foi a primeira versão que Baudelaire leu-traduziu-adaptou nos seus "Paraísos Artificiais". Foi essa versão que Edgar Allan Poe leu e que tanto o influenciou. É essa a versão que hoje em dia se divulga nas edições inglesas para o grande público.É essa primeira versão traduzida que publicamos.
*EXEMPLAR EM MUITO BOM ESTADO.
C
Carlos Lopes
Anunciante desde Abr. 2014
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