Quatrocentos mil Sestércios, seguido de O Conde de Jano por Mário de Carvalho.
Preço: 12 €Quatrocentos mil Sestércios, seguido de O Conde de Jano por Mário de Carvalho.
Especificações
Descrição
N 21281.6 Quatrocentos mil Sestércios, seguido de O Conde de Jano por Mário de Carvalho. 125 Pgs.
Biblioteca Prestígio. Associação Portuguesa de Escritores. Encadernados. Livro novo. 21,5x21cm.
Uma novela passada no tempo da Roma Imperial em que diversas personagens se debatem, em episódios burlescos por causa de uma pequena fortuna, seguida de uma balada melancólica, decorrida numa idade Média mágica, onde ressurge um amor demencial e cruel.
Poderia ter passado aqueles dias em perfeito sossego sem dar azo a Fortuna a que se intrometesse comigo. Qualquer coisa, qualquer vento inopinado, qualquer espírito rebarbativo, fez com que desabassem sobre mim quieto e sossegado que gostaria de ser trabalhos semelhantes aos de Hercules, se tomarmos em conta a desproporcao das forcas. Foi à ultima hora que meu pai me comunicou que ia partir, por uns dias, para Olisipo por causa de uma demanda sobre uma remessa de trigo avariado. Nunca percebi se, na pendencia, ele fazia de Autor ou de Reu e fui, certa¬mente, o ultimo da casa a saber a notícia. Mesmo depois dos escravos, mesmo depois da infame Lícia Eu reparei nos preparativos: vi o Jalio a olear a lanca, vi o Clíton a amontoar bagagens, tropecei num molho de gladios a um canto Mas, francamente, nunca chegava a penates suficientemente cedo ou suficientemente sobrio, para ter oportunidade de ouvir explicacoes. Tambem estava acostumado a dar pouca importancia ao que ia la por casa... Na vespera da partida, meu pai acordou-me brutalmente ao nascer do Sol. Abriu as portadas de par em par, com estrondo, e proclamou: «Comecou o dia, «O meu dia e particular, comeca mais tarde, respondi eu, tapando-me o mais possível. O meu pai sentou-se no leito e pigarreou ()
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Biblioteca Prestígio. Associação Portuguesa de Escritores. Encadernados. Livro novo. 21,5x21cm.
Uma novela passada no tempo da Roma Imperial em que diversas personagens se debatem, em episódios burlescos por causa de uma pequena fortuna, seguida de uma balada melancólica, decorrida numa idade Média mágica, onde ressurge um amor demencial e cruel.
Poderia ter passado aqueles dias em perfeito sossego sem dar azo a Fortuna a que se intrometesse comigo. Qualquer coisa, qualquer vento inopinado, qualquer espírito rebarbativo, fez com que desabassem sobre mim quieto e sossegado que gostaria de ser trabalhos semelhantes aos de Hercules, se tomarmos em conta a desproporcao das forcas. Foi à ultima hora que meu pai me comunicou que ia partir, por uns dias, para Olisipo por causa de uma demanda sobre uma remessa de trigo avariado. Nunca percebi se, na pendencia, ele fazia de Autor ou de Reu e fui, certa¬mente, o ultimo da casa a saber a notícia. Mesmo depois dos escravos, mesmo depois da infame Lícia Eu reparei nos preparativos: vi o Jalio a olear a lanca, vi o Clíton a amontoar bagagens, tropecei num molho de gladios a um canto Mas, francamente, nunca chegava a penates suficientemente cedo ou suficientemente sobrio, para ter oportunidade de ouvir explicacoes. Tambem estava acostumado a dar pouca importancia ao que ia la por casa... Na vespera da partida, meu pai acordou-me brutalmente ao nascer do Sol. Abriu as portadas de par em par, com estrondo, e proclamou: «Comecou o dia, «O meu dia e particular, comeca mais tarde, respondi eu, tapando-me o mais possível. O meu pai sentou-se no leito e pigarreou ()
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