Herberto Helder - Apresentação do Rosto (1.ª edição, 1968)
Preço: 250 €Herberto Helder - Apresentação do Rosto (1.ª edição, 1968)
Especificações
Descrição
HELDER (Herberto). APRESENTAÇÃO DO ROSTO. Editora Ulisseia. Lisboa. (1968). 12,5x18,5 cm. 217-II págs. B. Raro.
« Depois, lembro a apreensão de "Apresentação do Rosto", de Herberto Helder que de imediato foi silenciado e da editora levaram grande parte da tiragem. De facto, cerca de mil e quinhentos exemplares foram confiscados pela brigada policial e um dos elementos da brigada ainda disse que havia nessa obra uma evidente carga de pornografia, o que não podia de forma nenhuma ser tolerado . Não pude então entender como os censores se mostraram tão pressurosos na apreciação do livro de Herberto Helder, que mal chegara às livrarias, mas estou convencido de que na defesa dos bons costumes talvez tivesse andado a mãozinha denunciadora de um dos jornalistas ao serviço do odioso jornal que dava pelo nome de Diário da Manhã, ligado ao regime salazarista, como aconteceu com "A Época", onde os mesmos serventuários acertaram o passo e a caneta com a política marcelista em 1968. -- Serafim Ferreira; excerto de "A censura fascista e os autores portugueses", jornal "A Página da Educação".
Muito bom exemplar.
ref. q6
« Depois, lembro a apreensão de "Apresentação do Rosto", de Herberto Helder que de imediato foi silenciado e da editora levaram grande parte da tiragem. De facto, cerca de mil e quinhentos exemplares foram confiscados pela brigada policial e um dos elementos da brigada ainda disse que havia nessa obra uma evidente carga de pornografia, o que não podia de forma nenhuma ser tolerado . Não pude então entender como os censores se mostraram tão pressurosos na apreciação do livro de Herberto Helder, que mal chegara às livrarias, mas estou convencido de que na defesa dos bons costumes talvez tivesse andado a mãozinha denunciadora de um dos jornalistas ao serviço do odioso jornal que dava pelo nome de Diário da Manhã, ligado ao regime salazarista, como aconteceu com "A Época", onde os mesmos serventuários acertaram o passo e a caneta com a política marcelista em 1968. -- Serafim Ferreira; excerto de "A censura fascista e os autores portugueses", jornal "A Página da Educação".
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