POESIA Vasco de Lima Couto // Deixando Discorrer os Rios
Preço: 25 €POESIA Vasco de Lima Couto // Deixando Discorrer os Rios
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoLisboa
- FreguesiaMisericórdia
- Id do anúncio39690253
- Id do anunciante10199
Descrição
Autor: Vasco de Lima Couto
Obra: Deixando Discorrer os Rios. Colectânea Poética 1948-1980
Prefácio de Manuel Mengo
Editor: Casa Museu Vasco de Lima Couto (Constância)
Ano: s.d. (1991)
Formato: capa mole
Págs: 93-(2)
Ilustrado com um desenho do autor.
Notas: Vasco de Lima Couto [Porto, 1924 - Lisboa, 1980]
Poeta e actor teatral, foi actor do Teatro Experimental do Porto, sob a direcção de António Pedro, e radicou-se em Lisboa nos começos de 60, fazendo parte das companhias do Teatro Estúdio de Lisboa e do Teatro Nacional de D. Maria II. Colaborou em jornais e revistas literárias, mas tornou-se melhor conhecido através dos seus recitais de poesia e, sobretudo, pelas letras de fados e canções que escreveu para diferentes artistas como Amália, Simone de Oliveira, Carlos do Carmo, Vasco Rafael e outros. A sua poesia, marcada por um acentuado sensualismo expressivo na linhagem poética de António Botto ou de Pedro Homem de Melo, revela-se nostálgica, sentimental e plangente nos temas do amor e da morte que percorrem muitos dos seus poemas. Deixou alguns discos gravados com os seus recitais de poesia e fados ou canções, como «Uma Andorinha Não Faz a Primavera», na voz de Carlos do Carmo, 1969. - in Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, Vol. V, Lisboa, 1998
Bom estado
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literatura portuguesa, poesia
10199
Obra: Deixando Discorrer os Rios. Colectânea Poética 1948-1980
Prefácio de Manuel Mengo
Editor: Casa Museu Vasco de Lima Couto (Constância)
Ano: s.d. (1991)
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Notas: Vasco de Lima Couto [Porto, 1924 - Lisboa, 1980]
Poeta e actor teatral, foi actor do Teatro Experimental do Porto, sob a direcção de António Pedro, e radicou-se em Lisboa nos começos de 60, fazendo parte das companhias do Teatro Estúdio de Lisboa e do Teatro Nacional de D. Maria II. Colaborou em jornais e revistas literárias, mas tornou-se melhor conhecido através dos seus recitais de poesia e, sobretudo, pelas letras de fados e canções que escreveu para diferentes artistas como Amália, Simone de Oliveira, Carlos do Carmo, Vasco Rafael e outros. A sua poesia, marcada por um acentuado sensualismo expressivo na linhagem poética de António Botto ou de Pedro Homem de Melo, revela-se nostálgica, sentimental e plangente nos temas do amor e da morte que percorrem muitos dos seus poemas. Deixou alguns discos gravados com os seus recitais de poesia e fados ou canções, como «Uma Andorinha Não Faz a Primavera», na voz de Carlos do Carmo, 1969. - in Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, Vol. V, Lisboa, 1998
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Localização
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