Testamento de um poeta judeu assassinado, de Ellie Wiesel.
Preço: 7 €Testamento de um poeta judeu assassinado, de Ellie Wiesel.
Especificações
Descrição
LIVRO:
-Testamento de um poeta judeu assassinado, de Ellie Wiesel.
Edição Planeta.
Colecção Clássicos Contemporâneos.
Tem 251 páginas.
Capa dura.
SINOPSE
A história acompanha Paltiel Kossover, um poeta judeu e comunista idealista na Rússia pré-revolucionária. Após dedicar a vida à causa comunista, ele regressa à União Soviética e descobre que o próprio Partido se transformou no seu inimigo mortal. Detido em Krasnograd, Paltiel é falsamente acusado de ser um "inimigo do povo". O magistrado que o interroga propõe-lhe que escreva as suas memórias como confissão, na sua cela, Paltiel redige um longo testamento espiritual e biográfico destinado ao filho, Grisha, que assume que nunca mais verá.
Embora o texto devesse ser destruído após a execução do poeta, o documento é secretamente salvo e guardado por Viktor Zupanev, o estenógrafo da prisão, chegando anos mais tarde ao verdadeiro destinatário
Esta narrativa do autor inspira-se fortemente num evento verídico: A Noite dos Poetas Assassinados. Em 12 de agosto de 1952, sob as ordens diretas de Josef Stalin, treze dos mais proeminentes intelectuais, escritores e poetas judeus que escreviam em iídiche foram executados secretamente no subsolo da prisão de Lubyanka, em Moscovo. A personagem Paltiel Kossover serve como uma homenagem literária a essas vítimas reais, simbolizando o destino trágico de uma geração de intelectuais apanhada nas teias do totalitarismo estalinista.
*EXEMPLAR em muito bom estado.
**EM CASO DE INTERESSE OU CURIOSIDADE POSSO EXPOR MAIS FOTOS
-Testamento de um poeta judeu assassinado, de Ellie Wiesel.
Edição Planeta.
Colecção Clássicos Contemporâneos.
Tem 251 páginas.
Capa dura.
SINOPSE
A história acompanha Paltiel Kossover, um poeta judeu e comunista idealista na Rússia pré-revolucionária. Após dedicar a vida à causa comunista, ele regressa à União Soviética e descobre que o próprio Partido se transformou no seu inimigo mortal. Detido em Krasnograd, Paltiel é falsamente acusado de ser um "inimigo do povo". O magistrado que o interroga propõe-lhe que escreva as suas memórias como confissão, na sua cela, Paltiel redige um longo testamento espiritual e biográfico destinado ao filho, Grisha, que assume que nunca mais verá.
Embora o texto devesse ser destruído após a execução do poeta, o documento é secretamente salvo e guardado por Viktor Zupanev, o estenógrafo da prisão, chegando anos mais tarde ao verdadeiro destinatário
Esta narrativa do autor inspira-se fortemente num evento verídico: A Noite dos Poetas Assassinados. Em 12 de agosto de 1952, sob as ordens diretas de Josef Stalin, treze dos mais proeminentes intelectuais, escritores e poetas judeus que escreviam em iídiche foram executados secretamente no subsolo da prisão de Lubyanka, em Moscovo. A personagem Paltiel Kossover serve como uma homenagem literária a essas vítimas reais, simbolizando o destino trágico de uma geração de intelectuais apanhada nas teias do totalitarismo estalinista.
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