Santa Clara de Assis - Claire-Pascale Jeannet
Preço: 14 €Santa Clara de Assis - Claire-Pascale Jeannet
Especificações
Descrição
Ordem de S. Francisco de Assis; Biografia e Iconografia; Cristianismo
21,5 x 14,3 cm; capa mole; 239 páginas
Em estado novo!
Braga, Editorial Franciscana, 1994
Com a colaboração de vários mosteiros de clarissas, de Thadée Matura, e a coodernação de Michel Hubaut
"Esta vida de Santa Clara tem características especiais, que muito a valorizam. É escrita por uma clarissa que conhece perfeitamente o espírito da Ordem, sabendo, por isso, interpretar os factos dentro dos condicionalismos dos tempos em que eles aconteceram. É uma religiosa muito culta, que investigou cuidadosamente as melhores fontes primitivas e uma selecta bibliografia que ela indica (pp. 231-233). Pediu a colaboração de vários mosteiros de Clarissas, de Thadée Matura, franciscano, e do erudito Michel Haubaut, também membro ilustre da Ordem de S. Francisco, que coordenou este livro, enriquecendo-o com uma erudita Introdução (pp. 9-23) na qual nos dá uma síntese claríssima do seu conteúdo. Outra faceta muito particular é o estilo da Autora, que escreveu uma espécie de novela histórica, mas rigorosamente fiel; e foi tão escrupulosa que quis passar algum tempo em Assis para se ambientar e poder assim compreender melhor os factos. O estilo é leve e atraente. Ao ler esta biografia, parece-nos estar a ouvir e a ver Santa Clara e a falar com as Irmãs Clarissas dos sete séculos desta Ordem, sobretudo com as 1800 que hoje vivem, espalhadas por mil mosteiros (p. 13). Ao terminar a leitura desta nova vida de Santa Clara ficamos a compreender que ela foi «uma mulher de escuta, de comunicação, de comunhão, e, por isso, foi declarada padroeira da televisão, em 1953 (p. 218). Nas pp. 219-221, a Autora dá-nos um quadro cronológico indicando o movimento franciscano - os Papas, a Igreja e o mundo - de 1182 a 1270, acrescentando a descoberta do corpo da Santa, o seu traslado para a cripta e a descoberta do original da sua Regra, respectivamente em 1850, 1872 e 1893. É muito importante o índice de referências (pp. 225-229). Na nota 3 da p. 221, citando uma carta do Cardeal Reinaldo (futuro Papa Alexandre IV), diz que em 1228 existiam 24 mosteiros de Clarissas e, à morte da Santa, em 11 de Agosto de 1253, havia 76 na Itália, 22 em Espanha, 13 em França e 2 na Terra Santa (Trípoli e S. João de Acre). A edição é muito boa.
José Arieiro"
21,5 x 14,3 cm; capa mole; 239 páginas
Em estado novo!
Braga, Editorial Franciscana, 1994
Com a colaboração de vários mosteiros de clarissas, de Thadée Matura, e a coodernação de Michel Hubaut
"Esta vida de Santa Clara tem características especiais, que muito a valorizam. É escrita por uma clarissa que conhece perfeitamente o espírito da Ordem, sabendo, por isso, interpretar os factos dentro dos condicionalismos dos tempos em que eles aconteceram. É uma religiosa muito culta, que investigou cuidadosamente as melhores fontes primitivas e uma selecta bibliografia que ela indica (pp. 231-233). Pediu a colaboração de vários mosteiros de Clarissas, de Thadée Matura, franciscano, e do erudito Michel Haubaut, também membro ilustre da Ordem de S. Francisco, que coordenou este livro, enriquecendo-o com uma erudita Introdução (pp. 9-23) na qual nos dá uma síntese claríssima do seu conteúdo. Outra faceta muito particular é o estilo da Autora, que escreveu uma espécie de novela histórica, mas rigorosamente fiel; e foi tão escrupulosa que quis passar algum tempo em Assis para se ambientar e poder assim compreender melhor os factos. O estilo é leve e atraente. Ao ler esta biografia, parece-nos estar a ouvir e a ver Santa Clara e a falar com as Irmãs Clarissas dos sete séculos desta Ordem, sobretudo com as 1800 que hoje vivem, espalhadas por mil mosteiros (p. 13). Ao terminar a leitura desta nova vida de Santa Clara ficamos a compreender que ela foi «uma mulher de escuta, de comunicação, de comunhão, e, por isso, foi declarada padroeira da televisão, em 1953 (p. 218). Nas pp. 219-221, a Autora dá-nos um quadro cronológico indicando o movimento franciscano - os Papas, a Igreja e o mundo - de 1182 a 1270, acrescentando a descoberta do corpo da Santa, o seu traslado para a cripta e a descoberta do original da sua Regra, respectivamente em 1850, 1872 e 1893. É muito importante o índice de referências (pp. 225-229). Na nota 3 da p. 221, citando uma carta do Cardeal Reinaldo (futuro Papa Alexandre IV), diz que em 1228 existiam 24 mosteiros de Clarissas e, à morte da Santa, em 11 de Agosto de 1253, havia 76 na Itália, 22 em Espanha, 13 em França e 2 na Terra Santa (Trípoli e S. João de Acre). A edição é muito boa.
José Arieiro"
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ANTÓNIO VITORINO
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