Livro de receita e despesa dos presos ricos da Inquisição de Lisboa (1594/96).
Preço: 12 €Livro de receita e despesa dos presos ricos da Inquisição de Lisboa (1594/96).
Especificações
Descrição
LIVRO:
-Livro de receita e despesa dos presos ricos da Inquisição de Lisboa (1594/96) por Isaías Rosa Pereira.
Edição Olisipo, 1994.
Tem 176 páginas.
SINOPSE
O livro número 397 do cartório da inquisição de Lisboa tem o título de "livro dos presos ricos", nele estão escrituradas as verbas de receita e despesa de presos de ambos os sexos, entre os anos de 1594 a 1596.
A análise leva-nos a concluir que não se trata de presos ricos no sentido de possuirem muitos bens, ou de pertencerem a uma classe social abastada, são apenas pessoas que tinham possibilidade de se sustentarem à sua custa, só aparecem dois ou três casos em que os presos seriam oriundos de famílias de maiores recursos e dela receberiam o suficiente para viver.
A primeira nota que ocorre é que a receita não coincide perfeitamente com a despesa.
Também se anotam as quantias pagas aos advogados que passam muitas horas ou até dias inteiros com os presos para preparar melhor a defesa ou as contraditas.
As contraditas consistiam em procurar provar que as testemunhas de acusação não falavam a verdade, ou que eram seus inimigos, ou ainda que os réus tinham sido sempre bons cristãos e não tinham realizado práticas judaicas ou luteranas, ou de feitiçaria.
A receita dá-nos a conhecer quanto custava certas peças de roupa nos finais do século XVI, por exemplo; uma camisa, uma toalha, umas calças, calções, sapatos, uma panela de açúcar rosado, um gibão de linho, umas chinelas...
Deste registo colhem-se bastante informações para se poder avaliar um pouco melhor como eram tratados os presos.
*EXEMPLAR EM BOM ESTADO.
-Livro de receita e despesa dos presos ricos da Inquisição de Lisboa (1594/96) por Isaías Rosa Pereira.
Edição Olisipo, 1994.
Tem 176 páginas.
SINOPSE
O livro número 397 do cartório da inquisição de Lisboa tem o título de "livro dos presos ricos", nele estão escrituradas as verbas de receita e despesa de presos de ambos os sexos, entre os anos de 1594 a 1596.
A análise leva-nos a concluir que não se trata de presos ricos no sentido de possuirem muitos bens, ou de pertencerem a uma classe social abastada, são apenas pessoas que tinham possibilidade de se sustentarem à sua custa, só aparecem dois ou três casos em que os presos seriam oriundos de famílias de maiores recursos e dela receberiam o suficiente para viver.
A primeira nota que ocorre é que a receita não coincide perfeitamente com a despesa.
Também se anotam as quantias pagas aos advogados que passam muitas horas ou até dias inteiros com os presos para preparar melhor a defesa ou as contraditas.
As contraditas consistiam em procurar provar que as testemunhas de acusação não falavam a verdade, ou que eram seus inimigos, ou ainda que os réus tinham sido sempre bons cristãos e não tinham realizado práticas judaicas ou luteranas, ou de feitiçaria.
A receita dá-nos a conhecer quanto custava certas peças de roupa nos finais do século XVI, por exemplo; uma camisa, uma toalha, umas calças, calções, sapatos, uma panela de açúcar rosado, um gibão de linho, umas chinelas...
Deste registo colhem-se bastante informações para se poder avaliar um pouco melhor como eram tratados os presos.
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C
Carlos Lopes
Anunciante desde Abr. 2014
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