eventual cedência de posição contratual relativamente a fracção autónoma em Lisboa
Especificações
- TipologiaT6 ou maior
- Área útil264 m²
- Classe EnergéticaIsento
- TipoVenda
- ConcelhoLisboa
- FreguesiaMarvila
- Id do anúncio44877953
Descrição
Poderia decidir ceder posição contratual em negócio em discussão, de que resultaria beneficiar da opção de venda de bem meu em Lisboa (único dono), a uma só pessoa singular, idónea, conhecida, com algum capital, historial documental de rendimentos, divorciado e com filhos maiores; alinhavado nas seguintes condições:
- venda a crédito, mediante garantia hipotecária a constituir no mesmo meu bem, a meu favor;
- sinal que guardaria para mim próprio;
- e pagamentos sem juros, indexados à inflação, de 2.000 Eur mensais, durante 40 anos (ou, a combinar, 1.500 Eur durante circa 54 anos).
Contaria reservar para mim próprio os próximos primeiros 20 anos dessas rendas financeiras (minha expectativa de vida estatística); também podendo. em alternativa, ceder posição em viager vitalício (mas não faço negócio com sicilianos de Palermo!).
Dita cedência pode ser:
- concomitante com dito contrato original com comprador e/ou com escrituras coligadas;
- ou subsequentemente ao mesmo;
e incidir portanto:
- sobre rendas financeiras mensais de 2046 a 2066 de 2.000 Eur actualizadas, i.e. com o mesmo valor real do que 2.000 Eur, à presente data;
- ou sobre 1.500 Eur de 2046 a 2080 aprox.;
implicando valores diferenciados para a cedência, numa destas 2 modalidades.
Poderá interessar:
- a quem queira garantia de recebimento,
(a contrario de investimentos em instituições de natureza vária, seguros-vida, rendas vitalícias e afins, as quais, não raras vezes, acabam por desaparecer; sendo notória a fixação do B.P., haraquiri à parte, pela série amaldiçoada dos "B", i.e. BES, Banif, BPP, BPN, etc.);
- a quem pretenda ter proteção contra a inflação,
(a contrario de investimentos cujos juros nominais raramente acompanham aquela, resultando em forte erosão comutativa do poder de compra dos recebimentos ao longo do tempo);
- a quem pretenda deixar a filhos, rendas, ao invés de soma de dinheiro em uma só vez,
o qual estimula consabidamente estilos de vida alavancados, incomportáveis aritmeticamente a prazo, quando se juntam pessoas sem capacidade (nem vontade) de autocontrole com um séquito de bajuladores comerciais;
- a quem pretenda valorizar o que não quer mais, obtendo em troca o que precisa,
poupando meios financeiros, posto aceitar, para pagamentos pela cedência de posição, para além de numerário (i.e. cheque bancário): permuta contra espécies, sejam bens moveis (pedras,,...), imóveis (direitos a rendas presentemente, bens construidos ou não, devolutos ou não) e/ou mobiliários (quotas societárias, créditos,...); ou bens exóticos (crypto, quotas hereditárias, quadros,...); sugerindo-se por isso, várias propostas alternativas para poder verificar se, prima facie, alguma terá porventura viabilidade realista.
A contrario, não interessará:
- a quem tenha modelo de negócio de, não o investimento a longo prazo, mas a contínua rotação de capital, engrossada com lucros;
- a quem não privilegie a segurança em detrimento da rentabilidade;
- a quem não disponha de capital, seja sob que forma for;
- a quem pretenda bens devolutos;
- a quem prefira negócios mais simples;
- aos prospects cujo modelo de negócio seja o desconto feirante: compra de bem X (in casu, valor atualizado das rendas futuras) por uma percentagem de X.
Também poderei aquilatar propostas competitivas em substituição de dito Sr., eventual promitente-comprador, até que me viesse a comprometer irreversivelmente com o mesmo.
Para descripção da fracção, vide meus demais anúncios (busca por 938737172).
- venda a crédito, mediante garantia hipotecária a constituir no mesmo meu bem, a meu favor;
- sinal que guardaria para mim próprio;
- e pagamentos sem juros, indexados à inflação, de 2.000 Eur mensais, durante 40 anos (ou, a combinar, 1.500 Eur durante circa 54 anos).
Contaria reservar para mim próprio os próximos primeiros 20 anos dessas rendas financeiras (minha expectativa de vida estatística); também podendo. em alternativa, ceder posição em viager vitalício (mas não faço negócio com sicilianos de Palermo!).
Dita cedência pode ser:
- concomitante com dito contrato original com comprador e/ou com escrituras coligadas;
- ou subsequentemente ao mesmo;
e incidir portanto:
- sobre rendas financeiras mensais de 2046 a 2066 de 2.000 Eur actualizadas, i.e. com o mesmo valor real do que 2.000 Eur, à presente data;
- ou sobre 1.500 Eur de 2046 a 2080 aprox.;
implicando valores diferenciados para a cedência, numa destas 2 modalidades.
Poderá interessar:
- a quem queira garantia de recebimento,
(a contrario de investimentos em instituições de natureza vária, seguros-vida, rendas vitalícias e afins, as quais, não raras vezes, acabam por desaparecer; sendo notória a fixação do B.P., haraquiri à parte, pela série amaldiçoada dos "B", i.e. BES, Banif, BPP, BPN, etc.);
- a quem pretenda ter proteção contra a inflação,
(a contrario de investimentos cujos juros nominais raramente acompanham aquela, resultando em forte erosão comutativa do poder de compra dos recebimentos ao longo do tempo);
- a quem pretenda deixar a filhos, rendas, ao invés de soma de dinheiro em uma só vez,
o qual estimula consabidamente estilos de vida alavancados, incomportáveis aritmeticamente a prazo, quando se juntam pessoas sem capacidade (nem vontade) de autocontrole com um séquito de bajuladores comerciais;
- a quem pretenda valorizar o que não quer mais, obtendo em troca o que precisa,
poupando meios financeiros, posto aceitar, para pagamentos pela cedência de posição, para além de numerário (i.e. cheque bancário): permuta contra espécies, sejam bens moveis (pedras,,...), imóveis (direitos a rendas presentemente, bens construidos ou não, devolutos ou não) e/ou mobiliários (quotas societárias, créditos,...); ou bens exóticos (crypto, quotas hereditárias, quadros,...); sugerindo-se por isso, várias propostas alternativas para poder verificar se, prima facie, alguma terá porventura viabilidade realista.
A contrario, não interessará:
- a quem tenha modelo de negócio de, não o investimento a longo prazo, mas a contínua rotação de capital, engrossada com lucros;
- a quem não privilegie a segurança em detrimento da rentabilidade;
- a quem não disponha de capital, seja sob que forma for;
- a quem pretenda bens devolutos;
- a quem prefira negócios mais simples;
- aos prospects cujo modelo de negócio seja o desconto feirante: compra de bem X (in casu, valor atualizado das rendas futuras) por uma percentagem de X.
Também poderei aquilatar propostas competitivas em substituição de dito Sr., eventual promitente-comprador, até que me viesse a comprometer irreversivelmente com o mesmo.
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PROSantos
Anunciante desde Jan. 2017
Último acesso há mais de 15 dias
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Lisboa - Lisboa
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