Os maribondos de fogo, de José Sarney.
Preço: 3 €Os maribondos de fogo, de José Sarney.
Especificações
Descrição
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Livro:
-Os maribondos de fogo, de José Sarney.
Editado por Bertrand, 1 edição, ano 1986.
Tem 95 páginas.
Ilustrações de Carlos Carreiro (ver nas fotos em anexo).
O livro é o segundo de poesia de Sarney. Em 1986 foi lançado em Lisboa, com prefácio de João Gaspar Simões. O crítico português avaliou, na oportunidade, que Sarney escrevera a obra com os olhos e os sentidos postos na terra do Maranhão, a sua terra, a terra da sua infância. Para Simões, Sarney imprime aos poemas que formam o seu livro, estruturado em forma de romance, algo que é parte integrante da tradição do lirismo brasileiro. Qual seja, a faculdade de o poeta do Brasil, ao contrário do de Portugal, preferir o que vê ao que sente e no que sente nunca deixar esquecer o que vê graças a essa ancestral forma narrativa, o romance ou rimance mais castelhana, afinal, do que portuguesa ou galego-portuguesa, avaliou. A poesia de Sarney é ainda, para Simões, algo que faz parte de uma tradição que, embora de pouca idade que começa com os poetas do chamado verde-amarelismo de 1922, mergulha fundo na história da linguagem poética. É um mergulho visceral às suas raízes maranhenses e, talvez mais do que isso, às raízes poéticas da própria linguagem portuguesa, afirmou, por sua vez, Ivan Junqueira, o escritor e colega de Sarney da Academia Brasileira de Letras.
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-Os maribondos de fogo, de José Sarney.
Editado por Bertrand, 1 edição, ano 1986.
Tem 95 páginas.
Ilustrações de Carlos Carreiro (ver nas fotos em anexo).
O livro é o segundo de poesia de Sarney. Em 1986 foi lançado em Lisboa, com prefácio de João Gaspar Simões. O crítico português avaliou, na oportunidade, que Sarney escrevera a obra com os olhos e os sentidos postos na terra do Maranhão, a sua terra, a terra da sua infância. Para Simões, Sarney imprime aos poemas que formam o seu livro, estruturado em forma de romance, algo que é parte integrante da tradição do lirismo brasileiro. Qual seja, a faculdade de o poeta do Brasil, ao contrário do de Portugal, preferir o que vê ao que sente e no que sente nunca deixar esquecer o que vê graças a essa ancestral forma narrativa, o romance ou rimance mais castelhana, afinal, do que portuguesa ou galego-portuguesa, avaliou. A poesia de Sarney é ainda, para Simões, algo que faz parte de uma tradição que, embora de pouca idade que começa com os poetas do chamado verde-amarelismo de 1922, mergulha fundo na história da linguagem poética. É um mergulho visceral às suas raízes maranhenses e, talvez mais do que isso, às raízes poéticas da própria linguagem portuguesa, afirmou, por sua vez, Ivan Junqueira, o escritor e colega de Sarney da Academia Brasileira de Letras.
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